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26 abril 2023

Por que as feministas odeiam Costanza Miriano


Um livro de auto-ajuda fundamentado em princípios da Bíblia Hebraica - escrito por uma jornalista de 43 anos, casada e mãe de 4 filhos - que aconselha as mulheres a serem submissas aos seus maridos está causando uma comoção internacional por parte de  feministas de todo o mundo.

O livro, com o nome de "Cásate y sé sumisa", traduzido para "Casa-te e Sê Submissa", causou também a ira duma figura política espanhola com nome de Ana Mato, que segundo o The Telegraph, disse: "acho isto desapropriado e desrespeitoso para as mulheres."

Não parece que a Ana Mato tenha explicado o que há de "desrespeitoso" em ser submissa ao marido.

Segundo uma reportagem, desde o princípio do livro a autora Costanza Miriano declara às mulheres que, "nós não somos iguais e não reconhecer isto é garantir uma fonte de sofrimento." Ela aconselha também às mulheres a forma de lidar com os maridos dentro do casamento:

"Tens que te submeter a ele. Se tiveres que escolher entre o que tu gostas e o que ele gosta, escolhe em favor dele... quando o teu marido te disser algo, ouve com atenção como se fosse Deus a falar contigo".

Miriano, que está há 15 anos casada com o mesmo homem, explicou às suas leitoras que:
"O marido não resiste a esposa que o respeita, que reconhece a sua autoridade, e que se dedica de forma leal a ouvi-lo, permanecendo do seu lado."

Partes do livro que aconselham as mulheres a lidar com problemas domésticos não foram traduzidos para o inglês:

"Se não és uma cozinheira experiente ou a dona de casa perfeita, qual é o problema se ele assim o disser? Diz que ele tem razão, e que é verdade, e que vais aprender.
Quando ele observar a tua doçura e a tua humildade, bem como o teu esforço para te tornares mais na pessoa que ele quer, ele também mudará. (...) As mulheres esquecem-se que não podem ter tudo: trabalhar como um homem e ficar em casa como uma mulher. O poder não foi feito para as mulheres."

Francisco Javier Martinez, o Arcebispo de Granada, chamou o livro de "muito interessante, do ponto de vista cristão", mas o mesmo deixou os grupos feministas espanhóis enraivecidos, levando a que algumas viessem às ruas e rasgassem cópias do livro. Ativistas do grupo Anonymous deram também a sua opinião sobre o livro através duma mensagem de vídeo, qualificando-o de "misógino" e "opressor". Uma ativista disse o seguinte: "estamos fartas de ver a Igreja a olhar para nós como meros objetos feitos para satisfazer os homens, reproduzir e limpar".

Numa entrevista dada à BBC, Miriano defendeu a sua posição explicando que quando fala da mulher ser submissa no seu livro, ela não está a caracterizar a submissão como algo de negativo.

"Não gosto da forma como a palavra é entendida em inglês, mas eu não a uso com conotação negativa; ela é uma palavra extraída do Livro de Efésios e de maneira nenhuma significa ser um tapete do marido. Eu uso-a no sentido etimológico de ser alguém abaixo, ou debaixo, fornecendo apoio tal como uma coluna apoia o telhado visto que nós, como mulheres, somos mais fortes. Nós somos capazes de colocar a personalidade na relação. João Paulo II escreveu que a mulher tem o gênio e o talento do relacionamento, e como tal, nós somos capazes de ser o coração da família. A submissão é uma coisa muito, mas muito boa para a a mulher."

Quando lhe foi perguntado do porquê da ministra da Saúde Espanhola querer que o livro seja retirado, ela explicou que se calhar ela tem problemas com a palavra "casar".

"Sinceramente, não sei. Eu pensava que era por causa da palavra "sumisa" [submissa] mas fiquei a saber que há muitos livros com a palavra "sumisa" que são vendidos nas lojas espanholas, tais como 'Diario de una sumisa'. Portanto acho que o problema talvez seja com a palavra 'cásate' [case-se] visto que ser submissa ao marido é visto como algo terrível. Não sei bem porquê."

A mesma autora escreveu um livro com o título de "Marry Her and Die for Her" (Case-se Com Ela e Morra Por Ela), mas não há notícia de manifestações masculinas acusarem-na de promover a morte dos homens.

Respondendo a uma questão do porquê algumas mulheres ficarem tão zangadas com o livro, ela disse:

"Talvez nós não sejamos livres da necessidade de sermos reconhecidas. Quando uma mulher está em paz com ela mesma, e está totalmente realizada, ela não tem necessidade de ter reconhecida e como tal, ela pode escolher tomar uma posição de menor autoridade, não no sentido de ser o tapete mas sim no sentido de ser uma coluna."

Quando lhe perguntaram se o seu livro alegava que o feminismo havia destruído o casamento, ela respondeu:

"Eu trabalho. Sou jornalista durante o dia, e à noite escrevo livros. Tenho 4 filhos. Acho que as mulheres que querem os mesmos direitos que os homens têm falta de imaginação e ambição, uma vez que nós somos tão diferentes dos homens."

Ao tentar explicar o porquê do livro de Miriano se ter tornado tão popular na Espanha e na Itália, Sam Owen, psicólogo e profissional ligado aos relacionamentos, disse que isso prende-se com o desmoronar da sociedade:

"Atualmente há muitas casas só com um parente e muitas famílias desfeitas, e os casais que ainda estão juntos tendem a ser pais ou avós. Se as pessoas têm um desejo ardente pelo casamento à moda antiga é porque muitos deles funcionaram muito bem. Quando se fala dos papéis dentro dum casamento, nós somos uma sociedade perdida.
Devido ao mundo em rápida mudança, ao desejo de colocar as mulheres iguais aos homens, e ao desejo de ter tudo - crianças, uma carreira bem sucedida e um marido satisfeito - os maridos e as esposas sentem-se confusos em torno do seu papel dentro do casamento e dentro da unidade família, e isto cria discórdia."


* * *

Comentário do Mídia Sem Máscara:
As feministas acabam sempre por revelar a sua natureza comunista sempre que uma mulher se atreve a dar uma opinião que não está de acordo com "O Partido".

Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "teto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres deve ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.

Segundo o feminismo, as mulheres são livres para dar a sua opinião, desde que sua opinião esteja de acordo com a ideologia.
Imaginem a comoção internacional caso um homem (padre, de preferência) tentasse censurar um livro só porque não concorda com a tese do mesmo. Mas é precisamente isso que as feministas estão a fazer ao tentarem censurar um livro só porque não concordam com a sua mensagem.

Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.


Tradução do Blog O Marxismo Cultural



VEJA "Nós sufocamos os homens" AQUI

07 maio 2022

aborto

 




O aborto é um ato terrível, assassinato de bebês ainda na barriga.
Todavia, não sou a favor de que a lei o proíba, por uma razão pragmática: cristãs não abortam, mas mulheres progressistas e feministas abortam a rodo. É bom que o façam. Não queremos que elas se multipliquem.



CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

Art. 2º A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.

O Código Civil estipula, como marco inicial da personalidade (em sentido subjetivo) da pessoa natural, o momento do nascimento com vida. Com isso, o Direito Civil brasileiro filia-se à corrente natalista, que se contrapõe à corrente concepcionista, segundo a qual a personalidade da pessoa humana inicia-se no momento da concepção. Embora o Código Civil brasileiro tenha seguido indiscutivelmente a corrente natalista, a parte final do dispositivo “põe, a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”. Vale dizer: embora não seja ainda dotado de personalidade em sentido subjetivo, isto é, de aptidão genérica para ser titular de direitos e obrigações, o nascituro tem alguns de seus interesses (futuros e eventuais) protegidos, desde logo, pela ordem jurídica. Por exemplo, o Código Civil admite que seja feita doação ao nascituro (art. 542) e reconhece vocação hereditária a pessoas “já concebidas” no momento da abertura da sucessão (arts. 1.798,1.799, I, e 1.800, § 3º). A legislação especial também está repleta de exemplos de proteção aos interesses do nascituro. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8.069/1990), por exemplo, declara expressamente, em seu art. 26, parágrafo único, a possibilidade de reconhecimento de paternidade, mesmo antes do nascimento. A doutrina discute se tais hipóteses configuram tecnicamente “direitos do nascituro”, como afirma literalmente o art. 2º do Código Civil, ou mera expectativa de direito, a depender de um fato futuro (nascimento com vida) para produzir efeitos. Se o nascituro não detém personalidade, parece claro que não pode ser titular de direitos de nenhuma natureza. Tampouco a expectativa de direito é categoria que possa encontrar aqui adequada aplicação. Na expectativa de direito, o direito não existe por completo, mas já existe o sujeito, o que, no caso do nascituro, tecnicamente inexiste. O que ocorre em relação ao nascituro, a rigor, é a proteção objetiva pela ordem jurídica de interesses futuros e eventuais que poderão vir a se converter em direitos no momento do nascimento com vida do seu titular. Esses interesses futuros e eventuais do nascituro são protegidos objetivamente pela ordem jurídica, em atenção à probabilidade de que o titular venha a existir em breve e por razões de conveniência social. Questão que tem suscitado amplo debate na sociedade brasileira diz respeito à chamada proteção jurídica dos embriões, especialmente em face dos procedimentos de fertilização in vitro. Os embriões somente se tornam nascituros no momento em que são implantados no útero materno. Por isso, não gozam de personalidade, nem sequer têm interesses futuros e eventuais tutelados pela legislação. Ainda assim, há autores que sustentam que os embriões in vitro têm direito à vida e ao tratamento digno, por serem potencialmente pessoas humanas. A proposta deve ser examinada com extrema cautela, porque poderia criar obstáculo jurídico insuperável à discussão de temas importantíssimos, como as pesquisas com células-tronco e a descriminalização do aborto. A melhor abordagem aqui parece ser a imposição, em procedimentos de fertilização e pesquisas científicas que possam resultar no descarte de embriões humanos, de deveres de segurança e cuidado compatíveis com a especial natureza dos embriões, sem, contudo, pretender lhes atribuir personalidade jurídica. Nessa direção, o Enunciado n. 2 da I Jornada de Direito Civil afirma: “Sem prejuízo dos direitos da personalidade nele assegurados, o art. 2º do Código Civil não é sede adequada para questões emergentes da reprogenética humana, que deve ser objeto de um Estatuto próprio”. (Fonte: Código Civil Comentado)
 

24 janeiro 2022

“Nós sufocamos os homens” (05/03/2014, Páginas Amarelas de VEJA)

 

Entrevista com a escritora americana Camille Paglia, sob o título  “Nós sufocamos os homens”, reportagem de Mariana Barros, nas Páginas Amarelas, da Revista Veja, do dia 05 de março de 2014

Camille Paglia



A escritora americana diz que a prevalência dos valores femininos nas casas, nas escolas e nos governos “apagou” a masculinidade do mapa e deixou os homens perdidos
Por Mariana Barros

As mulheres ganharam. Ou, pelo menos, a maneira feminina de encarar o mundo vem levando a melhor – e isso não é necessariamente bom, diz Camille Paglia. Para ela, a valorização das características associadas às mulheres emparedou os homens e fez com que certas virtudes masculinas caíssem perigosamente em desuso. Em entrevista a VEJA, a autora de Personas Sexuais mostra que, aos 66 anos, continua sendo uma fervorosa dissidente do feminismo ortodoxo dos anos 60. Segundo ela, ao priorizarem o sucesso profissional, as mulheres da sua geração deram “de cara com a parede” – e em breve verão que as felizes de verdade não são as ricas e bem-sucedidas, mas as que, em vez de correr atrás do sucesso, se dedicaram a construir grandes famílias.

As mulheres venceram? Nosso mundo político e econômico certamente não é regido pelas mulheres. Os homens ainda são maioria, talvez porque seja mais fácil para eles trabalhar harmoniosamente em equipe. As mulheres, porém, reinam nos domínios emocional e psicológico. Valores femininos como cooperação, sensibilidade e compromisso hoje são promovidos em todas as escolas públicas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Fico preocupada com isso. Não é responsabilidade escolar moldar ou influenciar o caráter dos alunos. Então, sim, há uma vitória feminina no sistema de educação, e é por isso que tantos meninos se sentem sufocados ou presos nesse ambiente governado por mulheres.

Essa constatação veio da sua experiência de ser mãe de um menino? (Camille adotou Lucien, hoje com 11 anos) A maternidade apenas confirmou minhas opiniões. Nos meus trabalhos, sempre parti de uma observação social, e não de teorias criadas a priori. Ser mãe me permitiu outras descobertas, entre elas a existência de uma rede de mulheres com enorme poder de organização e capacidade de administrar o próprio tempo.

Mas os homens estão mais frágeis? A masculinidade tradicional está numa encruzilhada. O que os homens podem ser? Como eles podem se diferenciar das mulheres? Alguns não veem problema em receber ordens delas. Mas, para outros, é como se a masculinidade tivesse sido apagada, como se eles tivessem perdido sua posição dentro da família. Sentem-se sufocados e precisam estar com outros homens. Aí entram a pornografia, os clubes de strip-tease, os esportes: é quando os homens escapam para o mundo deles. Chutar uma bola no meio do campo é muito revigorante e bom para escapar das mulheres.

Em outras palavras, elas fazem com que eles se sintam errados o tempo todo? Sim! Em uma palavra: sim! Houve um tempo em que homens faziam coisas que as mulheres não podiam fazer. Então, ninguém questionava se eles “eram homens” ou não. Eu lembro que, em casa, depois do jantar, os homens ficavam na sala, falavam de carro, assistiam a algum esporte na TV. Enquanto isso, as mulheres conversavam arrumando a cozinha. Hoje, elas querem que o homem seja igual à mulher. Querem falar com ele do mesmo jeito que conversam com as amigas. Isso é com os gays! Os gays conversam por horas, fofocam, falam sobre a vida pessoal... Os héteros não. Eles não querem aprofundar-se nos sentimentos. Há um grande desentendimento no casamento moderno porque mulheres e homens não têm tanto em comum assim. Quando nasce uma criança, então, o homem é marginalizado. Pode escolher entre escapar de casa e ser apenas mais um dos planetas orbitando ao redor do “Sol”. Famílias de classe média são basicamente ambientes femininos. Tudo é bom e gentil, e os homens têm de mudar seu comportamento para se encaixar nelas. As mulheres pedem a eles que sejam o que não são e, quando eles se tornam o que não são, elas não os querem mais. “Ah, meu marido é meu terceiro filho, é meu bebê.” Ouvimos isso o tempo todo. O problema número 1 é que as mulheres não estão receptivas aos homens. Elas precisam ouvi-los. O feminismo é duro demais com eles.

Ao longo do tempo, as mulheres incorporaram alguns atributos masculinos. Diz-se frequentemente que agora é hora de eles incorporarem atributos femininos. A senhora não concorda? Não. No que diz respeito aos governos ocidentais, por exemplo, a tendência é agirem no estilo “estado-babá”, cheios de complacência e cuidados, atributos associados ao universo femininos. Só que isto está incapacitando as nações de ficar seriamente em alerta contra as ameaças de terrorismo, por exemplo. As sociedades ocidentais são ingênuas e complacentes ao imaginar que todo mundo é naturalmente benevolente. Várias grandes civilizações entraram em colapso por se apresentar vulneráveis. A compaixão e a sensibilidade femininas são virtudes positivas, mas as maiores conquistas nas áreas de cultura e tecnologia ainda requerem certos traços masculinos, bem como planejar a defesa de uma sociedade sob ameaça de ataque.

Essa “lacuna” explicaria o fato de existirem poucas mulheres no poder? O líder de uma nação tem de ter diferentes atributos. Precisa saber compor, comandar, controlar os nervos – precisa combinar qualidades masculinas e femininas. Falta às mulheres uma educação voltada a desenvolver visões de longo prazo, capacidade de decisão, pensamento militar. Essa história de ser carinhosa e ter compaixão já está resolvida – vamos parar de falar disso. O que não é valorizado como deveria é a capacidade de decisão. E, do jeito que as mulheres são educadas, não vejo como essa mudança pode acontecer. Por exemplo: liderar uma nação significa cuidar também de suas questões militares. Isso requer um tipo de personalidade firme e assertiva. Por isso, em vez de estudarem questões de gênero, as mulheres que querem ascender politicamente deveriam estudar história militar e economia. Não é fixando proporções – “as mulheres têm de representar 50% dos legisladores” – que produziremos lideranças. O Brasil não tem a mesma obsessão pela questão militar que os Estados Unidos, por isso vocês têm uma mulher presidente.

Como a senhora avalia uma eventual candidatura de Hillary Clinton à Presidência em 2016? Hillary Clinton é completamente incompetente. Em tudo o que fez, não teve êxito. Seu currículo segue em branco, sem nenhuma grande conquista, exceto ter se casado com Bill Clinton. É incrível como temos poucas candidatas. Sempre achei que a senadora democrata Dianne Feinstein, da Califórnia, deveria ter tentado concorrer à Presidência, e não Hillary Clinton. O que precisamos aprender é como exercer a liderança e nos comunicar com as pessoas sem que nos sintamos diminuídas, da maneira como a Hillary Clinton faz. Ela é estridente, irritante, sempre sorrindo, sorrindo, sorrindo. E é mal-humorada, tola – o oposto do que queremos de um líder. Continuar a impulsioná-la vai atrasar a evolução feminina em décadas.

Quais as perspectivas femininas para as próximas décadas? Eu vejo um mundo muito instável à frente, tanto política quanto economicamente. Acho que essa maneira de encarar as coisas baseada em gêneros está errada. É como se as mulheres tivessem respostas para tudo. E, se não estão felizes, a culpa é dos homens. Temos de olhar para a natureza da vida moderna, para o nosso isolamento psicológico, para essa quebra da família tradicional, transformada em pequenos núcleos. Tudo isso resulta em ansiedade. As mulheres sentem que têm de ser essas pessoas bem-sucedidas, tudo na vida delas tem de estar relacionado com o poder feminino, com “encarar obstáculos”. É um modo de vida muito estressante.

E ainda há a questão não resolvida de como conciliar carreira e vida pessoal. Por que isso continua a ser um sofrimento? O feminismo cometeu o engano de tentar reduzir a vida feminina às conquistas profissionais. Uma coisa é exigir que se retirem as barreiras para o avanço social das mulheres e que se ofereçam a elas oportunidades, promoções, salários etc. Outra é supor que essas conquistas suprirão as demandas da vida pessoal – não suprirão. Questões pessoais são de uma natureza diferente das profissionais: têm a ver com sexo, procriação e viver a vida. Essas feministas anglo-americanas dos anos 60 têm uma visão mecânica do que é viver. Há ainda um grande problema com o sistema de carreira moderno. O modo de progredir profissionalmente faz com que seja difícil para elas lidar com os homens em pé de igualdade. A mulher precisa ter uma vida dupla: ser ambiciosa e dominadora no escritório, mas adaptar-se em casa para ser sexualmente desejada e emocionalmente carinhosa. Minha prioridade sempre foi esta: temos de parar de culpar os homens e começar a olhar o sistema e as mudanças ocorridas no trabalho e nos lares no último século.

Quais seriam as transformações mais significativas? Uma das que mais merecem atenção é o isolamento feminino. As pessoas amam ter privacidade, ter sua própria casa. O resultado disso é uma quantidade tremenda de trabalho doméstico que recai sobre as mulheres e do qual elas têm de dar conta sem a ajuda de outras mulheres. Não muito tempo atrás, as pessoas viviam em uma espécie de tribo, em que umas olhavam pelas outras. Minha mãe se lembra disso em sua infância na Itália. As mulheres reuniam-se, pegavam suas crianças e iam lavar roupa nas pedras. Havia uma comunidade de mulheres, uma vida social construída a partir dessas atividades. Hoje estamos muito felizes com as nossas máquinas de lavar e secar, mas o que isso significa? Isolamento total! A mulher está isolada, desconectada do mundo feminino. Quando você é parte de um grupo, você sabe quem você é, não precisa ir descobrir.

Recentemente, a senhora foi criticada por declarar que as mulheres deveriam pensar melhor no que vestem para não ficar tão vulneráveis. O que quis dizer? Eu apoio totalmente as mulheres que se vestem de maneira sexy. Mas quem faz isso tem de compreender que sinais está enviando. Quando disse isso, estava me referindo às garotas americanas brancas de classe alta, que frequentaram as melhores universidades e terão os melhores empregos. Elas usam roupas sexy, mas seu corpo está morto, sua mente está morta. Elas nem entendem o que estão vestindo.

Por que esse diagnóstico se restringe às americanas? Mulheres na Itália, França, Espanha, Brasil e outros países da América do Sul comunicam melhor sua sexualidade, estão mais confortáveis com seu corpo. Afro-americanas também sabem fazer isso. Mas as mulheres americanas brancas que estão cursando as melhores universidades... oh! Bom, você deve se lembrar de Sexy and the City. Elas são espertas e ambiciosas, mas vivem uma situação em que fazem sexo com uma incrível quantidade de homens e de repente é o homem quem escolhe com quem vai ficar e quando é a hora de casar. E, quando resolvem casar, querem as de 20 anos. É muito difícil. Antigamente não se fazia sexo antes de casar. Mas hoje... as mulheres são tediosas.

Tediosas? Quando eu vou a Nova York vejo essas mulheres nas ruas: bem cuidadas, lindas, bem-sucedidas, graduadas em Harvard, Yale e... tediosas! Te-di-o-sas. Não têm nenhuma mística erótica. Acho que o número de homens gays vem aumentando porque os homens são mais interessantes do que as mulheres.

Onde elas deveriam buscar a felicidade? Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da raça humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditaram que podiam ter tudo: ser bem-sucedidas e mães aos 40 anos. Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas, mas com as mulheres de classe média que conseguiram produzir grandes famílias. 

29 setembro 2018

O que é ser uma mulher?




Há algo de sinistro ou até diabólico na alegria das aborteiras irlandesas, felizes de obter o "direito ao aborto" em um país ex-católico. Nunca entendi muito toda esta festa pelo "direito ao aborto", entendo que no melhor dos casos seria um mal necessário, mas motivo de alegria?

Estamos falando de sacrifícios humanos afinal (um feto é um ser humano, pois não? ainda que não plenamente desenvolvido).

Mas também o motivo pelo qual isto choca pode ser que as mulheres estão neste mundo principalmente para ser mães. Nem todas podem ou querem, é claro, e isto não necessariamente as diminui, porém biologicamente a função da fêmea é parir e criar os filhos.

O que é ser uma mulher? Não acho que mulheres tenham necessariamente que ser mães, mas mulher em geral é quem cuida. Seja dos filhos, seja dos maridos, seja em profissões adequadas aos seus talentos naturais (enfermeiras, professoras, babás, assistentes sociais, hum, será que devo incluir prostitutas?) 

Houve algumas boas mulheres cientistas, é verdade, e também algumas boas líderes mulheres, mas são mais exceção do que o caráter geral. Seu principal talento não está no estudo nem na política. 

Porém, várias mulheres são boas artistas, em especial nas artes visuais, na performance musical (mas não na composição) e na poesia. Para os romances, elas tem menos fôlego, mas existem algumas boas escritoras, se bem que quase todas assexuadas ou lésbicas. Eu ia dizer que mulheres também parecem ter menos talento para o cinema, mas houve ao menos a Leni Riefehnstal, e possivelmente existam outras. Mas em geral o talento das mulheres nesta área está mais na atuação.

De fato, todas as mulheres são atrizes consumadas, façam disso profissão ou não. Mulheres são excelentes em fingir e em manipular. Não sempre por motivos ruins. É apenas parte do charme feminino, e fazem isso instintivamente, talvez até inconscientemente. Não é que necessariamente sejam desonestas, é que por vezes terminam acreditando nos próprios fingimentos. 

Mulheres também são mais práticas do que homens e tendem a ter uma visão mais madura das coisas. Homens podem ser tolos, desorganizados e infantis. Em alguns homens, só uma boa esposa dá um jeito.

Mulheres são obcecadas com a aparência - delas e das rivais. O principal defeito das mulheres talvez seja a vaidade. O que é uma tolice pois a beleza nas mulheres passa rápido. Segundo Schopenhauer, seriam como libélulas que perdem as asas logo depois da reprodução. Mas o velho Schops não tia boa opinião das mulheres, se bem que, segundo as más línguas, isso é porque foi rejeitado por uma novinha.

(Mulheres raramente gostam de filósofos; Nietzche também penou e, segundo a lenda, a mulher de Sócrates era uma bruxa. Por outro lado, elas parecem gostar de líderes de cultos religiosos exóticos). 

Talvez os homens valorizem demais a beleza (e por vezes até o caráter) das mulheres, o que termina criando problemas para elas e para nós.

A mulher de melhor caráter e que é melhor companhia raramente é a mais bela, mas há exceções, como em tudo na vida.

Mulheres não são perfeitas, mas em média são melhores do que os homens. Porém, os homens tem maior variação, e portanto altos mais altos e baixos mais baixos. (Em tudo: caráter, inteligência, talento, bem como nos aspectos mais negativos da existência).

Mulheres são parte essencial da vida e da sociedade. Ruim com elas, pior sem elas.




Ruivas naturalmente empoderadas.


14 abril 2017

Feminismo e Masculinismo (Mr X)




Pessoalmente, vejo o masculinismo como uma mera reação tardia ao feminismo, que é um movimento que, basicamente, faz as mulheres defenderem coisas que: a) são ruins para os homens e b) são ruins para elas também.

Epa! Mas por que as mulheres defenderiam coisas que são ruins para elas?

Ué, uma das mais incríveis "conquistas" do feminismo foi a de fazer as mulheres se interessarem em ter uma "carreira", ao invés de serem donas de casa com filhos. De lambuja, os poderosos conseguiram duas coisas com isso: 1) reduzir os salários médios (antes o salário de um único homem poderia manter uma família inteira; agora quase sempre os dois precisam trabalhar e ainda pagar uma creche onde deixar a criança), e 2) reduzir a demografia branquela, pois é difícil conciliar trabalho e filhos. 

Trocar a vida de mãe pela vida em um cubículo oito horas por dia parece ser algo que só uma pessoa muito estúpida poderia fazer, mas, grande parte das mulheres acreditou que era uma grande troca, que elas teriam maior "independência". Como naquele programa de TV: "você quer trocar a máquina de lavar por uma meia furada?" "Siiim!"

Está certo, por um lado a carreira deu realmente maior independência financeira à mulher, liberando-a assim (em teoria) para poder escolher um parceiro sem a pressão de ter que ficar com alguém que pudesse mantê-la. Digo em teoria, pois, na prática, não foi bem o que aconteceu. Na verdade, só aumentou o patamar das exigências das mulheres. As mulheres que trabalham continuam querendo alguém que ganhe mais do que elas, então, se elas ganham bem, vão querer alguém que ganhe ainda mais. Isto deixa grande parte dos homens de fora. (Algumas mulheres, é verdade, preferem investir em "bad boys" vagabundos ou criminosos que ganham pouco, mas estas são raras e em geral de baixa classe ou têm problemas mentais.)

A questão da sexualidade também foi outra forma em que as mulheres (e os homens) foram enganados. A tal revolução sexual era, supostamente, para resultar em mais e melhor sexo para todos. O que ocorreu no fim foi o contrário. Alguns garanhões, e algumas vadias, conseguiram mais sexo (e mais DSTs). Mas para o homem médio beta, e para a mulher média, o resultado foi a falta de parceiros. Ninguém está querendo casar, uns por medo de virarem cornos, outros por não terem dinheiro para cobrir todos os caprichos da mulher moderna, outras por medo de serem abandonadas depois de engravidar.

Certo, mas você que está lendo não quer ouvir mais reclamações, quer soluções, certo? Então escute aqui as dicas sobre como obter mulheres na Era do Feminismo!

1. Seja bonito. Mesmo se você não ganhar muito dinheiro ou não tiver outras qualidades, a beleza física costuma atrair as mulheres. Dizem que os homens são mais superficiais e se interessam apenas pela beleza, mas a verdade é que o homem médio termina descobrindo que não adianta idealizar a beleza se no fim a mulher logo depois de casar ela terminará virando uma gorda chata, então, o melhor é escolher pela personalidade. Mas mulheres não pensam assim, e muitas escolhem pela beleza mesmo, talvez pensando inconscientemente na beleza dos filhos. 

2. Seja rico. Se você não for bonito, uma carteira recheada é sempre um bom afrodisíaco. Algumas mulheres se importam menos com a beleza se tiverem acesso livre ao seu cartão de crédito!

3. Seja masculino. Mulheres, ou ao menos certas mulheres, parecem gostar de homens musculosos e porradões. Não sei dizer, pois odeio fazer musculação e sou mais magro e fracote do que o Seu Madruga, ainda que um pouco mais bonito, mas parece que funciona para alguns.

4. Seja extrovertido. Muitas mulheres adoram um homem com um "bom papo". Mas atenção, isto não significa alguém que saiba discutir sobre filosofia, literatura, ou, pior ainda, sobre tecnologia, computação e inteligência artificial. O que elas querem é alguém que sempre lhe diga que elas estão lindas, gostosas, etc, e que as façam rir. Não é preciso muita inteligência para isso! Mas é preciso extroversão e ousadia, coisa que o homem médio beta não tem.

Viram? É muito simples, sigam uma dessas quatro estratégias e chegarão lá. Agora, se você é feio, pobre, fraco e tímido, aí meu caro, realmente fica difícil. Nem as gordas, as velhas, as feias e as divorciadas com sete prévios filhos de pais diferentes irão querer você.

Mas veja pelo lado positivo: as mulheres que não casam e que não têm filhos tendem em geral a ser muito infelizes e frustradas, pois esta é a sua função primordial na vida. Porém, isso ocorre menos com o homem, que pode ocupar o seu tempo com outros afazeres. Muitos homens como Isaac Newton, Michelangelo, etc, etc, não casaram ou tiveram filhos e isto não os impediu de viver vidas extremamente produtivas e que em muito contribuíram com a civilização. 

Então, sugiro um monastério, a ciência, ou, se não for inclinado para a religiosidade ou a pesquisa, junte-se a um grupo de gamers e nerds. Ou, então, vire blogueiro!





Fonte: Blog do Mr X

13 março 2014

Necessidade da modéstia e decência na sala de aula


Gostaria de publicar um texto que serve, tanto como resposta às insídias maliciosa dos movimentos femi-nazis terroristas, quanto como um chamado honesto e sincero à reflexão por parte dos alunos, dentro do ambiente escolar, sobre como eles estão se vestindo e se comportando dentro dos muros da escola.

Primeiramente a resposta às femi-nazis que lutam pelo direito de serem vulgares, que pleiteiam o direito de serem vadias, que escrevem palavras obcenas em cartazes, e nos mesmos cartazes narram suas experiências mais tórridas e vícios mais pérfidos como se fossem virtudes cardinais.

Interessa obser-var, professores e alunos, que os argumentos feministas são totalmente rechaçados pelas próprias mulheres, mas as mulheres de sucesso. Margareth Thatcher, Denazir Bhutto, no Brasil, Princesa Isabel, as mulheres que realmente lutaram pelos direitos das mulheres nos anos 50 a 70, Maria da Penha, as repórteres mais conceituadas, como Rachel Sheherazade, Fátima Bernardes, economistas famosas como Miriam Leitão, Marcelle Chauvet, todas elas são mães de família, profissionais competentes, esposas dedicadas a seus maridos, se vestem com decência e se comportam com modéstia.

O raciocínio sofístico das feministas é que não são elas que devem se vestir com decência, mas os homens que devem respeitar os limites. Esse raciocínio é natimorto e o estão sacudindo como se estivesse vivo. Então não devemos trancar nossas casas, nossos carros, não devemos tomar cuidado ao andar de noite, afinal de contas não somos nós que devemos zelar pelo nosso patrimônio, mas os assaltantes que não devem cometer crimes.

Esse raciocínio feminista é um raciocínio tão abortado como os seus filhos que miseravelmente foram concebidos em seus ventres mais cheios de perfídia que do feto que ali se desenvolve porque não é razoável. Não é homem que abusa de mulheres na rua, não é homem que assalta uma casa, não é homem que pratica um assassinato, ou que mata uma pessoa inocente na rua para facilitar o roubo, mas um desajustado social.

Perceba a malícia feminista (não é feminina, mas feminista) de lançar a culpa de estupros, de abusos, de violência contra suas intimidades, que já são quase tão conhecidas quanto o Cristo Redentor, em todos os homens. Isso é ridículo.

O homem ajustado, ao ver uma mulher vulgar, esse sente pena, sente nojo, faz careta, ou simplesmente ignora, porque no Brasil, um país em que nádegas femininas passam o dia todo na televisão e em que uma das atividades de lazer mais bem quistas, tanto por homens, quanto por mulheres, é ir às praias, piscinas, ou outras formas de banho público, a nudez, ou a quase nudez não choca tanto.

Lançar a culpa de estupros, violências, abusos sofridos por algumas mulheres e praticados por uma minoria de homens que, em nada representa o padrão da conduta masculina, não é justo, nem adequado. Se as mulheres forem em boates destinadas ao público GLS, talvez outra mulher invada sua intimidade, não que o comportamento homossexual seja mais atrevido, ou mais promíscuo, mas porque desajustado por desajustado, pode ser tanto do sexo feminino, quanto do sexo masculino. São pessoas desajustadas, em certo nível, podendo até dizer que são doentes, necessitando, ou de tratamento, como aquele dado a Manoel Duda, ou de serem encarcerados numa cela cheia de outros desajustados para sentirem na própria pele o que suas vítimas sentiram e, mais que isso, repensarem suas atitudes.

Nesse contexto, a única pessoa que se beneficia em tomar medidas protetivas ao próprio patrimônio é o proprietário, quem se beneficia com seguro é o segurado. Quem é a pessoa mais beneficiada com a modéstia, com a decência? Evidente que é a pessoa que age com modéstia e decência.

Por isso que dentro do ambiente escolar, o uso do uniforme deve ser respeitado, tendo em vista que a liberdade excessiva nesse sentido pode gerar abusos, ainda mais por falta de referencial em casa por parte de muitas mães.

Caso haja impossibilidade de se adotar uniforme escolar, professores e diretores têm a obrigação de fazer valer sua autoridade, uma vez que autoridade não é uma faculdade, mas um dever: “eu sou autoridade na minha sala de aula e eu não quero aluno mal vestido”; “diretor é autoridade na escola e não quero aluno mal vestido na escola”. Essa postura parece chocar em épocas de relativismo moral como vivemos, em que a única virtude aceita pelos politicamente corretos é ser um banana, um covarde, um frouxo, no entanto, professores, diretores e funcionários devem cobrar a modéstia no vestir, tanto no ambiente escolar, quanto nos eventos promovidos pela escola e também na vida fora da escola por parte dos alunos.

Os funcionários da escola, se mulher, deve demonstrar ser uma esposa dedicada, mãe zelosa com seus filhos, feliz e satisfeita com a condição feminina que possui. A professora que passa a idéia de uma ansiedade na igualdade entre homens e mulheres, além de demonstrar que mulheres são inferiores aos homens, pois se fossem superiores não queriam igualdade, ignoram que já há igualdade entre homens e mulheres, exceto pelos benefícios a mais que as mulheres possuem. Rachel Sheherazade disse certa vez e eu já citei neste blog que:

Mas, se ainda assim, as mulheres insistem em se igualar aos homens devem começar abdicar da conveniente redoma que as protege das missões mais duras e das críticas mais espinhosas.

É proibido por lei mulher receber menos que o homem se executar as mesmas atividades e em igualdade de condições, a mulher tem um direito de 15min de intervalo quando do início de horas extras (art. 384 da CLT), a mulher se aposenta mais cedo que o homem, dentre outros benefícios que elas possuem por serem mulher, como licença maternidade, pausas para amamentação, dentre outros.

Se o funcionário da escola for homem, deve demonstrar equilíbrio, respeito e admiração pela mulher, convidando os alunos a apresentarem o mesmo comportamento, afinal de contas, não se mostra que se gosta de mulher com submissão e satisfação dos próprios desejos, mas com educação, respeito e admi-
ração. Se não tem esse comportamento para com as mulheres, pode ser que goste de mulher, mas não goste tanto quanto deveria. Alunos homossexuais devem ser educados a respeitar as diversidades também, pois muito se fala da tolerância quanto aos homossexuais, mas pouco se fala da tolerância dos homossexuais para com os heterossexuais e é isso que gera o comportamento destrutivo e ofensivo por parte de algumas minorias exaltadas.

Tanto homens quanto mulheres devem educar, também pelo exemplo, pelo respeito, pela subordinação. Normalmente mulheres ocupam cargos de chefia e homens cargos subalternos. Homens acatarem ordens superiores com alegria e préstimo é uma excelente catequese aos alunos. Mulheres que ocupam postos elevados se comportarem e se vestirem com decência é uma excelente forma de educar pelo exemplo.

Conclusão: 1 - As feministas, ao colocarem a culpa da violência contra a mulher nos homens, genericamente falando, estão cometendo uma injustiça, porque não são homens que praticam violência, mas criminosos, independente que sejam homens, mulheres, homossexuais, lésbicas, ou pansexual; 2 - A modéstia e a decência é um expediente em que o maior beneficiado é o seu praticante; 3 - Homens e mulheres devem manter uma relação saudável, discreta e respeitosa dentro do ambiente de trabalho,  sob  pena  de,  pelo exemplo,  acabar  se  incentivando que alunos ajam de
maneira semelhante, ou justificando atitudes piores por parte deles; 4 - Dentro do ambiente escolar, o que deve transparecer na mulher é a satisfação da condição de mulher, mãe e esposa, enquanto o homem deve demonstrar caridade respeitosa (caridade, porque carinho pode ser mal interpretado), educação e reverência à figura feminina.

Eu já disse certa vez que a mulher que quer se igualar ao homem, na verdade, quer se rebaixar e reafirmo o mesmo. A figura pretensamente machista do homem trabalhando e a mulher cuidando da casa e da educação dos filhos, com certeza coloca a mulher numa função de grau de importância soberba que, se ofendida, acaba por desmoronar toda uma tradição moral, toda uma identidade social. De outro lado, a figura da feminista, mostrando os seios em manifestações nas ruas é uma figura perversa, assassina (aborto), infeliz consigo mesma, pois quer se igualar ao homem e que em nada contribui para o regular
desenvolvimento da humanidade, mas a volta à barbárie, sem contar que as verdadeiras mulheres que merecem nossa admiração e alcançaram enorme sucesso são mulheres decentes, modestas, trabalhadoras, mães exemplares e esposas dedicadas.



Essa posição não desmerece a mulher, pelo contrário, a coloca numa posição venerável.

Fonte: Professores de Direita
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