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07 março 2025

Joan Osborne - One Of Us




If God had a name, what would it be
And would you call it to His face
If you were faced with Him in all His glory
What would you ask if you had just one question

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah

What if God was one of us
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Trying to make His way home

If God had a face, what would it look like
And would you want to see
If seeing meant that you would have to believe
In things like Heaven and in Jesus and the Saints
And all the Prophets and...

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah

What if God was one of us
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Trying to make His way home

Tryin' to make His way home
Back up to Heaven all alone
Nobody callin' on the phone
'Cept for the Pope maybe in Rome

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah

What if God was one of us
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Trying to make His way home

Just tryin' to make his way home
Like a holy rolling stone
Back up to Heaven all alone
Just tryin' to make his way home
Nobody callin' on the phone
'Cept for the Pope maybe in Rome



09 outubro 2024

Acappella - Do You Love The Lord



Do You Love The Lord?
Você ama o Senhor?


Do you love the Lord?
Você ama o Senhor?
Are you taking the time to be reading His Word?
Você gasta tempo para ler a Sua Palavra?
Do you trust and obey each and every day?
Você confia e obedece a cada dia?
Do you love the Lord? Do you love the Lord?
Você ama o Senhor?
It's not for your brother; it's not kids at school,
Não é para seu irmão, não é para crianças na escola,
It's not for others to say.
Não é para os outros dizerem.
Decide for yourself live the golden rule,
Decida por si mesmo viva a regra de ouro,
Only you can choose the way.
Só você pode escolher o caminho.
Do you love the Lord?
Você ama o Senhor?
Are you taking the time to be reading His Word?
Você gasta tempo para ler a Sua Palavra?
Do you trust and obey each and every day?
Você confia e obedece a cada dia?
Do you love the Lord?
Você ama o Senhor?
It's not for your mom and it's not for your dad,
Não é para sua mãe e não é para o seu pai,
It's not for your Sunday school class
Não é para a sua classe de escola dominical
Decide for yourself to be good, never bad,
Decidir por si mesmo para ser bom, nunca mau,
Making your decision last.
Faça a sua última decisão.
Do you love the Lord?
Você ama o Senhor?
Are you taking the time to be reading His Word?
Você gasta tempo para ler a Sua Palavra?
Do you trust and obey each and every day?
Você confia e obedece a cada dia?
Do you love the Lord?
Você ama o Senhor?

03 fevereiro 2014

Tempos Perigosos: Rússia Ascendendo no Oriente Médio




James Lewis
Agora que os EUA fazem uma política de liderar dos bastidores, algumas potências mais sérias correm para preencher o vazio. E Obama está pronto para deixar isso acontecer, razão pela qual a Índia acaba de lançar seu primeiro porta-aviões de fabricação própria e o Japão está se rearmando para evitar que a China roube todo o Mar da China Meridional.
Quando os EUA saírem do jogo, o que virá não é amor e paz, ao contrário do que pensam os esquerdistas, profundamente iludidos. O que irá acontecer é uma disputa mundial para ver quem vai ser o “rei do pedaço”. Instabilidade produz guerra, como podemos ver nas manchetes de jornais. Obama derrubou o regime de Mubarak no Egito, um pilar de paz e estabilidade que durou trinta anos. Agora a guerra civil explodiu por todos os lados: Egito, Líbia e Síria. Grande coisa essa tão louvada “Primavera Árabe”. Os iranianos estão rindo a essa altura, se preparando para passar a perna no Ocidente mais uma vez.
E para mostrar sua profunda preocupação com a matança, Obama está mandando cartões postais da ilha de Martha’s Vineyard, onde passa férias, rindo e se divertindo.
Os árabes não estão rindo. No Egito, ambos os lados culpam Obama. Na Líbia e na Síria, os americanos também alienaram ambos os lados. E pelos bastidores, os sauditas estão pagando o exército egípcio para derrubar a Irmandade Islâmica, enquanto os barões do petróleo do Qatar tentam passar os sauditas para trás.
Israel é o único país democrático, estável e próspero da região, e observa com nervosismo enquanto seus inimigos matam uns aos outros. O Egito agora está em guerra com o Hamas em Gaza, onde a Irmandade Islâmica se abriga. E o Hezbollah está infiltrado na Síria, defendendo o regime dos rebeldes da Al Qaeda.
Na ausência da força e da confiabilidade americana, todos os protagonistas se voltam para a Rússia, que está emergindo:
 como defensora declarada do Cristianismo contra a perseguição muçulmana ao redor do mundo;
 como uma plausível negociadora de paz no Oriente Médio, com relações muito melhores com Israel, Arábia Saudita, Egito e Síria que as que os EUA têm hoje;
 como detentora do monopólio do fornecimento de gás natural para a Alemanha, com o consentimento do eixo franco-alemão;
 como o único país com um guarda-chuva nuclear confiável para proteger os amigos e deter os inimigos;
 como um país que entende o valor de mercados relativamente livres (veja o imposto uniforme de 14% que Putin acabou de introduzir na Rússia).
Vladimir Putin agora parece ser o herdeiro de Pedro I da Rússia, o czar modernizador. Essa é outra estranha reviravolta da história, mas fatos são fatos.
A Rússia de Putin não é um poder marxista imperialista. Isso é importante, porque costumávamos pensar em um império soviético expansionista. Hoje, Putin tem que ser prático para recuperar a força da Rússia depois de décadas de fracasso e decadência. Por isso ele está usando a Igreja Ortodoxa Russa como sua base ideológica para construir sua popularidade. Ele segue os passos dos czares. Até o momento, Putin não avança de maneira agressiva, buscando primeiramente o prestígio internacional, conquistas econômicas e influência nos países vizinhos. Uma das razões para isso é que ele tem um competidor global: a China.
Isso não quer dizer que ele é um cara legal, ou que a Rússia não irá buscar um poder maior. Putin é um imperador da Grande Rússia. A China, a Europa e o islamismo são suas maiores ameaças históricas. Mas, na era nuclear, há ameaças por todos os lados.
Por isso, Putin busca tomar o lugar dos EUA como poder decisivo no Oriente Médio. Ele também quer desempenhar um grande papel na próxima OPEP, baseada no gás e no óleo de xisto. E também gosta de provocar os EUA.
A surpresa maior é que, ao contrário de Obama, o presidente mais antiamericano que já existiu, Vladimir Putin emerge como um defensor de valores tradicionais ocidentais.
Isso é esquisito demais para você?
Para mostrar a seriedade da Rússia no Oriente Médio, Putin visitou pessoalmente e buscou contato com todos os protagonistas, incluindo o regime de Sisi no Egito, Israel, a Síria de Assad e a Arábia Saudita. Todos agora estão buscando seu apoio.
Faz sentido. Suponha que você seja o general Sisi do Egito, tentando governar uma nação no caos. Quem você quer para garantir sua segurança? Um autodepreciativo e traiçoeiro Obama, ou um implacável, mas coerente Putin?
A resposta é clara.
Isso também se aplica a Israel, que não quer uma guerra com o Irã, mas não pode confiar nos malucos de Teerã. Somente a Rússia tem a vontade e o respaldo militar para manter os mulás em seus lugares. Os EUA têm o poder, mas não mais a vontade ou a confiança de seus aliados.
Se Putin se voltar contra os mulás, eles não têm como ganhar. Ele é perigoso demais, com uma força nuclear intimidadora e que ele está disposto a colocar em ação se Teerã em algum momento representar ameaça. Os mulás sabem o que Putin fez à Chechênia muçulmana depois dos ataques terroristas em Moscou e na Bielorrússia. O exército russo é brutal e indiscriminado. Eles não têm medo da histeria esquerdista ocidental. Obama pode ansiar por ser adorado, mas Putin quer ser temido e respeitado. Putin é um homem, com valores masculinos. Obama não.
Nossos aliados da OTAN agora estão felizes em comprar a proteção nuclear de Putin em vez de uma América fraca e vacilante. Esta semana, as forças aéreas francesas e russas estão fazendo treinamentos conjuntos. Não é coincidência.
Na política internacional, os poderes sérios prevalecem. Ninguém irá apostar sua sobrevivência a uma pequena seita de egoístas iludidos da Casa Branca. Homens como Putin irão mastigá-los, cuspi-los e pedir mais.
Durante o Império Soviético, a ascensão da Rússia teria sido má notícia. Hoje em dia, talvez dê aos EUA espaço para respirar e consertar o que está errado em casa.
Poderiam começar introduzindo o imposto uniforme de 14%, uma ideia criada nos EUA, mas que sua classe política vê com desdém.
Se o imposto uniforme funciona na Rússia, vejamos outra glasnost e outra perestroika, mas desta vez na América, se suas próprias ideias políticas voltarem do exterior.
Depois de Obama, parece que irão precisar. 
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do American Thinker: Dangerous Times: Russia Rising in the Middle East


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