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06 fevereiro 2025
18 janeiro 2025
140 mil escravas sexuais na Europa
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Filme: Hounddog (2007)
Por que Dakota Fanning está chorando ao cantar uma música tão alegre, tão
dançante, popularizada por Elvis Presley?
Assista ao filme "Hounddog", e descubra você mesmo. Não vai se
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28 abril 2024
Sobre mulheres e armas (sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016)
Alguém pediu para que eu escrevesse sobre "teoria de gênero" mas acho isso meio complicado e chato. Vou escrever sobre mulheres e armas.
Uma jornalista dinamarquesa reclamou que "os homens europeus estariam se feminizando" e que "não estariam protegendo as mulheres dos estupros" que ocorrem hoje na Europa.
Pode até haver algo de verdade, mas confesso que achei a reclamação uma tolice. Décadas de feminismo, que inclusive transformaram o jornalismo em uma profissão de maioria feminina (era quase que totalmente masculina), martelando que homens e mulheres são "totalmente iguais", e agora elas reclamam que o homem se "feminizou", e que a culpa pelo que está acontecendo é dele.
Não. Como as feministas bem dizem, a culpa pelo estupro é do estuprador. A culpa é dos imigrantes morenos paquistaneses, árabes e africanos e de quem os trouxe. Os alemães estavam muito bem com as alemãs, os suecos estavam muito bem com as suecas, e o número de estupros e assédios era mínimo. Nossa, o alemão ou sueco médio tem dificuldade até em passar uma cantada, imagine um estupro ou assédio!
O problema surge apenas quando você traz para seu meio massas de homens de uma cultura ou etnia mais sexualmente agressiva, onde a mulher é tratada como lixo. Agora os alemães e suecos serão obrigados a andar com armas e "proteger suas mulheres" de uma ralé imunda que nem deveria estar ali. Mas o que podemos fazer? A elite adora "dividir e conquistar", e ainda dizer que é culpa do branquelo de não integrar os invasores direito. (Por que o imundo do Soros não morreu ainda? Por que este lixo senil e inútil ainda é levado a sério em vez de estar na cadeia?)
É como a questão das armas. Armas são necessárias para a autodefesa quando existem muitas pessoas violentas (e armadas) na sua cidade ou região. O multiculturalismo com seus milhões de tribos no mesmo lugar só piora isso. Os Amish não precisam de armas para se protegerem uns dos outros.
Mulheres e armas. Um tema interessante, de qualquer forma. A maioria das mulheres, segundo pesquisas, são a favor do desarmamento, bem mais do que os homens. E no entanto as mulheres, ou ao menos algumas mulheres, acham fascinantes homens violentos e armados.
Vejam esta cena de "Um dia de fúria", no qual a garçonete (a atriz é a irmã da Michelle Pfeiffer) primeiro olha para o nerdão de óculos com desprezo, e logo seus olhos se iluminam quando ele saca a arma.
Vejam esta outra cena de "Os Bons Companheiros", no qual a moça confessa que fica excitada quando o seu namorado gangster saca uma arma e usa e abusa de violência.
Está "no gene" das mulheres a busca por homens fortes que as protejam, mesmo que, às vezes, essa violência termine sendo dirigida contra elas mesmas. Neste caso, a reclamação da jornalista dinamarquesa por homens mais másculos e violentos, pode ser melhor compreendida.
Adendo: Isto não quer dizer que as mulheres só gostem de "bad boys", ou que os homens se dividam em alfas, betas e ômegas, como querem alguns neo-masculinistas armênio-iranianos. Ao contrário, as mulheres tendem a levar em conta uma série de qualidades, inclusive, em grande medida, a atração física (com exceção das mulheres extremamente bonitas; estas, eu creio, possuem outra psicologia).
Por exemplo, qual dos dois homens abaixo uma mulher "average" preferiria, o alfa feioso, ou o beta sensível atraente?
![]() |
| Alfa |
![]() |
| Beta |
A solução não é a de "masculinizar" os homens na base da porrada na cara a partir dos quatro anos de idade, como parece que fazem os ciganos. A solução é voltar a uma sociedade mais homogênea, sem tribos hostis no meio da população. Violência? Sim, caso necessária, contra os invasores. Mas sem a necessidade de uma constante sensação de medo e insegurança o tempo inteiro. Para isso, já existe o Brasil!
Para concluir, terminemos falando sobre o triste caso de Adrienne Shelly, atriz judia protagonista de alguns dos filmes independentes mais bacanas dos anos 90, que morreu há alguns anos atrás, enforcada no conforto do seu lar por um imigrante equatoriano ilegal (ele ainda disfarçou a morte como suicídio e quase escapou).
É, talvez se a atriz tivesse uma arma, tudo seria diferente. Mas, se não houvesse tantos "imigrantes ilegais" para começar, ela nem precisaria pensar em ter uma.
Bem, são as ironias da vida, não é mesmo?
Para concluir, terminemos falando sobre o triste caso de Adrienne Shelly, atriz judia protagonista de alguns dos filmes independentes mais bacanas dos anos 90, que morreu há alguns anos atrás, enforcada no conforto do seu lar por um imigrante equatoriano ilegal (ele ainda disfarçou a morte como suicídio e quase escapou).
É, talvez se a atriz tivesse uma arma, tudo seria diferente. Mas, se não houvesse tantos "imigrantes ilegais" para começar, ela nem precisaria pensar em ter uma.
Bem, são as ironias da vida, não é mesmo?
FONTE: Blog do Mr X
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Um Dia de Fúria
15 novembro 2022
O caso da mocinha não-alienada
![]() |
A mocinha não-alienada compra um livro sobre um
marido que senta o cacete na esposa, força ela a ter sexo com ele numa relação
de submissão física, bate com a cinta, enforca com
a gravata e dá uns bons murros no rosto delicado dela.
Depois de ler o dito livro, a mocinha
não-alienada o guarda na estante, ao lado de Laranja Mecânica, um outro livro,
indicado pela professorinha de Sociologia, que conta a história de uma gangue
de jovens que espancam um sem-teto idoso, tacam pedras em mulheres e estupram
duas meninas com extrema violência.
Já é tarde. Mocinha não-alienada tem que
terminar de assistir o episódio de Game of Thrones. Sabe qual é? Aquele seriado que é
regado à tomadas rápidas de estupros, violência sexual e torturas de mulheres.
Eufórica e excitada, ela não pode perder o último episódio.
No dia seguinte, mocinha não-alienada levanta
cedo pra garantir um lugar confortável na sala de aula. É o dia em que seu
professorzinho make-love-not-war de Filosofia passará o filme Ensaio Sobre a
Cegueira, de Saramago, no qual mulheres cegas acabam sendo forçadas a fazer
sexo com velhos, com cenas que vão de meninas até idosas sofrendo estupros
coletivos.
Satisfeita com um dia produtivo na escola,
mocinha não-alienada chega em casa exausta — mas psicologicamente pronta, sem
abalo emocional, pois ainda precisa terminar a resenha do best-seller Memórias
de Minhas Putas Tristes, que o professor de Literatura passou, sobre um velho
que quer fazer sexo com uma jovem virgem enquanto ela dorme.
As horas vão passando e mocinha não-alienada
percebe que o debate presidencial americano vai começar. Enquanto guarda suas
lições na escrivaninha do quarto, todo decorado com pôsters de Ernesto Che
Guevara — o ditador que estuprava burguesas ricas e queria exterminar negras —
já deixa a TV no canal privado da BBC, emissora que tem as mesmas opiniões de
Mocinha não-alienada.
Eis então que mocinha não-alienada escuta
Hilary Clinton lembrando que Donald Trump disse, uns 20 anos atrás, como ele
gosta de vaginas, mas não é muito chegado em gordas.
De repente, mocinha não-alienada sente que
precisa entrar no Facebook pra escrever um post sobre como Trump odeia e apóia
a violência contra mulheres, e que somente o feminismo, movimento que ela
coordena no grêmio estudantil, é capaz de barrar discursos machistas como
esses.
Não sabe que pokemon é este? Eu dou a dica:
pelo dedo se conhece o leão.
(Do Facebook de Guilherme Gama: https://www.facebook.com/guilherme.gama.31)
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07 maio 2021
O pânico da "cultura do estupro" nas escolas
O sexo entre adolescentes muitas vezes é desconfortável e confuso. Mas isso não significa que todos os encontros sexuais entre eles sejam abusivos. Joanna Williams, da Spiked, para a revista Oeste, via OTambosi.
As escolas podem ter reaberto aqui no Reino Unido, mas muitas já estão envolvidas em um escândalo. Pipocam nas escolas particulares histórias que expõem e condenam a “cultura do estupro”, aparentemente desenfreada. Esse é o “momento #MeToo” do setor da educação, um longo acerto de contas tardio, os ativistas nos dizem — uma chance de enfrentar o sexismo, a misoginia e o assédio que supostamente assolam as salas de aula mais caras do país.
O “momento” começou com o Everyone’s Invited, um site e uma conta de Instagram lançados no ano passado e que reúnem “relatos de sobreviventes”. De início, suas páginas estavam cheias de alunas de escolas privadas detalhando tudo — de supostos estupros e agressões sexuais até piadas e insultos de cunho sexual. Alimentado pela cruzada da cobertura “progressista” da mídia, o interesse no tema disparou. Agora, perto de 8 mil incidentes foram registrados no site, enquanto o perfil no Instagram chegou a cerca de 37 mil seguidores — número não desprezível no Reino Unido.
No pano de fundo, ex-estudantes da Westminster School compilaram um “dossiê da cultura do estupro”. A Dulwich College denunciou os próprios alunos para as autoridades. Estudantes da Latymer School publicaram uma lista de exigências. O Ministério do Interior e o Departamento de Educação estão trabalhando com a polícia. O Departamento de Qualidade para a Educação e a Inspetoria das Escolas Independentes coordenam sua própria investigação. Escolas de onde surgiram acusações estarão sujeitas a inspeções-surpresa. Uma central de atendimento foi criada para relatos de incidentes. E, finalmente, a Secretaria de Educação terá de apresentar um parecer ao Parlamento.
Essa é uma reação enorme a uma questão que mal era discutida há dois meses. Ela é movida por uma suposição de que os testemunhos registrados são apenas “a ponta do iceberg” e que as escolas encobriram violências sexuais para proteger a própria reputação. Comissários de polícia relatam que a cultura do estupro não está restrita às escolas particulares, mas é endêmica no setor público e nas universidades também. Eles fizeram um apelo para que pais entreguem seus filhos para a polícia se suspeitarem de culpa.
Dizem que as denúncias de violência nas escolas podem ser o “próximo escândalo nacional”. Mas a rapidez com que estamos tratando essas alegações como fato e a aceitação cega de que os incidentes relatados nem dão conta da extensão real do problema sugerem que não estamos diante de um escândalo, mas de um pânico moral. Deve ser responsabilidade de todos parar e pensar antes de se apressar a reagir.
Precisamos ter em mente que, apesar das manchetes que juntam os dois (como o jornal The Times afirmando que o estupro é “normal” nas escolas particulares), “estupro” e “cultura do estupro” não são a mesma coisa. Enquanto o estupro é um crime muito grave, passível de punição com sentença de prisão longa, a “cultura do estupro” é usada como um rótulo abrangente para descrever um ambiente que objetifica as mulheres — a normalização da pornografia, dos insultos sexistas, de piadas degradantes, por exemplo. Não tem nada de bom, mas não é estupro.
Também vale lembrar que hoje a maioria dos adolescentes fica na escola até depois dos 18 anos, o que vai além da idade legal de consentimento. Não existem sugestões nesses relatos de que o assédio sexual contra as garotas está sendo cometido por professores ou adultos mais velhos. O que está sendo alegado passou a ser chamado de “assédio entre colegas”, ou seja, entre jovens mais ou menos da mesma idade.
Que adolescentes tenham interesse em sexo não é exatamente uma revelação. Com os hormônios em polvorosa, é um período em que a maioria das pessoas descobre sua sexualidade, pratica o flerte e experimenta relações. Isso é muitas vezes encorajado — ou, pelo menos, reconhecido — por educadores sexuais progressistas que muito raramente recomendam aos adolescentes simplesmente dizer não para o sexo. Os jovens de hoje vivem em um mundo estranho em que eles veem sexo e falam sobre sexo, mas só podem praticá-lo se seguirem mais regras e procedimentos que um jogo de xadrez.
Como qualquer pessoa que já foi adolescente sabe, os primeiros encontros sexuais raramente são champanhe, rosas e quartos de hotel luxuosos. A realidade do sexo entre adolescentes muitas vezes é desconfortável e confusa — tanto emocional quanto fisicamente. Mas isso não significa que todos os encontros sexuais entre adolescentes sejam abusivos. Precisa haver espaço para experimentação, o que significa cometer erros e até sentir arrependimento.
Muito da discussão atual apresenta as garotas como presas inocentes de garotos predatórios. Mas as meninas não são tão inocentes. Muitas gostam de se vestir de maneira provocante e chamar a atenção dos garotos. As adolescentes são tão capazes quanto os adolescentes de se embriagar e agir com imprudência. Claro, estar bêbado e usar roupas curtas não é um convite ao sexo. Mas absolver as garotas de toda responsabilidade pelo próprio comportamento não é bom para elas a longo prazo.
Alguns garotos claramente se comportam mal — talvez até de forma criminosa. Mas mesmo os adolescentes devem ser considerados inocentes até serem provados culpados. Se formos acreditar na vítima, precisaremos oferecer a mesma boa-fé ao acusado também. A justiça das redes sociais abre um precedente perigoso para todos os envolvidos.
Ser vítima de violência sexual é devastador. Mas ser publicamente acusado de algo que você não fez — ou fez involuntariamente — também pode mudar a vida de alguém. Não é fácil para um jovem pôr a vida nos eixos depois de enfrentar a vergonha e a humilhação públicas, o fim de amizades e de vínculos sociais, a revogação de vagas em universidades ou de ofertas de emprego. Isso pode ser justo se o devido processo legal foi seguido, mas não se você vê seu nome circulando sem ter a chance de explicar o seu lado da história.
Também vale considerar por que todo o foco do momento está nas escolas. A maior parte dos incidentes discutidos no site Everyone’s Invited não ocorreu nas escolas, mas em quartos, jardins, pontos de ônibus e parques. O foco implacável nas escolas particulares sugere que existe algo político — uma oportunidade de atacar instituições que há muito são odiadas como bastiões do privilégio e do elitismo. Garotos brancos e ricos são considerados um alvo legítimo por praticamente todo mundo.
As alunas das sofisticadas escolas particulares do norte de Londres estão em situação similar. Elas têm mais probabilidade de obter resultados melhores em exames, conquistar vagas nas melhores universidades, fazer trabalho voluntário no ano sabático e descobrir que as portas estão abertas para as melhores carreiras. Em uma sociedade que valoriza a vitimização, essas garotas descobrem — para seu próprio prejuízo — que não têm tanto valor assim na nova “escala de virtudes”. Ser vítima da cultura do estupro pode torná-las mais “normais” e “menos privilegiadas”.
É irônico que esse pânico moral a respeito do sexo entre adolescentes tenha explodido no decorrer de um longo período em que os jovens quase não foram à escola e raramente tiveram outras oportunidades de encontros ilícitos. Pelo bem de todos eles, os adultos precisam parar de mergulhar precipitadamente no pânico.
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