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21 agosto 2024

SuperInteressante, Especial: Cabala







Cabala – Os Segredos do Misticismo Judaico

Primeiros passos

Todos os nomes da cabala

A um passo da eternidade

Por dentro do Zohar

Códigos Secretos


Safed, cidade sagrada

Sabedoria para todos

Em defesa da Cabala Pop

Em nome da tradição

Cabalistas em fuga

Rituais mágicos

O caminho das pedras

Os códigos escondidos na bíblia hebraica

Como funciona a Árvore da Vida


Porque as celebridades adoram a cabala




AQUIAQUI, AQUI

29 janeiro 2024

Judeus ficam surpresos quando leem Isaías 53.





¹ Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?
² Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
³ Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
⁴ Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
⁵ Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
⁶ Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.
⁷ Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
⁸ Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
⁹ E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
¹⁰ Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão.
¹¹ Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu Servo, o Justo, justificará a muitos; porque as iniquidades deles levará sobre si.
¹² Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores. 



19 setembro 2023

OS JUDEUS NO EGITO (Capítulo V)




Os judeus eram um povo de pastores, e a vida urbana num país estrangeiro não lhes ia com o genio. Na adaptação ao Egio perderam a independencia e tornaram-se lavradores comuns, dos que trabalhavam para o rei e eram tratados como escravos.


Ha cem anos atrás não podiamos ler a língua dos egipcios, mas logo que a chave dos seus hierogrifos (ou escritos sagrados) foi descoberta, defrontamo-nos com grande abundancia de informações historicas, de modo que hoje não dependemos apenas do Velho Testamento para o estudo desse periodo.

No seculo 15 A. C. o Egito fôra conquistado por uma tribu de pastores arabes, de nome Hyksos. Pertenciam á mesma raça semita dos judeus. Logo que se senhorearam da terra ergueram nova capital, centenas de milhas distante da velha cidade de Tebas – e por quasi trezentos anos permaneceram os senhores absolutos do vale do Nilo.

José veio ao Egito sob o reinado do Faraó Apepa, o ultimo soberano da dinastia Hyksos. Depois de muitas tentativas os egipcios conseguiram, afinal, libertar-se desses opressores. Chefiados por um rei nativo, de nome Ashmes (de Tebas) expulsaram os Hyksos e voltaram a ser os donos da terra. Isto veio dificultar a situação dos judeus, que se havia mostrado muito amigos dos expulsos. José ocupara alta posição na côrte dos Reis Pastores, e á custa do cargo muito favorecera a sua gente, com prejuizo dos naturais. Ninguem esquecia esse fato, e poucos se recordavam de que fôra ele o salvador do país durante o tempo das calamidades. Os judeus eram olhados com rancor, e desprezados.

Mas para os descendentes de Abraão a longa permanencia nos agradaveis vales do Nilo fôra uma benção. Até então haviam sido apenas pastores, amigos da vida simples dos campos. A emigração os pusera em contato com um povo que dava preferencia á vida urbana. Conheceram o luxo, as comodidades dos palacios de Tebas, Menfis e Sais. E breve começaram a desprezar as rudes tendas que por tantos seculos contentaram os seus antepassados. Por fim venderam os rebanhos e, abandonando as terras de Goshen, mudaram-se para as cidades.

As cidades, entretanto, já andavam superlotadas. Os recenvindos não foram vistos com bons olhos. Eram gente que viria tirar-lhes o pão da boca.

Não tardaram os atritos entre os da terra e os judeus, atritos que continuamente se foram agravando até degenerarem em conflitos. Por fim foi dada aos judeus a escolha: ou tornavam-se egipcios ou abandonavam a terra de adoção.

Metidos naquele dilema, os judeus tentaram um acordo, como qualquer povo o faria nas mesmas circunstancias. Foi peor. E a situação foi-se tornando intoleravel de parte a parte.

A fome determinara a vinda dos irmãos de José para o Egito. Um motivo de força maior, pois, não simpatia ou afinidade. Daí a ideia do retorno a Canaã sempre vivedoura na cabeça dos seus descendentes. Mas era dificil a mudança. Trocar a fartura daquelas terras pela escassez do deserto? Alem do mais, a vida urbana possue muitas amenidades amolentadoras. Os judeus mostravam-se indecisos.

Temiam as incertezas do futuro muito mais que os perigos do presente, e em consequencia nada fizeram. Deixaram-se ficar nos sordidos pardieiros das cidades egipcias.

O tempo se passava – anos, seculos – e tudo ia ficando na mesma. Um dia um grande chefe apareceu, o qual enfeixou todas as tribus judaicas numa só nação. Tirou-os dos ferteis vales do Nilo, onde a vida era tão facil, mas solapadora da fibra racial, e reconduziu-os novamente ás durezas da terra de Canaã, que Abraão e Isaac consideravam a verdadeira patria dos judeus.

FONTE: Hendrik, Willem Van Loon. A História da Bíblia. Companhia Editora Nacional, Rio de Janeiro, 1940, págs. 61 a 64. Tradução de Monteiro Lobato.

13 julho 2023

História dos Hebreus - Flávio Josefo

CLIQUE NA CAPA DO LIVRO E FAÇA O DOWNLOAD



Descrição do livro

Tendo atravessado séculos até os nossos dias, a história do povo judeu, através do registro de Flávio Josefo, permanece como um fiel relato dos acontecimentos contidos nas Escrituras. Este livro traz a história de personagens dos Evangelhos e de Atos dos Apóstolos, tais como Pilatos, os Agripas e os Herodes, e inúmeros pormenores do mundo greco-romano. O autor aborda a história judaica, principalmente o período que marcou a segunda maior tragédia dos filhos de Abraão – a destruição do Santo Templo no ano 70 de nossa era. Além disso, o que se revela em ‘História dos Hebreus’ é a confirmação das promessas de Deus para o seu povo e o cumprimento de sua Palavra em todos os fatos registrados em suas páginas.


Ver 

Concordância Bíblica Exaustiva - Strong



FONTE: Lê Livros



16 março 2023

A Máscara da Morte Branca

 

A vingança é prata que reluz.

Das névoas ancestrais da Península Ibérica, eis que emerge Branca Dias, heroína do povo judeu no período colonial. Sua existência, dividida entre história e lenda, foi marcada por injustiças, perseguições, intolerância religiosa e tortura. Mas foi também uma vida de enfrentamento, destemor, resistência, e… alguns feitiços.

A máscara da morte branca é uma fantasmagórica história em quadrinhos que invoca o espírito de Branca Dias pelo roteiro de Alexey Dodsworth (Demônios da Goetia em quadrinhos, Delirium Tremens de Edgar Allan Poe), duas vezes vencedor do Prêmio Argos de literatura fantástica, e pelos desenhos de Isaque Sagara, embalados pela capa de David Oliveira. Este importante quadrinho historicamente embasado surgiu de um presságio que une passado e futuro: na hora mais sombria que virá, Branca há de retornar com seu faqueiro de prata reluzente e as trilhas da vingança ela há de iluminar.

31 janeiro 2023

Livro: Os Judeus e as Palavras – Amós Oz



Descrição do livro


Nesse livro que mistura narrativa e erudição, conversa e argumento, o romancista Amós Oz e sua filha, a historiadora Fania Oz-Salzberger, contam as histórias por trás dos nomes, dos textos, das disputas e dos adágios mais duradouros do judaísmo. As palavras, eles argumentam, compõem o elo entre Abraão e os judeus de todas as gerações subsequentes. Continuidade, mulheres, atemporalidade, individualismo — o rol de temas abordados é vasto. Oz e Oz-Salzberger revisitam personalidades judaicas através das eras, da suposta autora do Cântico dos Cânticos aos obscuros Talmudistas e autores contemporâneos. Eles sugerem que a longevidade da cultura judaica, e até mesmo a singularidade do povo judeu, depende não apenas dos lugares, monumentos e personalidades heroicas ou rituais, mas da palavra escrita e do contínuo debate entre gerações. Secularistas convictos, pai e filha deixam de lado o fervor religioso para extrair dos textos sagrados toda sua força de documento histórico, sua sonoridade poética e densidade literária. Repleto de ensinamentos, lirismo e humor, Os judeus e as palavras oferece um passeio pela tradição judaica e estende a mão a qualquer leitor interessado em se juntar à conversa.




17 julho 2018

Nação Empreendedora – O Milagre Econômico de Israel e o Que Ele Nos Ensina – Saul Singer / Dan Senor


Nação Empreendedora – O Milagre Econômico de Israel e o Que Ele Nos Ensina – Saul Singer / Dan Senor


SINOPSE

Baseando-se nas histórias de pessoas que têm um papel central no desenvolvimento de Israel, a exemplo de seus inventores e investidores, Dan Senor e Paul Singer nos mostram como a cultura do país é movida pela adversidade. Eles nos apresentam o jeito de pensar dos israelenses, assim como sua atitude perante a vida. Eles nos revelam o modo como empresas e universidades são administradas e a forma como as políticas públicas são implementadas pelo governo, forjando uma sociedade extremamente inovadora e empreendedora.


01 janeiro 2017

Livro: Sobre a Questão Judaica (Karl Marx)

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Descrição do livro

Em um de seus mais notáveis livros, Sobre a questão judaica, Karl Marx realiza reflexões sobre as condições dos judeus alemães em meados do século XIX e estabelece propostas para a solução de suas questões concretas. Mais do que a análise de uma conjuntura específica, esta obra traduz a passagem definitiva de Marx para o materialismo histórico e o comunismo, se tornando assim uma leitura fundamental para a apropriação de seu legado.


27 julho 2016

O Diário de Anne Frank – Anne Frank





Descrição do livro

A jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de longos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente foi para Auschwitz, e mais tarde para Bergen-Belsen. Seu diário destaca sentimentos, aflições e pequenas alegrias de uma vida incomum, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a rara nobreza de um espírito amadurecido no sofrimento. Um retrato da menina por trás do mito.






FONTE: Lê Livros


11 julho 2016

Bíblia Hebraica – David Gorodovits




Descrição do livro

Apresenta a tradução para o português da Bíblia diretamente do hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas. Apresentada apenas em português, mostra a forma como os judeus leem e entendem o texto bíblico há milhares de anos. De certa forma, isso explicará por que os judeus são como são, em que se baseia a fé judaica ancestral e, talvez, o segredo da sua existência ao longo da história.Para os leitores não-judeus, a leitura de certas passagens causará alguma surpresa, e isso os fará ver a Bíblia com outros olhos, a partir do contexto judaico original da mesma e sem as “interferências” operadas em certas passagens polêmicas no decorrer dos tempos.

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Fonte: Lê Livros

29 junho 2016

Livro: O Rabino – Noah Gordon




Descrição do livro

Nos Estados Unidos, o rabino Michael Kind apaixona-se por Leslie, a bela filha de um pastor. Por amor, ela converte-se ao judaísmo. O casal desafia a comunidade judaica com suas idéias liberais.




FONTE: Lê Livros


18 setembro 2013

Esquema simplório - Olavo de Carvalho



Por Olavo de Carvalho
17/09/2013


Conheço bem a obra da Profa. Marilena Chauí, tendo mesmo sido, segundo creio, o único ser humano que, excetuada a autora, leu de cabo a rabo o volumoso “A Nervura do Real, tese de doutorado estufada quarenta anos depois à força de generosos subsídios estatais e privados.
No entanto, não vejo a menor possibilidade de escrever algo sobre o conjunto dessa obra. Só o que posso é tentar esclarecer, aqui e ali, algum trecho mais significativo, como fiz em “Lógica da mistificação ou o chicote da Tiazinha” (http://www.olavodecarvalho.org/textos/tiazinha.htm).
O motivo disso é bem claro. Há tempos já escrevi que o privilégio constitutivo da mentira é ser mais breve que a sua refutação. A experiência não cessa de confirmar isso, mas nem sempre com a clareza exemplar da Profa. Chauí: um só parágrafo que venha da sua boca ou do seu teclado contém tantas mentiras compactadas que para analisá-las e desmontá-las seria preciso muitas páginas. Sua técnica expressiva é a do fingimento elíptico, uma espécie de entimema perverso, em que as premissas do raciocínio permanecem ocultas, não por exigência de brevidade como no entimema comum, e sim porque, se reveladas, desmascarariam no ato a farsa hedionda que essa mulher encena sob as aparências de opinião intelectualmente respeitável.
Tomem, entre outros inumeráveis exemplos, este trecho da sua recente entrevista à revista “Cult”:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-diferenca-entre-violencia-revolucionaria-e-fascismo. Não é preciso transcrevê-lo; o leitor terá a gentileza de abrir o link.
Descontados os vaivéns da expressão oral, o que aí se diz é que a “violência revolucionária” é racional e justa, porque visa a derrubar uma classe e colocar outra em seu lugar, ao passo que a “violência fascista” é irracional e injusta porque nasce do puro ódio ao “outro” pelo fato de ser “o outro”, o diferente, o estranho.
O “revolucionário” e o “fascista” aí definidos são meros “tipos ideais”, fictícios, que ela tenta vender como personagens históricos. No mundo real, nunca existiram.
O mais breve exame da propaganda nazista, por exemplo, mostrará que o partido de Hitler não odiava os judeus por serem “o outro”, “o diferente”, mas porque via neles a encarnação do capital espoliador, do dinheirista sem pátria nem honra, do sanguessuga explorador de  órfãos e viúvas. Dona Marilena faz de conta que não sabe, mas essa visão dos judeus coincide ipsis litteris com aquela que Marx apresenta deles em “A Questão Judaica”.
Tornando as coisas ainda mais claras, hoje sabe-se que o grosso do financiamento do Partido Nazista, que o folclore comunista desenha como o partido do “grande capital”, vinha das contribuições da classe trabalhadora, que enxergava em Hitler o Messias ungido enviado para libertá-la da opressão e da pobreza. A elevação do padrão de vida popular nos primeiros anos do regime nazista pareceu confirmar a missão profética do salvador e a identidade do inimigo odiado, garantindo logo em seguida o apoio ao menos passivo da massa ao extermínio dos judeus.
Nesse contexto, a luta de raças aparecia como expressão da luta de classes – uma idéia que não ocorrera somente a Hitler, mas também a Stálin, que a espalhou como palavra-de-ordem a todos os partidos comunistas do Terceiro Mundo desde o início dos anos 30.
A diferença específica da atitude nazista é que, exumando velhas idéias de um filósofo menor – Houston Stewart Chamberlain --, teve a astuciosa idéia de aplicar aos judeus os estereótipos de uma biologia racista que Darwin e seu devoto admirador Karl Marx reservavam mais especialmente aos africanos e outros “povos inferiores” condenados, segundo eles, a ser esmagados, seja pela evolução biológica, seja pelo rolo compressor da “revolução proletária”.
Na Alemanha dos anos 30, os judeus não eram de maneira alguma “o outro”, o diferente, o estranho. Estavam tão profundamente integrados na cultura nacional e haviam apoiado com tamanho entusiasmo a onda de patriotismo guerreiro em 1914, que identidade judaica e identidade alemã já se fundiam numa mescla indissolúvel, documentada, por exemplo, nas memórias do grande romancista Jacob Wassermann, “Meu Caminho como Judeu e como Alemão”.
Uma campanha contra os judeus baseada na pura impressão de alteridade soaria tão deslocada quanto uma campanha desse teor contra os negros na Bahia. A única maneira de torná-los odiosos era identificá-los aos exploradores capitalistas e, por tabela, ao inimigo estrangeiro que estava esfolando a classe trabalhadora alemã com as exigências escorchantes do Tratado de Versalhes. Mas os judeus eram figuras tão familiares que para fazer com que parecessem estrangeiros foi preciso cavar artificialmente entre eles e o resto dos alemães um fosso biológico por meio de teorias racistas que, no fundo, nem o próprio Hitler levava muito a sério, antes servindo-se delas com o cinismo dos psicopatas. Por ironia, a direita francesa, na mesma época, via os judeus essencialmente como agentes da Alemanha: as primeiras e mais dramáticas advertências contra a ascensão do poder militar nazista vieram de intelectuais franceses que eram, ao mesmo tempo, notórios anti-semitas. A história não é o esquema simplório concebido pela Profa. Marilena para seduzir os meninos semiletrados da “Cult”.
Tenho aliás a certeza de que, se amanhã ou depois, cansado de desmantelar truques da autoria da Profa. Chauí, eu resumir tudo com a palavra  “charlatanismo”, mensagens em penca circularão pela internet afirmando que só sei xingar, jamais argumentar.

Publicado no Diário do Comércio.



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