O colapso da sociedade atual se dará muito menos por questões políticas, corporativas e econômicas do que por questões sociais, morais e ideológicas (embora, no final das contas, será uma combinação de todos estes fatores). O desequilíbrio tácito das relações entre homens e mulheres e a alteração drástica da dinâmica entre os gêneros masculino e feminino — com a balança sempre favorecendo as mulheres, dada a quantidade absurda de privilégios institucionais e governamentais dos quais elas usufruem — está invariavelmente levando a sociedade global em direção a um colapso derradeiro, que atualmente se mostra inevitável.
E isso está ocorrendo majoritariamente por conta de uma questão muito elementar: há algumas décadas, as mulheres decidiram que não precisavam mais dos homens (ao menos para determinadas questões) e optaram por substituí-los pelo estado. A fatura desta decisão, no entanto, se aproxima e se aproxima muito rápido, à medida em que as consequências deste problema gradualmente dilaceram a sociedade.
A desenfreada promiscuidade feminina, o poder desproporcional das mulheres sobre os homens e os privilégios que o estado de bem-estar social paternalista conferiu às mulheres são os sórdidos elementos que nos trouxeram até este estágio atual. Agora estamos na fase que precede um colapso derradeiro e inevitável. Mas vamos entender melhor esse cenário.
Há décadas, desde o fim do tradicionalismo familiar e patriarcal, as mulheres estão se casando cada vez mais tarde. Até o início da década de 1970, as mulheres se casavam no princípio dos seus 20 e poucos anos, e haviam tido em média apenas um parceiro antes do seu marido. A partir da década de 1980, foi se tornando cada vez mais comum as mulheres se casarem cada vez mais tarde; com 25 anos de idade, 30 anos ou até mais. Atualmente, o número de namorados e de parceiros sexuais que as mulheres tiveram antes do casamento pode chegar às dezenas. Sim, a revolução sexual fez com que as mulheres se tornassem absurdamente promíscuas e degeneradas, e afirmar isso publicamente não é politicamente correto. Você pode se tornar um alvo da esquerda progressista militante e da histeria totalitária feminista. Mas isso não muda o fato de que tal constatação é verdadeira.
Atualmente, algumas mulheres podem até afirmar que elas são tradicionalistas e conservadoras. Mas a grande maioria delas não é de fato e nem sequer se aproxima disso. São mulheres convencionais que se consideram conservadoras, sem o ser propriamente. No mundo ocidental contemporâneo, praticamente todas as mulheres são liberais progressistas, mesmo que elas não saibam disso de forma consciente ou se recusem a admitir isso abertamente.
Para provar isso, basta você falar a qualquer uma delas que as leis feministas e misândricas que são aprovadas corriqueiramente pelo Congresso Nacional deveriam ser todas abolidas imediatamente; então você verá elas protestarem de maneira feroz e contundente. Inclusive os ditos “conservadores”, que — assim como as militantes feministas e os ativistas progressistas —, não se opõem de maneira alguma a uma sociedade de infinitos privilégios e benefícios para as mulheres, todos devidamente custeados com o dinheiro do contribuinte. Se tem um assunto no qual “conservadores” 2.0 e ativistas progressistas jamais discordam é o de uma sociedade de inúmeros privilégios para as mulheres.
Ao analisar a sociedade contemporânea e contemplarmos todas as anomalias que podem ser interpretadas como pontos de ruptura, percebemos uma verdade irrefutável: as mulheres foram absurdamente corrompidas, em todos os sentidos — sexual, moral, social e econômico. Ou quem sabe elas nunca tenham sido corrompidas de fato, elas sempre foram assim. A sociedade contemporânea, no entanto, as liberou para serem o que de fato elas são, sem precisar ter receio de represálias ou consequências. E é fundamental enfatizar que três ideologias foram responsáveis pela liberalização desenfreada das mulheres: o liberalismo, o progressismo e o feminismo. E a parte mais impressionante disso tudo é a capacidade delas em negar ostensivamente essas verdades autoevidentes, e tentarem se isentar de toda e qualquer responsabilidade. Elas desejam que os homens continuem a encará-las como fadas graciosas e encantadas, independente da conduta, da postura e do comportamento que elas adotam, das roupas que vestem e das políticas que elas apoiam. São como eternas adolescentes mimadas; a culpa por todos os problemas que as afetam é sempre do mundo e dos homens, que não atendem aos seus devaneios infantis, histriônicos, egocêntricos e completamente divorciados da realidade.
A verdade é que ao longo das últimas décadas, as mulheres foram paulatinamente doutrinadas para substituir os homens — especialmente seus pais e maridos — pelo estado. De maneira que as mulheres julgaram ter conquistado uma “independência” que na verdade nunca existiu. Elas simplesmente transferiram sua dependência dos homens para o estado de bem-estar social paternalista. Na verdade, os homens continuam sendo os maiores produtores e pagadores de impostos da sociedade (contribuem com cerca de 70%, enquanto as mulheres pagam os outros 30%). Os homens são diretamente responsáveis por transferência de renda, seja para o estado, seja para as mulheres — para estas, diretamente, ou indiretamente, através do estado. E ainda que exista transferência de renda de mulher para homem, estas configuram-se apenas como exceções pontuais, ocorrendo muito raramente; tanto que, para a equação do problema em si, estas exceções constituem uma fração tão irrelevante que podem ser totalmente desconsideradas.
As mulheres são também as maiores responsáveis pelo déficit da previdência. Afinal, os homens se aposentam mais tarde (com 65 anos), portanto contribuem mais. As mulheres se aposentam mais cedo (com 60 anos), portanto contribuem menos. No entanto, como agravante desta situação, em um país como o Brasil, a expectativa de vida das mulheres (de 80 anos) é superior a dos homens (de 73 anos). Portanto, os homens têm que trabalhar mais tempo justamente para contribuir mais, com o objetivo de bancar o ônus deficitário gerado pelas mulheres, que vivem mais, porém se aposentam mais cedo. Tomando como média a expectativa de vida do cidadão brasileiro, os homens passarão 8 anos de suas vidas sendo sustentados pela previdência, enquanto as mulheres passarão 20 anos (portanto, mais que o dobro dos homens). Analisando estes fatos na prática, fica fácil perceber o tipo de “igualdade” defendido pelo feminismo.
Ou seja: os fatos mostram de forma incontestável que as mulheres não conquistaram independência alguma — usando o feminismo e o estado de bem-estar social, elas simplesmente ampliaram a escravidão sobre a parcela masculina da sociedade. De uma forma ou de outra, as mulheres continuaram a depender dos homens, só não diretamente. Elas apenas mudaram de patrão. Até a década de 1970, as mulheres viam os homens como provedores e como figuras de autoridade. Agora, elas podem ver os homens como insignificantes e deploráveis escravos simplórios. Atualmente, as mulheres respondem diretamente ao estado, a quem elas consideram o seu majoritário benfeitor. No entanto, é fundamental entender que as mulheres nunca conquistaram uma genuína emancipação econômica, apenas a liberação social.
A possibilidade de sexo sem compromisso e promiscuidade desenfreada foram fatores diretamente responsáveis por arruinar a sociedade, a instituição do casamento e as taxas de natalidade. Pela primeira vez em sua história, metade da população dos Estados Unidos está solteira. A irrefreável hipergamia feminina faz as mulheres descartarem até 80% dos homens na busca por um parceiro quando, já na casa dos 30 e poucos anos — depois de “aproveitarem” a juventude —, elas decidem se casar. No tradicionalismo clássico, homens e mulheres se casavam jovens com a finalidade de construir um patrimônio e passar uma vida inteira juntos. Esse período nem foi tão distante assim. Foi como nossos avôs e avós viveram suas vidas.
Atualmente, no entanto, a situação é muito diferente: as mulheres gastam a juventude em promiscuidade desenfreada e depois procuram um homem bem-sucedido, com uma carreira sólida, estável, bastante dinheiro e status social elevado para se casar. Ou seja, elas vão em busca de um homem que está “pronto”. Um indivíduo para o qual elas não contribuíram em absolutamente nada, no que diz respeito ao seu crescimento e sucesso profissional. Quando elas se divorciam, no entanto, elas exigem pensão e uma parte expressiva do patrimônio da sua vítima. E o estado dá esse direito a elas, por lei. Se a mulher, por sua vez, decidir não se casar ou por várias razões não conseguir um parceiro — porque os homens que são vistos como potenciais parceiros por ela estão em busca de mulheres mais jovens —, ela pode sempre solicitar algum benefício estatal para garantir o seu sustento.
Do auge do tradicionalismo para a decadência do liberalismo, foi a desenfreada promiscuidade feminina que colocou a sociedade em estado de total desordem. Mas não se preocupe — as mulheres jamais irão se responsabilizar por isso. Invariavelmente, feministas e progressistas, com total apoio e anuência de “conservadores” e cavaleiros brancos, vão construir alguma narrativa “plausível” para colocar toda a culpa pelo porvindouro colapso social nos homens. As mulheres, como sempre, serão tratadas como damas em apuros e pobres vítimas das circunstâncias. De fato, não é apenas o estado que procura preservar as mulheres de ter que lidar com as consequências dos seus atos: isso é uma programação cultural midiática derivada de uma engenharia social ideológica que romantiza a figura feminina, e que existe há décadas, tendo se instalado profundamente no consciente coletivo; por isso a sociedade sente-se compelida a preservar e proteger as mulheres acima de tudo, independente da conduta delas.
Hoje, é muito perceptível o tratamento maniqueísta que o onipotente estado ginocêntrico dispensa a homens e mulheres: homens são considerados o suprassumo do mal, criaturas capazes de cometer as mais deploráveis atitudes de crueldade e malevolência, enquanto as mulheres são seres honrados, castos e virtuosos, que agraciam nossas existências com suas majestosas e iluminadas presenças.
A jurisprudência ginocêntrica é, no mínimo, uma total deturpação da realidade. Isso leva o estado a tratar homens e mulheres de formas completamente distintas (mais um notável exemplo de “igualdade”). A verdade é que tanto homens como mulheres são capazes de fazer coisas boas ou ruins; no final das contas, ambos não passam de meros mortais. Mas não tente fazer um sistema altamente ideologizado compreender os fatos por uma perspectiva realista. Você estará perdendo o seu tempo.
Vamos analisar mais um exemplo da “igualdade” pregada pelo feminismo.
A promiscuidade feminina, sem dúvida alguma, é muito mais letal para o tecido social do que a promiscuidade masculina. Isso porque o estado não protege os homens das consequências da promiscuidade. Se um homem engravida uma mulher, ele terá que pagar pensão a ela para ajudar a sustentar o filho. Se ele não pagar, muito provavelmente ele será preso. Se o filho não for dele, ele será vítima de uma fraude de paternidade; em muitos casos, vários homens passam a vida inteira acreditando serem progenitores de pessoas que na verdade não eram seus filhos biológicos. Mas absolutamente ninguém se importa com isso. No exterior, alguns grupos de direitos dos homens lutam contra essas injustiças, mas geralmente eles são terrivelmente demonizados pela mídia corporativa mainstream, acusados de serem associações machistas de indivíduos misóginos e ressentidos. Na grande maioria das vezes, no entanto, esses grupos são simplesmente ignorados, como se nem sequer existissem. O desprezo absurdo do sistema pelos homens que defendem os seus interesses mostra quão irrealista é tentar classificar a sociedade ocidental de patriarcal. No ocidente, se você não venerar e idolatrar as mulheres com total devoção, reverência e adoração desmesurada, você será considerado um machista sexista opressor que odeia as mulheres. Não é sem motivo, portanto, que atualmente há uma irrefreável competição entre homens emasculados para ver qual deles é o mais serviçal do sexo oposto.
Com relação à promiscuidade feminina, no entanto, o estado age de maneira totalmente diferente. Por estar constantemente protegendo as mulheres das consequências da conduta desenfreada, é inevitável que — ao menos até uma determinada idade —, as mulheres não se sintam compelidas a se corrigir e a adotar uma postura mais civilizada. Por essa razão, elas adotam condutas absurdamente promíscuas sem problema algum, visto que elas não são obrigadas a lidar com as consequências desse comportamento. Invariavelmente, a promiscuidade feminina é diretamente responsável por dois problemas gravíssimos da sociedade: o agigantamento do estado e a implementação infindável de benefícios assistencialistas.
Esses são os principais motivos pelos quais o Brasil há décadas vive uma terrível epidemia de mães solteiras. Para reforçar a proteção estatal ao comportamento feminino degradante e a conduta desenfreada, o governo brasileiro recentemente deu mais um passo nesse sentido. Tudo indica que em breve o estado irá aprovar um auxílio mensal para mães solteiras, no valor de mil e duzentos reais (que ainda está em tramitação). Se isso vier de fato a acontecer, vamos ver uma verdadeira explosão de mulheres jovens em todo o país, que ficarão grávidas deliberadamente, para ter direito a mais esse benefício. O estado de fato substituiu os homens como provedores na vida das mulheres, e seu objetivo parece ser de fato torná-los completamente obsoletos (além de promover a total erradicação da família tradicional nuclear).
Infelizmente, a degradação social causada pelo feminismo e pelo liberalismo não é um problema exclusivo do ocidente. O Japão vive esta crise social de forma ainda mais aguda e pungente do que países ocidentais, como Brasil e Estados Unidos. O fenômeno social dos Hikikomori — homens jovens e até mesmo de meia-idade que se isolam completamente do mundo, passando a vida inteira dentro dos seus quartos — é a consequência do liberalismo desenfreado, da cultura feminista onipresente e do estado de bem-estar social ultra-parasitário. Os homens não se sentem motivados a ter carreiras e a trabalhar, pois terão que pagar impostos cada vez mais exorbitantes com a finalidade de transferir renda para pessoas (majoritariamente mulheres) que eles nem sequer conhecem e ter que sustentar filhos que nem mesmo são seus.
Para muitos homens, acaba sendo mais vantajoso ficar em casa sendo sustentado indefinidamente pelos pais. Afinal, por que trabalhar como escravo para o estado assistencialista, se você pode ficar em casa o dia inteiro jogando vídeo game, assistindo documentários e lendo mangás? O estado de bem-estar social japonês está fazendo aquilo que a social-democracia sabe fazer de melhor: destroçar todos os incentivos individuais para a maximização da produtividade e da geração de riquezas (além de promover a degradação moral). Com poucos casamentos e uma taxa de natalidade irrisória, o problema de uma previdência deficitária se mostra como uma crise inevitável, prestes a irromper. No entanto, a classe política japonesa enfrenta esse problema da única forma que políticos profissionais são capazes de enfrentar problemas: fingindo que ele não existe.
Para piorar a questão, a hipergamia desenfreada das mulheres japonesas faz com que elas nem sequer considerem como parceiro em potencial qualquer homem que ganhe um salário inferior a cem mil dólares por ano. Apenas 20% dos homens japoneses, no entanto, ganham salários tão elevados. A renda média anual de um homem japonês comum é de 19 mil dólares. Consequentemente, temos mais uma sociedade sofrendo de uma insolúvel e progressiva epidemia de solteiros, que vivem cada vez mais isolados e deprimidos. Os homens não trabalham porque não se sentem motivados a construir uma carreira. Se trabalharem, sabem perfeitamente que não conseguirão chegar ao patamar de sucesso e destaque que os possibilitaria chamar a atenção de uma mulher; afinal, isso ocorre apenas com uma diminuta porcentagem dos homens.
As mulheres por outro lado são narcisistas patológicas egocêntricas com Síndrome de Cinderela, que se recusam terminantemente a baixar as elevadas expectativas e os padrões irrealistas que elas alimentam com relação aos homens e a relacionamentos; para elas, portanto, é mais fácil continuar responsabilizando os homens por todos os problemas existentes e, para qualquer adversidade que elas venham a enfrentar, elas podem sempre contar com a proteção financeira e o amparo legal do estado.
Sem dúvida nenhuma, a misandria e o feminismo político se consolidaram como uma nefasta e atroz epidemia global. Com um sistema paternalista onde toda a jurisprudência ampara as mulheres, com cada vez mais leis e benefícios para elas, um colapso social e econômico não apenas é inevitável, como se aproxima rapidamente. Em vários países (como o Brasil), casamentos são cada vez menos frequentes, mas os divórcios crescem em ritmo alarmante (70% deles são iniciados pelas mulheres). Consequentemente, as taxas de natalidade declinam consideravelmente; portanto, é inevitável que o sistema previdenciário em breve entre em colapso em países como Brasil e Japão, para citar apenas estes dois exemplos.
Previsivelmente — completamente alheias ao que se passa no mundo real —, as mulheres continuam a exigir cada vez mais direitos, privilégios e benefícios. Vivem suas fantasias de Cinderela, sempre imersas em um gracioso conto de fadas colorido e infantil, onde errados são sempre os homens e o mundo que não atende aos seus caprichos e devaneios. E o que não faltam são políticos populistas, que estão sempre dispostos a explorar os anseios femininos e a fazer inúmeras promessas para as suas eleitoras, que eles sabem serem totalmente inexequíveis e irrealizáveis. O voto feminino sem dúvida alguma foi diretamente responsável pela popularização do socialismo e pela expansão irrefreável do estado.
Enquanto isso, os homens são sacrificados de formas cada vez mais contundentes e brutais pelo sistema. O índice de suicídios continua assustadoramente elevado entre os homens (homens respondem por 80% dos suicidas). O fardo econômico e social do sistema político sobre eles está cada vez mais insuportável; portanto, é totalmente compreensível que muitos homens decidam abandonar o matrimônio e, em muitos casos, até mesmo se isolar definitivamente da civilização. O sistema não se importa com eles. Por que eles deveriam se importar com o sistema? Construa sua cabana de madeira no meio da floresta, viva off-the-grid, plante o próprio alimento, aprenda a caçar, ou, se optar por continuar vivendo na zona urbana, use criptomoedas e pratique agorismo. A sua liberdade, no final das contas, depende inteiramente do estilo de vida que você leva. A verdade é que a ideologia feminista foi extremamente hábil em subverter o matrimônio, conseguindo transformá-lo em mais uma modalidade de escravidão sobre os homens.
De qualquer maneira, os homens estão despertando e percebendo que eles não têm absolutamente ninguém a quem recorrer; eles podem contar apenas com eles próprios para dar uma solução a suas vidas. O sistema ginocêntrico colocou inúmeros problemas na conta dos homens; no entanto, os homens estão percebendo que eles não têm a menor obrigação de consertar o mundo, tampouco de reparar problemas que eles não foram responsáveis por criar.
O feminismo conseguiu fazer as mulheres suprimirem sua própria natureza, levando-as a negar de forma ostensiva e intransigente seus anseios, dentre os quais podemos incluir a necessidade de presença masculina. A história nos mostra que, no final das contas, as mulheres sempre dependerão de alguém. Quando não é dos homens, é do estado que elas serão totalmente dependentes. No entanto, direta ou indiretamente, é sempre dos homens que as mulheres dependerão. Afinal, são os homens os maiores pagadores de impostos e, consequentemente, o estado age quase que exclusivamente como um agente para transferir renda. A vantagem, para as mulheres, é que quando o estado está no comando, os homens ficam destituídos de autoridade. Assim, elas podem ter acesso ao dinheiro e ao patrimônio dos homens, sem precisar respeitá-los.
Definitivamente, o contrato social entre homens e mulheres precisa ser renegociado. Enquanto isso não ocorrer, os homens estão no direito pleno de se afastar da civilização e viver fora do radar do sistema — que tem por único objetivo explorá-los indefinidamente, de forma brutal e implacável —, de maneira que eles tenham o controle pleno e absoluto da sua própria existência. Felizmente, os homens ainda possuem formas e maneiras de lutar contra a escravidão, ao menos a nível individual.
A verdade é que o feminismo, o progressismo e o liberalismo (social e cultural) não trouxeram absolutamente nada de positivo para o mundo. Causaram degradação e degeneração em larga escala e a ruína total da sociedade. Até mesmo pelo próprio fato de que — especificamente o feminismo e o progressismo — são ideologias de consumo, não de produtividade. Sua tarefa, da mesma forma que o socialismo convencional, não é agregar, construir e edificar, mas expropriar, desgastar e exaurir.
Depois do inevitável colapso da civilização, o poder de barganha voltará a ser dos homens; que definitivamente não devem abandonar o seu papel majoritariamente dominante para agirem como feministos submissos e desconstruídos. É fato consumado — e toda a história humana mostra isso de forma incontestável — que as mulheres precisam muito mais dos homens do que os homens precisam das mulheres. Jogue qualquer homem no meio da selva com uma faca e ele conseguirá sobreviver. Em pouco tempo, ele fará um fogueira, vai caçar algum animal pequeno para estripar e assar, e vai arrumar uma maneira de coletar água da chuva para se hidratar. Jogue uma mulher no meio da selva, e observe ela reclamar que está com fome, que tem medo de cobras e lagartos, e que não aguenta os mosquitos e pernilongos.
Fatores biológicos naturais mostram que é impossível haver igualdade ou equivalência entre homens e mulheres, em qualquer nível, seja ele corporal, emocional, psicológico, econômico ou social. Sempre que houver, tal igualdade será inerentemente artificial e vai gerar desequilíbrios sociais e econômicos de proporções titânicas.
Enfim, não precisamos ficar desesperados. Atualmente, o sistema é um insano e gigantesco castelo de cartas, prestes a ruir. O combalido sistema ginocêntrico construiu um artifício político e econômico simplesmente insustentável, e sua estrutura social já está se esfacelando. As rachaduras estão aparecendo, mas o sistema político as ignora, justamente porque é mais fácil ignorar o problema do que enfrentá-lo e admitir quais são as suas verdadeiras causas. Como a especialidade dos políticos é empurrar os problemas com a barriga ao invés de enfrentá-los de forma coesa e corajosa, quando o colapso irromper, será tarde demais para revertê-lo. Para todos aqueles que lutam por liberdade, esse evento será muito positivo. Por outro lado, para aqueles que são dependentes do sistema, será um evento terrivelmente catastrófico.
Em breve, os homens terão sua oportuna vendeta e sua total emancipação. O feminismo, o progressismo ideológico e o estado de bem-estar social misândrico escravizaram os homens de formas implacáveis, tanto quanto conferiu às mulheres um senso irrealista e desproporcional de importância, que as deixou ostensivamente arrogantes e prepotentes, além de absurdamente promíscuas, oportunistas e carreiristas. De qualquer maneira, o colapso social e político do sistema se aproxima. Será o evento contemporâneo análogo à desintegração do Império Romano, no final do século V. Pegue a pipoca e a cerveja. Será o espetáculo mais formidável que você verá em sua vida.