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28 abril 2024

Sobre mulheres e armas (sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016)

Alguém pediu para que eu escrevesse sobre "teoria de gênero" mas acho isso meio complicado e chato. Vou escrever sobre mulheres e armas.


Uma jornalista dinamarquesa reclamou que "os homens europeus estariam se feminizando" e que "não estariam protegendo as mulheres dos estupros" que ocorrem hoje na Europa. 

Pode até haver algo de verdade, mas confesso que achei a reclamação uma tolice. Décadas de feminismo, que inclusive transformaram o jornalismo em uma profissão de maioria feminina (era quase que totalmente masculina), martelando que homens e mulheres são "totalmente iguais", e agora elas reclamam que o homem se "feminizou", e que a culpa pelo que está acontecendo é dele.

Não. Como as feministas bem dizem, a culpa pelo estupro é do estuprador. A culpa é dos imigrantes morenos paquistaneses, árabes e africanos e de quem os trouxe. Os alemães estavam muito bem com as alemãs, os suecos estavam muito bem com as suecas, e o número de estupros e assédios era mínimo. Nossa, o alemão ou sueco médio tem dificuldade até em passar uma cantada, imagine um estupro ou assédio! 

O problema surge apenas quando você traz para seu meio massas de homens de uma cultura ou etnia mais sexualmente agressiva, onde a mulher é tratada como lixo. Agora os alemães e suecos serão obrigados a andar com armas e "proteger suas mulheres" de uma ralé imunda que nem deveria estar ali. Mas o que podemos fazer? A elite adora "dividir e conquistar", e ainda dizer que é culpa do branquelo de não integrar os invasores direito. (Por que o imundo do Soros não morreu ainda? Por que este lixo senil e inútil ainda é levado a sério em vez de estar na cadeia?) 

É como a questão das armas. Armas são necessárias para a autodefesa quando existem muitas pessoas violentas (e armadas) na sua cidade ou região. O multiculturalismo com seus milhões de tribos no mesmo lugar só piora isso. Os Amish não precisam de armas para se protegerem uns dos outros. 

Mulheres e armas. Um tema interessante, de qualquer forma. A maioria das mulheres, segundo pesquisas, são a favor do desarmamento, bem mais do que os homens. E no entanto as mulheres, ou ao menos algumas mulheres, acham fascinantes homens violentos e armados. 

Vejam esta cena de "Um dia de fúria", no qual a garçonete (a atriz é a irmã da Michelle Pfeiffer) primeiro olha para o nerdão de óculos com desprezo, e logo seus olhos se iluminam quando ele saca a arma. 

Vejam esta outra cena de "Os Bons Companheiros", no qual a moça confessa que fica excitada quando o seu namorado gangster saca uma arma e usa e abusa de violência.

Está "no gene" das mulheres a busca por homens fortes que as protejam, mesmo que, às vezes, essa violência termine sendo dirigida contra elas mesmas. Neste caso, a reclamação da jornalista dinamarquesa por homens mais másculos e violentos, pode ser melhor compreendida.

Adendo: Isto não quer dizer que as mulheres só gostem de "bad boys", ou que os homens se dividam em alfas, betas e ômegas, como querem alguns neo-masculinistas armênio-iranianos. Ao contrário, as mulheres tendem a levar em conta uma série de qualidades, inclusive, em grande medida, a atração física (com exceção das mulheres extremamente bonitas; estas, eu creio, possuem outra psicologia).

Por exemplo, qual dos dois homens abaixo uma mulher "average" preferiria, o alfa feioso, ou o beta sensível atraente?

Alfa
Beta

A solução não é a de "masculinizar" os homens na base da porrada na cara a partir dos quatro anos de idade, como parece que fazem os ciganos. A solução é voltar a uma sociedade mais homogênea, sem tribos hostis no meio da população. Violência? Sim, caso necessária, contra os invasores. Mas sem a necessidade de uma constante sensação de medo e insegurança o tempo inteiro. Para isso, já existe o Brasil!

Para concluir, terminemos falando sobre o triste caso de Adrienne Shelly, atriz judia protagonista de alguns dos filmes independentes mais bacanas dos anos 90, que morreu há alguns anos atrás, enforcada no conforto do seu lar por um imigrante equatoriano ilegal (ele ainda disfarçou a morte como suicídio e quase escapou).

É, talvez se a atriz tivesse uma arma, tudo seria diferente. Mas, se não houvesse tantos "imigrantes ilegais" para começar, ela nem precisaria pensar em ter uma.

Bem, são as ironias da vida, não é mesmo?  





FONTE: Blog do Mr X


09 abril 2024

O que é ser um homem?



Feministas, SJWs, MGTOWs, PUAs, Incels. Alfas, betas, gamas, sigmas.

Todos esses movimentos e siglas geram confusão e ofuscam algo que na verdade é um pouco mais simples.

Em primeiro lugar, esqueçamos esta classificação dos homens entre "alfas", "betas" e "gamas". Não porque tal diferenciação não exista em certo sentido, é claro que existem diferentes personalidades de homens, mas porque colocados desta forma falsamente hierárquica geram uma distorção.

De fato, podemos observar que o próprio nome "beta" faz parte de uma campanha de propaganda destinada a desvalorizar o homem comum monogâmico e elevar o "pegador". Tanto o feminismo quanto o masculinismo são culpados disto. 

Desde quando o valor de um homem está relacionado com o número de vaginas que pegou?

Casanova ficou famoso por pegar várias mulheres, mas seu legado intelectual é nulo.

Nikola Tesla era celibatário convicto, e contribuiu com grandes invenções (de fato, ele parece ter relacionado o celibato com a gestação de melhores ideias). 

É claro, a maioria dos homens não está nem em um nem em outro extremo. O mal chamado "beta" é apenas o homem médio, não necessariamente desejado pela maioria das mulheres, mas tampouco celibatário, e em última análise, a base da civilização.

Dito de outra maneira: alguém tem que consertar os canos furados e as goteiras e desentupir as privadas. E estes homens também precisam casar e se reproduzir. Por que, só por não serem saxofonistas musculosos, deveriam ser destinados a ser vítimas de "divorce-rape" ou virar "incels"?

A monogamia tradicional era um sistema que beneficiava os "betas" sobre os "alfas" e sobre as mulheres hipergâmicas. Agora que esse sistema está ruindo, o que acontecerá? 

Nem todos os homens podem ser "alfas" desejados por todas, assim como nem todas as mulheres são supermodelos desejadas por todos os homens. E daí?   

O que define um homem não são seus hábitos sexuais ou mesmo o interesse que despertam nas mulheres. Ser homem é, basicamente, fazer coisas.

A identidade da mulher está basicamente ligada com a sua aparência, com o jeito que ela é e age. São, nesse sentido, mais superficiais. Baste ver que redes como Instagram são principalmente femininas e se destinam a mulheres que gostam de se mostrar. Os temas de discussão e de interesse das mulheres são quase sempre: moda, aparência, relacionamentos.  

Já o homem tem uma gama bem mais variada de interesses e se mede por aquilo que realiza.

Observe que a maioria das atividades criativas são realizadas por homens. E não falo apenas das artes ou das ciências, muito embora homens sejam responsáveis por talvez 90% das mais importantes obras nestas áreas, mas de quase tudo.  

Quem é que se dedica seu tempo livre a produzir cerveja artesanal, a editar o conteúdo de sites como Wikipedia, a criar programas de computador, se não homens? Os "nerds" nesse sentido, mesmo rejeitados pelas mulheres, representam também um tipo de masculinidade típica. 

Homem que é homem não se importa com o que as mulheres pensam dele.

Homem que é homem é um criador.

Homem que é homem bebe uísque e cerveja e ocasionalmente vinho, não drinques multicores com nomes esquisitos.

Homem que é homem não tem como principal objetivo de vida o de foder com o maior número possível de vagabundas. 

Homem que é homem é responsável por sua esposa, sua família e pelos filhos que cria.

Homem que é homem é quem cria e mantém as civilizações.

Porém... O homem precisa da mulher. Ambos tem o seu destino e a sua necessidade, e portanto o movimento "MGTOW" tampouco é solução nenhuma.

O que é preciso é ignorar tanto o masculinismo e o feminismo, e voltar a uma sociedade mais ordenada, na qual um sexo não compete contra o outro, mas onde cada um tem o seu valor. 

Que tal?



MGTOWs, outro erro?




29 setembro 2018

O que é ser uma mulher?




Há algo de sinistro ou até diabólico na alegria das aborteiras irlandesas, felizes de obter o "direito ao aborto" em um país ex-católico. Nunca entendi muito toda esta festa pelo "direito ao aborto", entendo que no melhor dos casos seria um mal necessário, mas motivo de alegria?

Estamos falando de sacrifícios humanos afinal (um feto é um ser humano, pois não? ainda que não plenamente desenvolvido).

Mas também o motivo pelo qual isto choca pode ser que as mulheres estão neste mundo principalmente para ser mães. Nem todas podem ou querem, é claro, e isto não necessariamente as diminui, porém biologicamente a função da fêmea é parir e criar os filhos.

O que é ser uma mulher? Não acho que mulheres tenham necessariamente que ser mães, mas mulher em geral é quem cuida. Seja dos filhos, seja dos maridos, seja em profissões adequadas aos seus talentos naturais (enfermeiras, professoras, babás, assistentes sociais, hum, será que devo incluir prostitutas?) 

Houve algumas boas mulheres cientistas, é verdade, e também algumas boas líderes mulheres, mas são mais exceção do que o caráter geral. Seu principal talento não está no estudo nem na política. 

Porém, várias mulheres são boas artistas, em especial nas artes visuais, na performance musical (mas não na composição) e na poesia. Para os romances, elas tem menos fôlego, mas existem algumas boas escritoras, se bem que quase todas assexuadas ou lésbicas. Eu ia dizer que mulheres também parecem ter menos talento para o cinema, mas houve ao menos a Leni Riefehnstal, e possivelmente existam outras. Mas em geral o talento das mulheres nesta área está mais na atuação.

De fato, todas as mulheres são atrizes consumadas, façam disso profissão ou não. Mulheres são excelentes em fingir e em manipular. Não sempre por motivos ruins. É apenas parte do charme feminino, e fazem isso instintivamente, talvez até inconscientemente. Não é que necessariamente sejam desonestas, é que por vezes terminam acreditando nos próprios fingimentos. 

Mulheres também são mais práticas do que homens e tendem a ter uma visão mais madura das coisas. Homens podem ser tolos, desorganizados e infantis. Em alguns homens, só uma boa esposa dá um jeito.

Mulheres são obcecadas com a aparência - delas e das rivais. O principal defeito das mulheres talvez seja a vaidade. O que é uma tolice pois a beleza nas mulheres passa rápido. Segundo Schopenhauer, seriam como libélulas que perdem as asas logo depois da reprodução. Mas o velho Schops não tia boa opinião das mulheres, se bem que, segundo as más línguas, isso é porque foi rejeitado por uma novinha.

(Mulheres raramente gostam de filósofos; Nietzche também penou e, segundo a lenda, a mulher de Sócrates era uma bruxa. Por outro lado, elas parecem gostar de líderes de cultos religiosos exóticos). 

Talvez os homens valorizem demais a beleza (e por vezes até o caráter) das mulheres, o que termina criando problemas para elas e para nós.

A mulher de melhor caráter e que é melhor companhia raramente é a mais bela, mas há exceções, como em tudo na vida.

Mulheres não são perfeitas, mas em média são melhores do que os homens. Porém, os homens tem maior variação, e portanto altos mais altos e baixos mais baixos. (Em tudo: caráter, inteligência, talento, bem como nos aspectos mais negativos da existência).

Mulheres são parte essencial da vida e da sociedade. Ruim com elas, pior sem elas.




Ruivas naturalmente empoderadas.


07 maio 2018

Separatismo feminino?



A leitora Fernanda Souza sugeriu no outro dia a separação entre homens e mulheres, com cada um criando uma nação separada. Pode até ser uma noção interessante, não saberia dizer, mas o curioso é que, na prática, o que ocorre é o contrário: mulheres querendo menos, e não mais, separação. 

Assim como negros, hispânicos, asiáticos, judeus e árabes, que reclamam a não mais poder do "homem branco" mas fazem de tudo para entrar em suas sociedades, as mulheres vivem reclamando dos homens, ao mesmo tempo em que exigem a destruição de todo e qualquer "clube do Bolinha" que ainda permaneça exclusivamente masculino. 

A última vítima foram os escoteiros ou "Boy Scouts of America", que agora aceitam também meninas e mudaram o nome para apenas "Scouts". O engraçado é que o clube exclusivo para meninas das Girl Scouts of America continua existindo. Uma menina, se for. mais feminina, pode escolher ir para as Girl Scouts para cozinhar e vender biscoitos e fazer bordados, ou, se for mais masculina, pode ir para os Scouts para acampar, aprender a fazer fogueira e participar de aventuras.

Mas os meninos já não tem mais essa opção. Precisam obrigatoriamente dividir o seu campinho com as meninas, e acomodar-se a elas.

Sim, eu sei que em outras partes do mundo existem já clubes escoteiros mistos sem tantos problemas, mesmo assim a mudança parece indicar que há cada vez menos espaços onde meninos possam ser apenas meninos e realizar atividades masculinas sem a distração do outro sexo. É realmente um movimento global que visa erradicar a tal "masculinidade tóxica", que, na verdade, é apenas a masculinidade média normal. A Universidade do Texas já está tratando a masculinidade como "
doença mental" (mas ei, cortar o próprio pênis e implantar silicone nos peitos e fingir ser uma mulher, isto é perfeitamente normal). 

O problema de se colocar mulheres em campos de atividade masculina é que mulheres transformam tudo em sexo. Não é necessariamente culpa delas, é claro, e sim da biologia, mas o fato é que seja qual for a intenção original da instituição em questão, quando mulheres entram, ocorre uma transformação. O caso mais patético é o das forças armadas, em que a presença de mulheres soldadas gerou a necessidade de uma transformação até mesmo da infra-estrutura: por exemplo, os submarinos precisaram ser modificados com 
válvulas mais fáceis de abrir, para acomodar mulheres que tem dificuldade em abrir um pote de picles. Pior, segundo recentes informações, quase 16% das mulheres na Marinha terminam abandonando seus postos no navio e retornando à terra por "gravidez não-planejada". E vamos falar dos casos de "assédio sexual", antes inexistentes? 

Separar ou não separar os sexos? Na verdade, não sei. Nunca tive problemas com ambientes mistos, ao contrário, e no ambiente de trabalho muitas vezes me dou até melhor com colegas mulheres. Por outro lado, acho que certos ambientes, em especial entre adolescentes, provavelmente são mais propícios a uma separação. 

Por exemplo, acho que a separação educacional entre meninos e meninas até o segundo grau funcionou bastante bem ao longo da história, gerando menos distração em ambos os sexos, e poderia voltar. (As universidades podem continuar sendo mistas, já que um dos principais usos paralelos da universidade é encontrar alguém mais selecionado com quem casar). O ambiente de trabalho (dependendo da área, é claro) também pode continuar a ser misto, naturalmente. 

O problema é que campanhas feministas como o "Me Too" terminam gerando, na prática, um maior desejo de separação tanto entre homens como mulheres, uns por medo de serem acusados de assédio, outras de sofrerem assédios indesejados. Com a mudança de definição de "estupro" de "sexo genital forçado através da violência" para "flerte indesejado" ou "atividade sexual durante embriaguez depois da qual me arrependi", fica cada vez mais perigoso para os homens abordarem mulheres no ambiente de trabalho.

O que fazer?

Não me toque: Slut walk em Tel Aviv.


06 setembro 2017

Ganhar o mundo e perder a alma



"De que vale ganhar o mundo, e perder a alma?" perguntou Jesus a seus discípulos. É o que deveriam perguntar-se muitos no tal primeiro mundo. De que vale o crescimento econômico, a tecnologia, o conforto, a segurança, se perde-se o principal, a identidade, a cultura, a transcendência, os valores?

Recentemente, uma jovem canadense teve um neném e se arrependeu. Enrolou o próprio bebê num saco plástico para sufocá-lo, depois colocou num saco de lixo e pediu ao parceiro (que aparentemente não sabia que ela estava grávida, nem o conteúdo do saco) que o jogasse no lixão. O bebê já morto foi encontrado, a mulher foi presa, o parceiro se suicidou. 

Por este crime, a jovem pegou adivinhem quanto?


O Canadá é um país adiantado e progressista, e quando a mãe mata o próprio bebê em condições mentais alteradas, isto pode ser considerado "infanticídio", que tem pena menor do que assassinato, com no máximo 5 anos de prisão.

Até que faz sentido. É uma espécie de aborto tardio. Se matar bebês de até seis meses no útero é permitido, por que não matá-los aos nove meses e pouco? 

(O Canadá é o mesmo país que já liberou sexo com animais se não incluir penetração - sexo oral com cachorros, por exemplo, em teoria é permitido.)

Isto mostra mais uma vez que o problema do Ocidente é espiritual mais do que material. Um paraíso materialista mas vazio. Por que tantos imigrantes querem ir para EUA, Europa, Austrália? Não é pela cultura, eles estão defecando e andando para isso, às vezes até literalmente. Eles querem meramente conforto material.

E o que quer a elite? Também, nada mais do que aumentar os lucros, reduzindo os pagamentos aos trabalhadores, além de dividir a população para poder reinar.

O problema maior da imigração não é o crime, não é o terrorismo, não é nem mesmo a maior competição por empregos e a consequente desigualdade social. O problema maior é a perda da identidade, dos laços de comunidade, bem como dos valores morais que só existem em um contexto religioso compartilhado por todos (muitas religiões diferentes também não dão certo, pois ninguém se entende, e há muitos conflitos).

O paraíso tecnológico que os globalistas prevém é um mundo asséptico, robotizado, militarizado, utilitarista. A liberdade sexual será total. Aborto e até infanticídio serão possíveis. Sexo com animais e até crianças será permitido. Velhinhos serão eutanizados quando chegar a sua hora, para não dar despesas aos cofres públicos. Trabalhadores terão chips cerebrais que lerão o conteúdo de suas mentes. Um povo sem cultura, sem identidade étnica, sem religião, sem valores e sem História, no qual todos serão apenas escravos do Estado e dos próprios instintos!

Mas de que valerá tudo isso?

Por que uma mãe mata um bebê? Por que tantas mulheres abortam, e por que tantas mais desejam esse "direito"? Simples, para evitar responsabilidades indesejadas. Para que uma noite de putaria não se transforme em uma responsabilidade de vinte anos.

A solução patriarcal para isto era restringir o sexo apenas dentro do casamento, de forma que os filhos surgissem apenas em um ambiente ideal. Certo que ainda aconteciam abortos ou bastardos cá e lá, mas em menor número, e mães solteiras eram mal vistas. Isto podia ser ruim individualmente, não há dúvidas, mas socialmente tendia-se a uma sociedade mais serena.  

Talvez o que estejamos observando hoje seja a falência final dos ideais iluministas.

Na carta de independência americana, influenciada pelo iluminismo, fala-se no direito de cada um à "busca da felicidade". Mas talvez o problema seja justamente essa "busca da felicidade" individual. Não sei como era a vida na Idade Média, mas duvido que a busca da felicidade individual fosse o objetivo maior.

A verdade é que a busca dessa tal felicidade muitas vezes termina em fracasso e desilusão. Sim, todos ou quase todos caímos nesta armadilha, mas devemos aceitar que somos quase sempre vítimas de nossas próprias ilusões. Uma mãe que se sacrifica pelo próprio filho é mais ou menos feliz do que aquela que o aborta para seguir a sua carreira de modelo e atriz? Não sei, mas a primeira opção parece mais moralmente correta do que a segunda, independentemente do seu resultado final em termos de "felicidade", algo meio difícil de medir.

Talvez apenas tenhamos ido demais para o outro lado. Antes tínhamos uma sociedade mais focada no bem comum do que na liberdade individual, em especial das mulheres. Hoje é o oposto, a liberdade individual é levada ao extremo, chegando até a exemplos grotescos de pessoas que operam e mutilam o próprio corpo para "trocar de sexo" ou transformar-se em Kens, em Barbies ou até em dragões e lagartos.

O ideal seria um meio-termo entre aspirações individuais e ordem social, em resumo, uma busca do bom senso. Mas quando é que a humanidade conseguiu isso?


FONTE: Blog do Mr X



27 agosto 2016

Como ser feliz?



ORIGINALMENTE PUBLICADO EM 30/05/2015





1. Não vá atrás de fama, sexo ou dinheiro. Não é que não tragam felicidade: trazem, mas é momentânea, e a ressaca costuma ser dura. Melhor se contentar com as coisas simples, que trazem mais alegria, e são um pouco mais fáceis de conseguir.


A fama é uma prostituta


2. Tenha um cachorro, ou um gato. Animais domésticos estão as fontes maiores de felicidade que uma pessoa pode ter. Nunca entendi as pessoas que abandonam ou maltratam animais domésticos. Na minha opinião, deveriam ser castrados, e estou falando dos donos, e não dos animais.


Cachorros nunca cansam de brincar
3. Não tenha "amigos virtuais". Esse negócio de Facebook, Twitter, Tinder, etc, é tudo uma grande perda de tempo. Uma pessoa que dá "like" em uma foto não vai te ajudar quando você tiver câncer. Como disse um sábio certa vez, se você nem sabe direito quem uma pessoa é, como é que pode ser "amigo" dela?





Além de tudo, eles te vigiam.



4. Tenha poucos amigos reais. Amigos de verdade na vida são poucos. Eu mesmo acho que não tenho mais nenhum, mas já tive um ou dois. Nada mais triste do que ser enganado por amigos que você considera verdadeiros. Fique com os poucos bons.


Amizade verdadeira é difícil, e no trabalho, impossível.


5. Case cedo e tenha filhos. Nem filhos nem casamento são garantia de felicidade, aliás, muitas vezes são garantia de infelicidade e desgosto. Porém, não casar ou não ter filhos costuma ser motivo de arrependimento maior. Quanto ao casamento, é melhor não demorar muito e casar com a/o primeira/o namorada/o com quem você tiver ficado em uma relação estável de mais de dois ou três anos. Eu garanto, não vai aparecer ninguém melhor. (Em geral, a idéia de que algum dia virá algo melhor na vida é pura ilusão: o melhor é na infância, e depois só vai piorando!)

Estes jovens seguiram meu conselho.



6. Não veja pornografia. Alguns acham que pornografia devia ser proibida para menores de 18. Eu acho o contrário, devia ser liberada para os menores de 18, ou entre 14 e 18, e terminantemente proibida para os maiores! Entre os 14 e os 18 anos é quando nos masturbamos compulsivamente e não temos mesmo, salvo raros casos, como conseguir mulher. Depois disso fica mais fácil, e é melhor acostumar-se com o sexo real do que com as fantasias estúpidas e irreais propagadas por essa indústria nefasta e infecta.

Já o erotismo, eu até que acho bacana.



7. Tenha uma religião. As pessoas mais felizes que conheço são cristãos praticantes. Parece que alguns judeus e muçulmanos praticantes também, não sei. Que importa? Até os rastafari e as testemunhas de Jeová devem ser mais felizes do que ateus e agnósticos! Porém, para muitos de nós, esse consolo não existe.



E se não fores feliz, irás para o Inferno.



8. Tenha um hobby. Quem pratica uma arte ou algum tipo de hobby criativo é, em geral, mais feliz. E, se não for, isso pode ao menos ajudar a passar o tempo. Não somente os hobbies como a prática da arte ou, para quem não tem nenhum talento, a mera contemplação da arte são, na opinião de alguns dos maiores filósofos, as maiores fontes de felicidade.



Mas também não exagere e vire um nerd imbecil.



9. Fique próximo da Natureza. Cidades podem ser bacanas, porém também podem levar à perdição. Melhor mesmo é passar um tempo na Natureza, caminhando, nadando, acampando, pescando, etcétera. Porém, leve o protetor solar e a pomada contra mosquitos.



Cuidado com abelhas e vespas também.





10. Seja bom. A melhor forma de ser feliz é sendo bom com os outros, pois estamos aqui para ajudar os outros, um pouco que seja. É o que dizem, ao menos, mas eu não saberia dizer, pois fui em grande parte das vezes uma pessoa egoísta, vã, fútil e má.


E pior que é mesmo.



Em resumo, não faças como eu fiz, e serás feliz! 



FONTE: Blog do Mr X


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