“O canto da coruja traz a morte, mas quando canta
Demófilo, é a própria coruja quem morre.”[1]
Como é interessante que o bom humor exista desde sempre. O rir é saudável, faz bem ao coração... desperta em nós a alegria de viver. Mas há uma tênue linha que diferencia o rir alegre, a brincadeira do bem e para o bem, do rir sarcástico, escarnecedor.
Quantos dos meus amigos de escola receberam apelidos os mais diversos, muitos dos quais até depreciativos, se vistos de outro ângulo, a exemplo de macaxeira, para aquele que era muito branco, boi para o irmão de macaxeira, por causa do porte avantajado, bicudo para um amigo meu um tanto-quanto dentuço, gata magra para um dos nossos colegas que era bem magrinho, chinês para um que tinha os olhos puxados, entre outros.
Diz a Escritura:
Como o louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira. (Provérbios 26.18,19)
Brincar é bom, mas há que se ter cuidado com os excessos e com o fato de que o outro pode não estar gostando da brincadeira.
Hoje em dia se fala muito em bullying, uma espécie de violência física e até psicológica para com os fracos e muitos de nós já sofremos de alguma forma desse abuso.
Diz a Escritura:
Diz a Escritura:
Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. (Salmo 1.1)
[1] Nicarco, escritor do período Grego-Romano (146 a.C. – 330 d.C.). O texto em grego (Nicarco, XI: 186) pode ser encontrado no Perseus (clique aqui).