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21 agosto 2024

Islâmicos defendem casamento de adultos com crianças

Maomé consumou seu casamento
 com Aisha quando ela tinha 9 anos


O CII (Conselho da Ideologia Islâmica) do Paquistão defendeu o casamento de adultos com crianças ao decidir que as leis civis do país que proíbem esse tipo de união não são islâmicas. 



Ao final de uma reunião na semana passada, o CII comunicou que, de acordo com o Islã, não há idade mínima para o casamento. 


Acrescentou, contudo, que o rukhsati (a consumação do casamento, ou seja, o primeiro relacionamento sexual do casal) só é permitido quando marido e mulher atingirem a puberdade.

O CII é uma entidade constitucional que assessora o Legislativo, mas não tem prerrogativa de aprovar leis.

Pela legislação paquistanesa, a idade mínima para o casamento é de 18 anos para homens e de 16 para mulheres.

A manifestação do Conselho da Ideologia teve como base a vida conjugal de Maomé. O profeta teve 12 mulheres, e a sua preferida era Aisha, com quem se casou quando ela estava seis ou sete anos. O rukhsati ocorreu quando Aisha tinha 9 anos e ele, 50.

O Paquistão é uma república parlamentarista islâmica. Tem mais de 170 milhões de habitantes — mais de 95% deles são islâmicos.

Maulana Mohammad Khan Sheerani, presidente do CII, afirmou que a governo precisa mudar a lei do casamento para torná-la mais compatível com os fundamentos do islamismo, permitindo, inclusive, que o homem possa se casar com mais de uma mulher.
Paraíso islâmico



Fonte: Paulo Lopes

28 abril 2024

Sobre mulheres e armas (sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016)

Alguém pediu para que eu escrevesse sobre "teoria de gênero" mas acho isso meio complicado e chato. Vou escrever sobre mulheres e armas.


Uma jornalista dinamarquesa reclamou que "os homens europeus estariam se feminizando" e que "não estariam protegendo as mulheres dos estupros" que ocorrem hoje na Europa. 

Pode até haver algo de verdade, mas confesso que achei a reclamação uma tolice. Décadas de feminismo, que inclusive transformaram o jornalismo em uma profissão de maioria feminina (era quase que totalmente masculina), martelando que homens e mulheres são "totalmente iguais", e agora elas reclamam que o homem se "feminizou", e que a culpa pelo que está acontecendo é dele.

Não. Como as feministas bem dizem, a culpa pelo estupro é do estuprador. A culpa é dos imigrantes morenos paquistaneses, árabes e africanos e de quem os trouxe. Os alemães estavam muito bem com as alemãs, os suecos estavam muito bem com as suecas, e o número de estupros e assédios era mínimo. Nossa, o alemão ou sueco médio tem dificuldade até em passar uma cantada, imagine um estupro ou assédio! 

O problema surge apenas quando você traz para seu meio massas de homens de uma cultura ou etnia mais sexualmente agressiva, onde a mulher é tratada como lixo. Agora os alemães e suecos serão obrigados a andar com armas e "proteger suas mulheres" de uma ralé imunda que nem deveria estar ali. Mas o que podemos fazer? A elite adora "dividir e conquistar", e ainda dizer que é culpa do branquelo de não integrar os invasores direito. (Por que o imundo do Soros não morreu ainda? Por que este lixo senil e inútil ainda é levado a sério em vez de estar na cadeia?) 

É como a questão das armas. Armas são necessárias para a autodefesa quando existem muitas pessoas violentas (e armadas) na sua cidade ou região. O multiculturalismo com seus milhões de tribos no mesmo lugar só piora isso. Os Amish não precisam de armas para se protegerem uns dos outros. 

Mulheres e armas. Um tema interessante, de qualquer forma. A maioria das mulheres, segundo pesquisas, são a favor do desarmamento, bem mais do que os homens. E no entanto as mulheres, ou ao menos algumas mulheres, acham fascinantes homens violentos e armados. 

Vejam esta cena de "Um dia de fúria", no qual a garçonete (a atriz é a irmã da Michelle Pfeiffer) primeiro olha para o nerdão de óculos com desprezo, e logo seus olhos se iluminam quando ele saca a arma. 

Vejam esta outra cena de "Os Bons Companheiros", no qual a moça confessa que fica excitada quando o seu namorado gangster saca uma arma e usa e abusa de violência.

Está "no gene" das mulheres a busca por homens fortes que as protejam, mesmo que, às vezes, essa violência termine sendo dirigida contra elas mesmas. Neste caso, a reclamação da jornalista dinamarquesa por homens mais másculos e violentos, pode ser melhor compreendida.

Adendo: Isto não quer dizer que as mulheres só gostem de "bad boys", ou que os homens se dividam em alfas, betas e ômegas, como querem alguns neo-masculinistas armênio-iranianos. Ao contrário, as mulheres tendem a levar em conta uma série de qualidades, inclusive, em grande medida, a atração física (com exceção das mulheres extremamente bonitas; estas, eu creio, possuem outra psicologia).

Por exemplo, qual dos dois homens abaixo uma mulher "average" preferiria, o alfa feioso, ou o beta sensível atraente?

Alfa
Beta

A solução não é a de "masculinizar" os homens na base da porrada na cara a partir dos quatro anos de idade, como parece que fazem os ciganos. A solução é voltar a uma sociedade mais homogênea, sem tribos hostis no meio da população. Violência? Sim, caso necessária, contra os invasores. Mas sem a necessidade de uma constante sensação de medo e insegurança o tempo inteiro. Para isso, já existe o Brasil!

Para concluir, terminemos falando sobre o triste caso de Adrienne Shelly, atriz judia protagonista de alguns dos filmes independentes mais bacanas dos anos 90, que morreu há alguns anos atrás, enforcada no conforto do seu lar por um imigrante equatoriano ilegal (ele ainda disfarçou a morte como suicídio e quase escapou).

É, talvez se a atriz tivesse uma arma, tudo seria diferente. Mas, se não houvesse tantos "imigrantes ilegais" para começar, ela nem precisaria pensar em ter uma.

Bem, são as ironias da vida, não é mesmo?  





FONTE: Blog do Mr X


26 abril 2023

Distorcendo a Bíblia para oprimir cristãos

Fonte da imagem: AQUI


O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (judeus e cristãos), "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados."

Numa nova e perversa alteração à opressão que os cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo egípcio está a usar um Jesus islamizado para promover os objetivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egito, projetam o pensamento islâmico sobre os cristãos: por exemplo, as igrejas coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).
Para além disso, os coptas foram também acusados e raptar e torturar as moças coptas que se convertem ao Islã (quando na verdade os muçulmanos que se convertem ao cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de coptas que foram martirizados (porque no Islã, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").
Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egito - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele apoiava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).
O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egito - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista o primeiro a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) -, não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."
Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis – devem ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).
Burhami diz ainda: “é impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.”
Em vez disso, segundo o líder salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que é um defensor daSharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos romanos. 
Logo, ao darem a César o que era de César - e, como segundo Burhami, não há separação entre a religião e o estado -, os judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido salafi do Egito, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.
No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os cristãos do Egito paguem ojizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram atualmente a forçá-los a fazer através da violência.
O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (judeus e cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos cristãos coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egito, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira categoria em seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projetar os piores traços do Islã para os cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projetar os melhores traços da civilização ocidental (ironicamente, provenientes do cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento cristão sob a espada do Islã.


Do The Commentator.

Tradução: Blog Perigo Islâmico

22 julho 2020

Reportagem do Fantástico fala sobre o tratamento da mulher no Islã

Foto de violência contra a mulher no Afeganistão: FONTE AQUI

Uma reportagem que teve a coragem de discutir um problema real que existe no mundo islâmico está sendo usada para se construir uma crise fictícia com o intuito de promover o islamismo no Brasil. Esta crise se constrói com os muçulmanos se fazendo de vítima (apesar do que a reportagem relatar ser a verdade) e usando a antipatia que muitos nutrem contra a Rede Globo. Ao invés de lutarem por leis progressistas que defendam direitos iguais para as mulheres, os muçulmanos defendem a lei islâmica (Sharia), com tudo aquilo que ela tem de retrógrado e ultrapassado.  

No dia 9 de junho, o programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, levou ao ar uma reportagem intitulada Mulheres são vistas como propriedades dos homens no Líbano.



A reportagem

A reportagem começa.

A reportagem especial deste domingo (29) investiga uma violência contra a mulher: por que, em alguns lugares do mundo, as mulheres ainda são tratadas como cidadãs de segunda classe e sofrem todo o tipo de abuso?

Segregação, maus tratos, mutilação de órgãos genitais, estupros, tortura dentro de casa, divórcios desejados pelas mulheres, mas dificilmente alcançados e crimes de honra em que o marido assassino sai praticamente impune.

O Fantástico vai mostrar mundos que não mudam. Homens que mandam. E mulheres que não querem mais obedecer.

A reportagem se baseia em estudos sérios, como um estudo da ONU relativo aos direitos das mulheres, que diz que:

No Egito, segundo a ONU, mais de 27 milhões de mulheres tiveram os órgãos genitais mutilados. No Iraque, mulheres são vendidas e estupradas.

A reportagem trata de assuntos que os leitores do Lei Islâmica em Ação já conhecem, tais como mulheres com direitos menores que os dos homens, abuso marital, estupro, vítima de estupro podendo ser presa por adultério ou por sexo ilícito. Trechos da reportagem narram que:

Dados da ONU mostram que no Iêmen, no Kwait, no Sudão, no Barém, na Argélia e em Marrocos, o marido agredir a própria mulher não é crime. Na Faixa de Gaza, em 2011, 51% das mulheres sofreram com a violência doméstica. No Líbano, não existe punição para o marido que forçar a mulher a fazer sexo com ele.

“Se um marido descobre que a mulher está tendo um caso, ele tem direito de matá-la. Mas se ela descobre que ele está tendo um caso e mata o marido, ela é condenada à prisão perpétua ou morte por enforcamento”, conta Tania Saleh, cantora.

Aisha foi abusada sexualmente por um amigo do pai e por estranhos. No fim, o estuprador ainda se sentiu no direito de dar uma lição de moral na vítima. “Ele disse que se eu fosse irmã dele ele teria me matado, porque eu estava fora de casa àquela hora da noite”, diz Aisha.  Aisha não foi à polícia porque teve medo.

Na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes e no Sudão, vítimas de estupro que procuram a polícia podem ser presas, por adultério.

E, no Egito, dados da ONU mostram que desde a queda do ditador Hosni Mubarak em 2011, mais de 90% das mulheres foram expostas a algum tipo de assédio sexual.


A reportagem também trata a febre de brasileiras que se casam com muçulmanos (assunto tratado no artigo Mulheres brasileiras enganadas por muçulmanos através de "namoro pela internet") e dos problemas muito comuns que decorrem destes relacionamentos, tais como perda da guarda dos filhos e até mesmo impossibilidade de deixar o país islâmico.





A brasileira Sheila tem duas filhas com um libanês. Depois de dois anos vivendo em uma rotina de agressões no Líbano, voltou ao Brasil e se separou do marido. “Quando você não sofre violência do seu marido, quem te agride fisicamente são cunhados, são primos, são outras pessoas da família que têm a liberdade de te corrigir”, explica a professora Sheila Ali Ghazzaoui.
Problemas como esse têm sido tão frequentes, e graves, que o Consulado do Brasil em Beirute resolveu fazer uma cartilha, um alerta para as mulheres brasileiras que pensam em se casar com libaneses e se submeter às leis extremamente patriarcais do Líbano.

A verdade é que a situação no Líbano não é das piores devido ao fato de ainda existir um grande percentual da população que não é muçulmana (entre cristãos e ateus), e ainda é possível existir movimentos em defesa dos direitos das mulheres (o problema maior acontece nos outros países de maioria esmagadoramente islâmica).

“Nós temos casos de violência doméstica, e até mesmo de estupros dentro e fora das famílias, mas não é nada alarmante. Neste ano, foi aprovada uma nova lei que protege as mulheres contra a violência doméstica que nós estamos implementando”, afirma cônsul-geral do Líbano em São Paulo Kabalan Frangie.

Mas as libanesas se cansaram de ficar em silêncio. Recentemente, mais de cinco mil mulheres, apoiadas por algumas centenas de homens, fizeram uma corrida pelas ruas de Beirute para reclamar mais espaço na sociedade.

Mas Nadine promete insistir nas próximas eleições. Aisha fala dos abusos sempre que pode, para expulsar o fantasma. Naíma dança com orgulho. E as ativistas correm contra as leis, contra o machismo e contra o tempo, fazendo o possível para chegar logo ao século XXI.


As reações, a fabricação de uma crise, e a Taquia

Depois da reportagem do Fantástico eu torçi para que a reação dos muçulmanos e muçulmanas brasileiros seria a de usarem esta oportunidade para denunciar os regimes islâmicos que mantém leis arcáicas, afinal, eles moram no Brasil e se beneficiam das nossas liberdades. Eu achava que eles, por morarem no Brasil, dariam mais valor à liberdade do que à lei islâmica (Sharia).

Lêdo engano.

Eu achava que os muçulmanos e muçulmanas brasileiros iriam se juntar a vozes de muçulmanas feministas e progressistas que, por exemplo, lutam contra os crimes de hora, como o grupo que lançou o filme The Honor Diaries, ou a ativista de direitos humanos do Bahrein, Ghada Jamshir, que luta contra o casamento temporário (prostituição religiosamente sancionada), ou iriam se juntar às centenas de milhares de mulheres iranianas que, desafiando o governo islâmico do Irã, mostram seus semblantes sem o véu na página do Facebook chamada My Stealth Freedom, lutando pela liberdade de escolha, de usar ou não usar o véu islâmico, mesmo sob o risco de serem presas ou suas famílias punidas.

Bem, exatamente o oposto aconteceu.

Os muçulmanos e muçulmanas usaram a reportagem para fabricarem uma crise, na qual dizem serem vítimas, e, deste modo, poderem fazer propaganda do islamismo no Brasil como se fossem “perseguidos.” Isto se chama taquia, a enganação sagrada: o islão permite que o muçulmano minta, se a mentira servir para a propagação do islamismo (lembre-se que o objetivo número um do islão é a implementação da lei islâmica, a Sharia, no mundo inteiro – isso é uma missão política, levada à cabo com fervor religioso).

Ao invés de lutarem para que os “paraísos islâmicos” adotem leis progressistas que efetivamente protejam as mulheres, eles adotaram a postura de quem deseja que nós “olhemos para o outro lado” enquanto eles mostram um lado róseo e irreal do islamismo, baseando-se em um passado glorioso inexistente e negando a situação presente nos países islâmicos, bem como nos guetos islâmicos da Europa.

A estatégia deles foi a de criar uma crise para se beneficiar dela (será que eles leram “Regras para os Radicais”, escrito por Saul Alynski?). 

Uma reação foi um protesto que o Consulado do Líbano apresentou ao Diretor de Jornalismo da Rede Globo de Televisão, Ali Kamel. Reação compreensível e esperada.

O que se seguiu é oportunismo.

O primeiro oportunismo foi a reação de um grupo islâmico brasileiro ameaçar processar a Rede Globo, caso ela não dê a este grupo um “direito de resposta.” Ora, isso nada mais é do que uma tentativa de ganhar tempo gratuito na TV para pregar o islamismo. Afinal, quem este grupo islâmico representa? Ele foi mencionado na reportagem? Processar os outros visando ganhos financeiros (ou silenciar oponentes) é uma estratégia conhecida como Jihad Legal.

O segundo oportunismo foi a criação de uma página do Facebook, chamada de “Manifesto pela Honra Libanesa”, convidando para uma manifestação a ocorrer no dia 9 de julho, em frente à sede da Rede Globo em São Paulo. A chamada, que mostra uma mulher em um niqab, diz 
Como já é de conhecimento de todos o programa Fantástico, da Rede Globo de televisão, exibiu uma entrevista no domingo, dia 29, denegrindo a mulher Muçulmana, Cristã Ortodoxa, e todos árabes libaneses e descendentes. A reportagem se referia ao modo como as mulheres são tratadas pelos maridos, matéria tendenciosa, preconceituosa e manipuladora. 
Capa da página no Facebook chamando para a manifestação contra a Globo. A foto associa a mulher libanesa com o niqab, a vestimenta que cobre o corpo todo (deixando apenas os olhos à mostra), que é marca registrada da forma mais virulenta de islamismo: o wahabismo saudita.


Interessante, diz-se “denegrindo a mulher Muçulmana, Cristã Ortodoxa, e todos árabes libaneses e descendentes” e mostra-se uma mulher de niqab? Desde quando o niqab representa as mulheres do Líbano? A maioria das libanesas não usa véu! Este fato já define bem o objetivo desta página e desta manifestação: propaganda wahabista.

O truque da página é o de apresentar uma visão sanitizada do islamismo, bem como o de usar a antipatia que muitas pessoas nutrem contra a Rede Globo para angariar suporte e simpatia (em que pese que a reportagem ter mostrado a verdade).

É interessante também ver os comentários escritos nesta página do Facebook, mas antes vamos nos ater ao wahabismo, que está entrando forte no Brasil.




Clique na Fotografia e Leia Texto sobre o ISIS

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Documentário: A PROSTITUIÇÃO NO MUNDO MUÇULMANO

Documentário: A PROSTITUIÇÃO NO MUNDO MUÇULMANO

11 junho 2017

O mito do muçulmano pacífico e moderado

9 de junho de 2017 - 19:24:34


“O Islã, assim como o deus romano Jano, tem duas faces.”

Abu Kasem

“O muçulmano militante é aquele que corta a cabeça do infiel, enquanto o moderado segura os pés da vítima.”

Dr. M. Sabieski


Quando os muçulmanos são minoria em determinado país, eles exigem mais e mais privilégios e direitos de minoria à nação hospedeira. Quando o número de maometanos cresce, seja pela alta taxa de natalidade, seja pela migração, tentam impor o código da sharia. Quando se tornam maioria, iniciam-se violências, morte e destruição no país hospedeiro, assim como limpeza étnica. Eis o pior tipo de deslealdade e hipocrisia.
E isso não foi exatamente o mesmo procedimento adotado por Maomé contra Meca? Enquanto era apenas um pregador sem poder, os versos eram pacíficos – ele até pronunciou alguns versos elogiosos aos deuses pagãos (os “versos satânicos”) para deixar os mequenses felizes. Contudo, quando se tornou poderoso, seu lado sombrio foi revelado e os versos corânicos começaram a perder a suavidade. Uma vez conquistada Meca, o verdadeiro Maomé estava diante de todos – ou conversão, ou a espada.
Embora os governos envolvidos gastem bilhões para proteger seus cidadãos do jihadismo islâmico, os responsáveis pelas decisões políticas falham em perceber a realidade. Eles cometem erro idêntico ao dos cidadãos de Meca, contemporâneos do “profeta”; conseguem perceber o impacto do Islã radical, mas não prestam atenção ao Islã moderado. Pouco compreendem que esse chamado Islã moderado é muito mais perigoso do que o radical porque aquele cresce e, silenciosamente, aniquila o anfitrião. É impossível a um muçulmano conviver numa sociedade não-islâmica sem a obrigação de convertê-la ao Islã pela força ou dissimulação. A jihad islâmica tem muitas faces.
Jihad não é apenas trucidar pessoas em nome do Islã; é também uma supressão sistemática da verdade e propagação de mentiras. Não fosse assim, como poderiam os muçulmanos moderados afirmar, a despeito das fortes evidências em contrário, que o Islã é uma religião pacífica?
O slogan “Islã é a religião da paz” está desatualizado uns 1400 anos. A semente de terrorismo está germinando dentro de cada muçulmano. Qualquer um que coloque um pingo de confiança em Maomé e em seu Alcorão preenche a mente com ódio injustificado e paranóia, além de ficar propenso a ter idéias destrutivas como as do profeta. A negra força do narcisismo de Maomé começa imediatamente a operar no crente.
Após muitos anos de guerra contra o terror, continuamos a ouvir a expressão “o Islã é a religião da paz”. Enquanto os tais muçulmanos moderados usam a expressão por razões óbvias, os que conhecem o Islã utilizam essa mesma expressão de forma sarcástica. O terrorismo está em cada célula do Islã. O Islã não consegue sobreviver sem o terrorismo porque o terrorismo é sua força vivificante. Aqueles que são contra o terrorismo não tem lugar no Islã – são infiéis, como disse Habis al-Saoub, em um escrito redigido em árabe, “A Martyr’s will”, citado por Spencer (2003, p. 23): “a afirmação do profeta Maomé, do sétimo século, é que abandonar a causa da jihad é um ato vergonhoso equivalente a deixar a religião islâmica “.
Da citação acima, fica evidente que a jihad em nome de Alá é parte integrante da vida do muçulmano. Violência contra o não-muçulmano não é uma deturpação do Islã, mas é confirmada repetidamente no Alcorão, nas haddith (ahaddith), nos exemplos de Maomé e nos códigos de cada escola de jurisprudência islâmica. Os terroristas muçulmanos não estão “sequestrando” o Islã, mas, de fato, restaurando-o. Sem o terrorismo, o Islã sufocaria e entraria em colapso em pouco tempo. A história do Islã é a de uma longa e milenar dança infernal de assassinatos, massacres, estupros e pilhagens, traições, armadilhas, tirania e tortura pelo mundo afora desde o dia de seu surgimento. A face pacífica do Islã é uma dissimulação, e o Islã político é a máscara da violência islâmica. Como o primeiro-ministro turco comentou (McCarthy, 2010, p. 39):
“Essas descrições são muito feias, ofensivas e um insulto a nossa religião. Não existe Islã moderado ou radical. Islã é Islã e fim de conversa”.
A única diferença entre um muçulmano pacífico e um terrorista é que terroristas estão ostensivamente em ação e não são tímidos em apresentar sua agenda a não-muçulmanos, ao passo que os moderados trabalham em silêncio e, portanto, são hipócritas. Muçulmanos não são uma minoria confiável, pois, tão logo o número e força aumentam, vão exigir impor suas leis islâmicas e sistemas ao país que os acolhera. Com efeito, o Alcorão os instrui a não viverem como minorias, mas a assumir o controle. E a lealdade é sempre para com o vasto mundo do Islã sobre quaisquer fronteiras nacionais. Um exemplo: o eminente imam [spokesman, no original] americano Siraj Wahaj sugeriu aos muçulmanos nos Estados Unidos (citado por Spencer, 2005, p. 45): “se os muçulmanos fossem espertos politicamente, poderiam tomar os Estados Unidos e substituir o governo constitucional por um califado”.
O Islã e o terrorismo são irmãos de sangue. Na sequência de dois ataques a bomba em Londres, um dos mais radicais grupos no Reino Unido, Al-Ghurabaa, pronunciou (Dawkins, 2006, p. 307): “qualquer muçulmano que negue que o terror é parte do Islã é ‘kafir’ [infiel]”. Os chamados muçulmanos pacíficos são muito calculistas e procedem de maneira mais sofisticada. Eis um exemplo: o influente americano convertido ao Islã Hamza Yusuf, em novembro de 2004, exortou os muçulmanos para que avançassem na conquista dos objetivos (Spencer, 2006, p. 189): “há épocas em que temos de viver como ovelhas para, no futuro, viver como leões”.
Isto é chamado al-taqiyya (fraude legal) e permite ao muçulmano, literalmente, negar qualquer aspecto de sua fé, e é definido como (Richardson, 2006, p. 172): “taqiyya é apenas desmentir a fé com palavras, enquanto o coração está tranquilo com a mesma fé”. Esses mesmos muçulmanos pacíficos (ou moderados) dão longos discursos sobre direitos humanos e valores democráticos e cantam os versos pacíficos do Alcorão, mas, uma vez que o Islã se torne poderoso, a canção terá uma outra afinação. Os conceitos fundamentais dos direitos humanos, desenvolvidos no Ocidente com a ajuda de John Locke e outros pensadores iluministas, não tiveram qualquer impacto sobre o Islã até o momento. Muçulmanos da linha dura admitiram tal fato abertamente. Em janeiro de 1985, Saeed Raja’i-Khorasani, o delegado permanente para as Nações Unidas da República Islâmica do Irã, declarou (Spencer, 2002, p. 104): “o próprio conceito de direitos humanos é uma ‘invenção judaico-cristã’ e é inadmissível no Islã”.
Os tais muçulmanos pacíficos não hesitariam em aplicar a cobrança do imposto “jyzia” sobre cristãos e judeus e tampouco em cortar as gargantas de hindus, budistas, sikhs, ex-muçulmanos, ateístas e agnósticos conforme a lei sharia. Bem lá no fundo, cada “fiel” é potencialmente o juiz e o carrasco de todo “infiel”. Afinal, terroristas e os muçulmanos pacíficos estão trabalhando para uma mesma causa: dominação do mundo em nome do Islã.
Uma vez que o mais nobre objetivo de um muçulmano é ajudar o Islã a dominar o mundo, esses moderados tentam descaradamente enganar os infiéis com sua lógica distorcida e mentira patológica. Eles repetem sempre as mesmas mentiras de novo e de novo, acreditando que virarão verdade pela repetição frequente. Se necessário, poderão distorcer o significado de versos do Alcorão de acordo com suas necessidades egoístas. O imam Ghazali disse que
“falar é um meio de alcançar objetivos. Se for possível atingir um objetivo louvável contando verdade e mentira, isso será contrário à lei se realizado com mentira porque não há necessidade disso. Quando é possível atingir um objetivo com mentira, mas não com a verdade, isso é permitido se o objetivo for permitido” (Shienbaum & Hasan, 2006, p. 63).
Como o imam Jafar Sadiq ensinou:
“Aquele que expõe algo de nossa religião [a infiéis] é como um que intencionalmente nos mata.”
“Tu pertences a uma religião que a qualquer um que a omita, Alá o honrará; e qualquer um que a revele, Alá o desgraçará e o humilhará.” (Richardson, 2006, p. 170)
Os muçulmanos pacíficos e os terroristas são dois lados da mesma moeda. Para um muçulmano pacífico, é muito fácil tornar-se terrorista. O ódio aos não muçulmanos é o princípio básico do Islã e violência é o desfecho. Como o aiatolá Sadegh Khalkhali, um juiz iraniano linha dura, declarou publicamente:
“aqueles que são contra matar não tem espaço no Islã. Nosso profeta matou com suas próprias e abençoadas mãos. Nosso Imam Ali matou mais de setecentos em um único dia. Se a sobrevivência da fé depende do derramamento de sangue, nós estaremos lá para cumprir o nosso dever” (Scott, 2002, p. 201).
Assim, quando o badalado muçulmano pacífico aparece como terrorista, não se trata de uma discreta escolha em sua mudança de status. Há um terrorista dentro de cada muçulmano, apenas aguardando a hora de sair. Um exemplo (Martin, 2010, p. 195). O Alcorão diz “e, quando os meses sagrados passarem, matai os idólatras, onde quer que os encontreis…” (sura 9:5*). O filho de um negociante paquistanês, inspirado por esses versos, fez um juramento:
“eu declaro na presença de Alá que eu abaterei os infiéis até o fim de minha vida. Que Alá me dê forças para cumprir o juramento”. Ao longo da história registrada do Islã, o Alcorão, o mais ímpio dos livros religiosos, tem transformado homens em monstros. Geração após geração, muçulmanos têm seguido essas palavras e feito delas armas de injustiça, opressão e dominação.

O terrorismo islâmico é um fenômeno complexo, em consequência, as personalidades dos terroristas mudam de pessoa a pessoa. Seria inútil tentar atribuir uma única e geral característica a todos eles. No Islã, terroristas podem assumir diversos papéis – alguns poucos, efetivamente, dispararão seus rifles ou detonarão os explosivos ou serão explodidos como homens-bomba. A “personalidade” de um político muçulmano, ou de um mulá, ou de um financiador do terrorismo islâmico, ou da iletrada senhora-burca (niqab, burqa, chador – o véu islâmico) que dá à luz uma dúzia de filhos porque uma família numerosa agrada a Alá, ou do singelo e pio muçulmano barbudo que paga regularmente o seu zakat à mesquita, é diferente da personalidade de um administrador, ou de um estrategista, ou a de um assassino, de um homem-bomba suicida. Esta é a essência da jihad que tem sido amplamente discutida em livros islâmicos sobre leis religiosas. Embora algumas diferenças sistemáticas possam ser discernidas entre aqueles que abraçam o terrorismo e aqueles que não participam de atos de terror, no fundo, eles têm idêntica configuração psicológica. Taylor e Quayle, dois ilustres pesquisadores do terrorismo religioso contemporâneo, concluíram que “o terrorista ativo não é discernivelmente diferente em termos psicológicos do não-terrorista; em termos psicológicos, não existem qualidades especiais que caracterizem o terrorista” (1994, p. 197).
Quem poderia negar o fato de que clérigos e líderes comunitários militantes são eleitos por esses muçulmanos moderados? Conquanto o expert em terrorismo Daniel Pipes estime que de 10 a 15 por cento dos muçulmanos apoiem a agenda jihadista, há indicações de que das várias partes do mundo islâmico esse número pode ser bem maior. Em fevereiro de 2005, durante um julgamento em Nova Iorque sobre financiamento de terrorismo, Bernard Haykel, um professor associado de estudos islâmicos na New York University, estimou que 90 por cento dos muçulmanos árabes apoiam o Hamas – a organização terrorista islâmica que explode civis em ônibus e restaurantes para promover seus objetivos de um estado palestino sob a sharia. O dr. Imran Waheed, o porta-voz londrino do “pacífico” grupo jihadista Hizb ut-Tahris, confirmou em maio de 2005 que 99 por cento dos muçulmanos no mundo desejam um califado para governar o planeta (Spencer, 2005, p. 192). Essas estatísticas confirmam que os muçulmanos que apoiam o terrorismo não são uma pequena minoria, mas, ao contrário, uma vasta maioria.
Na realidade, Islã pacífico não existe. Um muçulmano pacífico faz tanto sentido quanto um nazista pacífico. “Al Islam huwa al hall” (islam é a solução) não é um slogan gritado por terroristas muçulmanos somente, mas por todos os muçulmanos (Phares, 2005, p. 251). O substantivo “terrorista” ou “terroristas” não se refere necessariamente a alguém dentro de uma organização terrorista. Em um exército, nem todo mundo carrega uma arma. Há muitos membros não combatentes, como, por exemplo, contadores, cozinheiros, arrecadadores de fundos, especialistas em logística, médicos, enfermeiros ou recrutas – que podem ter um papel apenas passivo. No entanto, todos eles têm o mesmo objetivo: derrotar o inimigo. Similarmente, há diversas maneiras de apoiar a jihad, além da violência pessoal. Os muçulmanos pacíficos que conhecemos estão desempenhando esse papel de apoio passivo, e o objetivo final é conquistar o mundo para o Islã, limpando-o dos infiéis e sua civilização, até não sobrar ninguém.


Referências:

  1. (Eds) Shienbaum Kim and Hasan Jamal (2006); Beyond Jihad, Critical Voices from the Inside. Academica Press, LLC. Bethesda.
  2. Al-Kindy, Farahat (2005); The Comprehensive Guide For Da’wah In Mosques (Masjids). Ahmad Al-Fateh Islamic Center. Bassam Bokhowa Publishers. Bahrain.
  3. Dawkins, Richard (2006); The God Delusion. Bantam Press. GB.
  4. Downing, Terry Reese (2009); Martyrs in Paradise: Woman of Mass Destruction. Author House Publication. Bloomington. USA.
  5. Martin, Gus (2010); Understanding Terrorism: Challenges, Perspectives, and Issues. SAGE Publications Inc. California.
  6. McCarthy, Andrew C. (2010); The Grand Jihad: How Islam and the Left Sabotage America. Encounter Books. NY.
  7. Phares, Walid (2005); Future Jihad: Terrorist Strategies against the West. Palgrave Macmillan. NY. 8. Richardson, Joel (2006); Antichrist: Islam’s Awaited Messiah. Pleasant Word. A division of WinePress Publishing. Enumclaw.
  8. Scott, Peterson (2002); Me Against My Brother: At War in Somalia, Sudan and Rwanda. Routledge. London.
  9. Spencer, Robert (2002); Islam Unveiled: Disturbing Questions about the World’s Fastest-growing Faith. Encounter Books. San Francisco.
  10. Spencer, Robert (2003); Onward Muslim Soldiers: How Jihad still threatens America and the West. Regnery Publishing. Washington DC. 12. Spencer, Robert (2005); The politically incorrect guide to Islam (and the crusades). Regnery Publishing. Washington DC.
  11. Spencer, Robert (2006); The Truth about Muhammad. Regnery Publishing. Washington DC.
  12. Taylor, Maxwell, and Ethel Quayle (1994); Terrorist Lives. Brassey’s, London.


Nota do tradutor:
* “Tradução do sentido do nobre Alcorão para a língua portuguesa”, Dr.  Helmi Nasr.


Sujit Das vive em Mumbai, Índia, e é autor de vários artigos críticos ao islam e de dois livros, “Islam Dismantled: The Mental Illness of Prophet Muhammad” e “The Allah Delusion”. O autor pode ser contatado em: counter.jihad@yahoo.co.uk
Publicado originalmente em Faith Freedom.

Tradução: Rafael Stoll


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