Mostrando postagens com marcador Jesus Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus Cristo. Mostrar todas as postagens

04 setembro 2024

Gratidão

Gratidão não é apenas a maior das virtudes, mas a mãe de todas as outras. Cícero Pro Plancio 33.80 [etenim, iudices, cum omnibus virtutibus me adfectum esse cupio, tum nihil est quod malim quam me et esse gratum et videri. haec enim est una virtus non solum maxima sed etiam mater virtutum omnium reliquarum.].



Quem me oferece sua gratidão como sacrifício honra-me, e eu mostrarei a salvação de Deus ao que anda nos meus caminhos. (Salmo 50.23)

LEITURA BÍBLICA: 2 CRÔNICAS 24.17-22

Por Kalley Gean Costa Brito, Brasília-DF, RÁDIO TRANS MUNDIAL


17 Porém, depois da morte de Joiada vieram os príncipes de Judá e prostraram-se perante o rei; e o rei os ouviu. 18 E deixaram a casa do Senhor Deus de seus pais, e serviram às imagens do bosque e aos ídolos. Então, por causa desta sua culpa, veio grande ira sobre Judá e Jerusalém. 19 Porém enviou profetas entre eles, para os reconduzir ao Senhor, os quais protestaram contra eles; mas eles não deram ouvidos. 20 E o Espírito de Deus revestiu a Zacarias, filho do sacerdote Joiada, o qual se pôs em pé acima do povo, e lhes disse: Assim diz Deus: Por que transgredis os mandamentos do Senhor, de modo que não possais prosperar? Porque deixastes ao Senhor, também ele vos deixará. 21 E eles conspiraram contra ele, e o apedrejaram por mandado do rei, no pátio da casa do Senhor. 22 Assim o rei Joás não se lembrou da beneficência que Joiada, pai de Zacarias, lhe fizera; porém matou-lhe o filho, o qual, morrendo, disse: O Senhor o verá, e o requererá.

(2 Crônicas 24.17-22)



Lembro-me de quando era adolescente e minha mãe, depois de economizar certa quantia, fruto de seu trabalho de costureira, presenteou a mim e a meus irmãos com uma linda camiseta. Aproveitou para presentear um amigo do mesmo modo. Passado algum tempo, mamãe ficou intrigada porque o menino nunca aparecia com a camiseta que ela dera. Percebi que, além de ficar triste, minha mãe viu ingratidão na atitude dele. Perguntei várias vezes a ele por que não usava a camiseta e sempre recebia respostas evasivas, demonstrando que ele não tinha dado o devido valor àquele presente. O texto de hoje também nos apresenta um personagem que não foi grato: o rei Joás.

Quando seu pai, o rei Acazias, morreu, sua avó reinou em seu lugar e matou todos os seus irmãos. Sua tia Jeoseba, casada com o sacerdote Joiada, o escondeu por seis anos no templo, livrando-o da morte, e aos sete anos o fez rei de Judá (2 Cr 23). Após a morte de Joiada, Joás esqueceu os bons ensinamentos que aprendeu com aquele sacerdote e começou a desviar-se de Deus. 

Um dia, o filho de Joiada, Zacarias, o advertiu sobre seus erros, e vários líderes de Judá não aceitaram a maneira pela qual ele tratou o rei e o mataram. E o pior: Joás não levou em conta o que o pai de Zacarias tinha feito por ele quando menino e não fez nada para impedir a morte do filho daquele que afinal, contribuiu com boa parte para o sucesso do seu reinado.

Quanta ingratidão! Qualquer pessoa educada sabe que deve agradecer quando recebe um presente, mas a verdadeira gratidão também se reflete de outras maneiras: falando bem de quem nos presenteou, cuidando do presente recebido e procurando agradar à pessoa que se mostrou generosa para conosco. A gratidão deve fazer parte da nossa vida. Sejamos gratos.



TUDO O QUE TEMOS VEM DE DEUS. A ÚNICA COISA QUE NÓS PODEMOS DAR A ELE É NOSSA GRATIDÃO.



Highlights

Provérbios 16


LEITURA BÍBLICA: Gênesis 5.1-32


Por Miguel Herrera Jr., São Paulo-SP, RÁDIO TRANS MUNDIAL


(1) Esta é a lista dos descendentes de Adão. Quando criou os seres humanos, Deus os fez parecidos com ele. (2) Deus os criou homem e mulher, e os abençoou, e lhes deu o nome de “humanidade”. (3) Com a idade de cento e trinta anos, Adão foi pai de um filho que era parecido com ele; e pôs nele o nome de Sete. (4) Depois disso Adão viveu mais oitocentos anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (5) e morreu com novecentos e trinta anos de idade. (6) Quando Sete completou cento e cinco anos, nasceu o seu filho Enos. (7) Depois disso Sete viveu mais oitocentos e sete anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (8) e morreu com novecentos e doze anos de idade. (9) Quando Enos tinha noventa anos, nasceu o seu filho Cainã. (10) Depois disso Enos viveu mais oitocentos e quinze anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (11) e morreu com novecentos e cinco anos de idade. (12) Quando Cainã tinha setenta anos, o seu filho Maalalel nasceu. (13) Depois disso Cainã viveu mais oitocentos e quarenta anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (14) e morreu com novecentos e dez anos de idade. (15) Quando Maalalel tinha sessenta e cinco anos, nasceu o seu filho Jarede. (16) Depois disso Maalalel viveu mais oitocentos e trinta anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (17) e morreu com oitocentos e noventa e cinco anos de idade. (18) Jarede tinha cento e sessenta e dois anos quando o seu filho Enoque nasceu. (19) Depois disso Jarede viveu mais oitocentos anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (20) e morreu com novecentos e sessenta e dois anos de idade. (21) Quando Enoque tinha sessenta e cinco anos, o seu filho Matusalém nasceu. (22) Depois disso Enoque viveu em comunhão com Deus durante trezentos anos e foi pai de outros filhos e filhas. (23) Enoque viveu trezentos e sessenta e cinco anos. (24) Ele viveu sempre em comunhão com Deus e um dia desapareceu, pois Deus o levou. (25) Quando Matusalém tinha cento e oitenta e sete anos, o seu filho Lameque nasceu. (26) Depois disso Matusalém viveu mais setecentos e oitenta e dois anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (27) e morreu com novecentos e sessenta e nove anos de idade. (28) Quando Lameque tinha cento e oitenta e dois anos, foi pai de um filho (29) e disse: O SENHOR Deus amaldiçoou a terra, e por isso o nosso trabalho é pesado; mas este menino vai trazer descanso para nós. E Lameque pôs no filho o nome de Noé. (30) Depois disso Lameque viveu mais quinhentos e noventa e cinco anos. Ele foi pai de outros filhos e filhas (31) e morreu com setecentos e setenta e sete anos de idade. (32) Depois que completou quinhentos anos de idade, Noé foi pai de três filhos: Sem, Cam e Jafé. 

(Gênesis 5.1-32)



O texto de hoje traz uma genealogia; ela conta em 32 versículos um resumo da vida de nove homens, citando os principais fatos de suas vidas. Geralmente, é assim que se conta uma vida: salientam-se as grandes conquistas, ou, como alguns gostam de dizer, highlights (destaques). Em consequência, não raro começamos a olhar para a vida e dar valor apenas para as tais grandes ocasiões, desprezando os assim chamados momentos comuns. Só que a vida acontece em todas as horas de cada dia; cada instante tem a ver com o que vem antes e depois. A vida é uma sequência de decisões, em sua maioria pequenas e geralmente despercebidas, mas todas interdependentes. São os momentos menos marcantes, aqueles que ninguém citará se algum dia a minha vida for contada, que fazem a grande diferença; os meus momentos secretos, solitários, comuns é que definem quem eu sou - e quem eu sou determina meu jeito de agir nas grandes oportunidades.

A sociedade humana valoriza as conquistas, independentemente do caráter do conquistador. Valoriza-se a vitória de um atleta que simula e engana o juiz para conseguir um pênalti. Relevam-se as trapaças, desde que a pessoa vença. Valorizam-se as medalhas, e não a abnegação de quem as conquistou – caso contrário, os atletas paraolímpicos seriam muito valorizados. Assim é a nossa sociedade caída.

Mas os seguidores de Jesus Cristo são chamados para viver de um jeito diferente. A Palavra de Deus ensina que dominar a si mesmo é a grande conquista. Jesus é o nosso modelo de gente; fomos criados para ser como ele, e domínio próprio é um dos aspectos do seu caráter. Os momentos que nos definem são aqueles em que conseguimos superar nossos defeitos, aproximando-nos do nosso exemplo, Cristo. A grande notícia é que o Espírito Santo de Deus age naqueles que se rendem a Jesus para produzir neles o caráter humano que toda pessoa deveria ter.

Que Deus seja honrado em nossa luta para conquistar a nós mesmos.


30 abril 2024

Muitos Virão Te Louvar








De todas as tribosPovos e raçasMuitos virão te louvarDe todas culturasLínguas e naçõesNo tempo e no espaço virão te adorar
Bendito seja sempre o CordeiroFilho de Deus, raiz de DaviBendito seja o seu santo nomeCristo Jesus presente aqui
Remidos compradosGrande multidãoMuitos virão te louvarO povo escolhidoTeu reino e naçãoNo tempo e no espaço virão te adorar
E a nós só nos tudo dedicarOferta suave ao SenhorDons e talentosQueremos consagrarE a vida no teu altarPra teu louvor!
Fonte: LyricFind
Compositores: Guilherme Kerr / Jorge Camargo
Letra de Muitos Virão Te Louvar © O/B/O DistroKid

21 abril 2024

Acappella - We Bow Down


You are Lord of creation
And Lord of my life.
Lord of the land and the seas
You were Lord of the heavens
Before there was time
And Lord of all lords You will be.

(Chorus:)
We bow down
And we worship You Lord
We bow down
And we worship You Lord
We bow down
And we worship You Lord
Lord of all lords You will be.

You are King of creation
And King of my life,
King of the land and the sea.
You were King of the heavens
Before there was time,
And King of all kings You will be.

(Repeat Chorus)



O Livro dos Mártires – John Foxe



Descrição do livro

O Livro dos Mártires de John Foxe é um dos mais famosos livros da literatura Protestante.

Escrito por John Foxe e publicado pela primeira vez em latim, em 1559, e depois em inglês, em 1563.

Expõe a história de sofrimento e perseguição de mártires famosos como John Wycliffe, John Huss, William Tyndale, Martinho Lutero, Thomas Cranmer, começando pelo próprio Jesus Cristo e até o final do reinado de Maria I (chamada pelos protestantes de Maria Sanguinária, devido às perseguições que sofreram durante o reinado dela), e outros, muitos deles desconhecidos da maioria dos evangélicos brasileiros.

O Livro dos Mártires moldou por séculos a consciência religiosa da Inglaterra. O livro contém uma severa crítica ao catolicismo e busca dar apoio à Igreja da Inglaterra, que fez o possível para colocar uma cópia dele em todas as paróquias do país.

Um clássico da literatura mundial, ignorado até pouco tempo pelos cristãos do Brasil.

Por que ler esta obra em pleno século 21? Infelizmente o tema do martírio religioso recusa-se a ser relegado aos arquivos da História. É assunto tão contemporâneo quanto as manchetes de hoje.

Cristãos em diversos países hoje vivem e defendem a sua fé sob a ameaça de morte. Muitos acabam pagando o preço máximo. E cada uma dessas mortes suscita uma interrogação na consciência de todo cristão: o que eu faria no seu lugar?

A reflexão inspirada pela morte dos mártires pode nos levar ao cerne da nossa fé.









Ver também

05 março 2022

27 outubro 2018

Legião Urbana - Metal Contra As Nuvens




"Por Deus nunca me vi tão só

É a própria fé o que destrói

Estes são dias desleais" (Renato Russo)


Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco. (Carlos Drummond de Andrade in "Os ombros suportam o mundo")



Há, na verdade, nesses dois grandes expoentes da poesia brasileira um senso de angustiosa apatia com o mundo: afinal, a fé e o amor resultam inúteis nesses homens modernos. Há deslealdade, falso amor, falsa honestidade...

É tempo de, senhoras e senhores, nos purificarmos - pois já que vemos defeitos e misérias no Outro, que tal o vermos em Nós Mesmos? E na percepção dessa pobreza de espírito em Nós, vamos buscar Aquele que só bem nos fez, que está disposto a nos resgatar do nosso vil procedimento. E nós, cientes de que vivemos entre homens de lábios impuros e da impureza dos nossos próprios lábios (Isaías 6:5) nos dobraremos diante dEle, adorando-o.


"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei". (Mateus 11:28)







Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá

Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa

Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo

Olha o sopro do dragão
É a verdade o que assombra
O descaso que condena
A estupidez, o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais

Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão

Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então
- Tudo passa, tudo passará

E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos
O mundo começa agora

Apenas começamos

26 julho 2017

A mulher do poço de Jacó


Evangelho de João
Capítulo 4
1 Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos que João
2 (se bem que Jesus mesmo não batizasse, mas sim seus discípulos),
3 deixou a Judeia e voltou para a Galileia.
4 Precisava atravessar a Samaria.
5 Chegou, pois, a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto das terras que Jacó deu a seu filho José;
6 era ali a fonte de Jacó. Cansado da viagem, estava Jesus assim sentado ao pé da fonte; era cerca da hora sexta.
7 Uma mulher da Samaria veio tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.
8 Pois seus discípulos tinham ido à cidade comprar alimentos.
9 Disse-lhe, então, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?
10 Os judeus não se comunicam com os samaritanos.
Respondeu-lhe Jesus: Se tivesses conhecido o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe terias pedido, e ele te haveria dado água viva.
11 Ela lhe respondeu: Senhor, não tens com que a tirar, e o poço é fundo; donde, pois, tens essa água viva?
12 És tu, porventura, maior que nosso pai Jacó, que nos deu este poço, do qual ele bebeu, e seus filhos e os seus gados?
13 Replicou-lhe Jesus: Todo o que bebe desta água, tornará a ter sede;
14 mas quem beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede; pelo contrário a água que eu lhe der, virá a ser nele uma fonte de água que mana para a vida eterna.
15 Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede, nem venha aqui tirá-la.
16 Disse-lhe ele: Vai, chama teu marido e vem cá.
17 Respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Disseste bem que não tens marido;
18 porque cinco maridos tiveste, e o que agora tens, não é teu marido; isto disseste com verdade.
19 Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta.
20 Nossos pais adoraram neste monte; e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.
21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me, a hora vem em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22 Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus.
23 Mas a hora vem e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.
24 Deus é espírito; e é necessário que os que o adoram, o adorem em espírito e em verdade.
25 Eu sei, respondeu a mulher, que vem o Messias (que se chama Cristo); quando ele vier, anunciar-nos-á todas as coisas.
26 Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo.
27 Nisto chegaram os seus discípulos, e maravilhavam-se de que estivesse falando com uma mulher. Ninguém, todavia, lhe perguntou: Que procuras, ou que falas com ela?
28 A mulher deixou o cântaro, foi à cidade e disse ao povo:
29 Vinde ver um homem que me contou tudo o que fiz. Será este, porventura, o Cristo?
30 Saíram da cidade e vieram ter com ele.
31 Entretanto os discípulos lhe rogavam, dizendo: Mestre, come.
32 Mas ele lhes respondeu: Eu para comer tenho um manjar que vós não conheceis.
33 Os discípulos, pois, diziam uns aos outros: Porventura alguém lhe trouxe de comer?
34 Disse-lhes Jesus: A minha comida é fazer eu a vontade daquele que me enviou, e completar a sua obra.
35 Não dizeis vós que ainda há quatro meses até a ceifa? eu, porém, vos digo: Erguei os vossos olhos e contemplai essas searas[1], que estão brancas para a ceifa.
36 Quem ceifa, já está recebendo recompensa[2] e ajuntando fruto para a vida eterna, a fim de que o que semeia e o que ceifa, juntamente se regozijem.
37 Pois nisto é verdadeiro o ditado: Um é o que semeia, e outro o que ceifa.
38 Eu vos enviei a colher aquilo em que não tendes trabalhado, outros trabalharam, e vós tendes entrado no seu labor[3].
39 Muitos samaritanos daquela cidade creram nele por causa das palavras da mulher, que testificara: Ele disse-me tudo o que fiz.
40 Quando, pois, estes samaritanos vieram ter com Jesus, pediram-lhe que ficasse com eles; e passou ali dois dias.
41 Muitos mais creram por causa das palavras de Jesus,
42 e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.
43 Depois destes dois dias partiu dali para a Galileia.





[1] Seara. (Gr. θερισμός). Há 13 ocorrências no NT: Mt 9.37,38(2x); 13.30(2x),39; Mc 4.29; Lc 10.2(3x); Jo 4.35(2x); Ap 14.15.
[2] Recompensa. (Gr. μισθός). Recompensa, retribuição, galardão. Há 29 ocorrências no NT: Mt 5.12,46; 6.1,2,5,16; 10.41(2x),42; 20.8; Mc 9.41; Lc 6.23,35; 10.7; Jo 4.36; At 1.18; Rm 4.4; 1 Co 3.8,14; 9.17,18; 1 Tm 5.18; Tg 5.4; 2 Pe 2.13,15; 2 Jo 8; Jd 11; Ap 11.18; 22.12. Veja nota sobre Lc 3.14 (ὀψώνιον). Aristóteles: Retórica 3.2.14 (1405b) – recompensa.
[3] Labor. (Gr. κόπος). Labor, fadiga, trabalho, aborrecimento, ato de bater no peito com aflição. Há 17 ocorrências no NT: Mt 26.10; Mc 14.6; Lc 11.7; 18.5; Jo 4.38; 1 Co 3.8; 15.58; 2 Co 6.5; 10.15; 11.23,27; Gl 6.17; 1 Ts 1.3; 2.9; 3.5,8; Ap 2.2. Platão in A República, Livro VII, 537b (κόποι γρ καὶ ὕπνοι μαθήμασι πολέμιοι – é que a fadiga e o sono são os inimigos do estudo).

20 setembro 2016

Rayssa e Ravel - Rastro de Dor

https://www.youtube.com/watch?v=2pKTrjfMQLY
Clique na figura e ouça o louvor

Chega o momento que o seu sofrimento

Vai ser derramado numa cruz

Sangue, fome e sede, perda, dano e medo
Fazem companhia pra Jesus
Os outros não se importam, Judas o traiu
Pedro nega tudo, ninguém seguiu
Ele está sozinho, vem pelo caminho
Humilhado e só o meu Jesus

Mas Ele vai... E enfrenta a via-crucis sofrendo por mim
Cada gota do seu Sangue carmesim
Escrevia a minha história de perdão

Mas Ele vai... e o inferno estremece a cada passo que dá
Todo o céu está em pé só pra esperar
Ele vai cumprir agora a sua missão, selando a morte lá na cruz

Via dolorosa, todo verso e prosa
Não podem expressar a humilhação
Via de angústia, céu e terra lutam
Mas o Salvador venceu a cruz
Nada o segura, nem toda a amargura, Ele se encurva até o chão
Deus no céu suporta, os anjos se preparam
Tudo está parado em Jesus

16 abril 2015

Acappella - It's the Blood

CLIQUE NA FIGURA E OUÇA A MÚSICA


There is a story, speaks of glory, so I've learned
Knowing the Savior, new behavior, through His words
Presence of power, at any hour, I am sure
Through my trials, no denials, I'm secure
You might not see why He cares
So I need to share (I need to share His love)

Chorus:
It's His love that shelters a wounded heart
It's His strength to a spirit that's fallen apart
It's His faithful compassion that always forgives
Through His death He has shown me how I should live
It's the blood (it's the blood), it's the blood (it's the blood)
It's the blood that He sees when He looks at me
It's the blood (it's the blood), it's the blood (it's the blood)
It's the blood that has made us free
It's the blood


I am committed, so I'm livin', standing firm
I'm still waiting, anticipating, His return (I am going home)
His words are honest, and He made a promise, of a place I'm going to (place I'm going to)
I know what He's saying and I'm still praying that He'll come soon
Safe in His arms is where I want be
I want to hold the hands that bled for me

Repeat Chorus

Oh, it's the blood (it's the blood), it's the blood (it's the blood)
It's the blood that He sees when He looks at me
It's the blood (it's the blood), it's the blood (it's the blood)
It's the blood that has made us free
It's the blood

I am going home

Scriptural Reference:

17 janeiro 2015

O real significado da “separação entre a Igreja e o Estado”

Bill Federer revela a verdade por trás das palavras mais distorcidas de Thomas Jefferson.



Em 1 de janeiro de 1802, o povo de Cheshire, Massachusetts, enviou um bloco gigante de queijo ao presidente Thomas Jefferson, sendo apresentado pelo famoso pastor batista, John Leland.
John Leland foi então convidado a pregar para o presidente e o Congresso no Capitólio dos Estados Unidos. O tema de sua palestra foi "a separação entre a Igreja e o Estado".
Os batistas tinham sido particularmente perseguidos na Virgínia colonial, como Francis L. Hawks escreveu em História Eclesiástica (1836): "Nenhum dissidente na Virginia experimentou por um tempo tratamento mais severo do que os batistas. Eles eram espancados e presos… A crueldade forçava a criatividade a inventar novas formas de punição e aborrecimento".
Assim, muitos pastores batistas eram perseguidos e seus cultos interrompidos de modo que James Madison introduziu uma lei na Câmara Legislativa da Virginia, em 31 de outubro de 1785, intitulada "Uma Lei para Punir Perturbadores de Culto Religioso", que foi aprovada em 1789.
A Virginia Colonial teve uma lei da Igreja da Inglaterra, ou da "Igreja Anglicana" a partir de 1606 até 1786. A lei significava todos eram obrigados a ser membros dessa igreja e todos tinham de pagar impostos para sustentá-la e ninguém poderia ocupar cargos públicos, a menos que fosse um de seus membros.
Ao longo do tempo, a aplicação frouxa da lei permitiu que grupos religiosos "dissidentes" entrassem na Virginia, sendo os primeiros os presbiterianos e quakers, seguidos pelos luteranos alemães, os menonitas e a Irmandade da Morávia e, então finalmente, os batistas.
John Leland, que considerou concorrer para o Congresso, queria uma alteração na nova Constituição dos Estados Unidos que protegesse a liberdade religiosa.
Leland teria se encontrado com James Madison perto de Orange, Virginia, e com a promessa de Madison de introduzir o que viria a ser a Primeira Emenda, Leland persuadiu aos batistas para o apoiarem.
John Leland escreveu nos inalienáveis Direitos de Consciência de 1791, que eles queriam não apenas tolerância, mas a igualdade: "Todo homem tem de dar contas de si mesmo a Deus e, portanto, cada um deve ter a liberdade de servir a Deus de uma forma que ele possa conciliar melhor com a sua consciência. Se o governo puder responder por indivíduos no dia do juízo, que os homens possam ser controlados por ele em questões religiosas; de outro modo, que os homens sejam livres".
Seguindo o Primeiro Grande Despertamento de Avivamento de George Whitefield, um Segundo Grande Despertamento de Avivamento ocorreu no condado de Albemarle, de Jefferson.
Cultos de avivamento de batistas, presbiterianos e metodistas eram realizados. Até a filha de Jefferson, Mary, participou de um avivamento batista pregado por Lorenzo Dow.
Dolly Madison, esposa de James Madison, informou que, em 1774, Jefferson jantou em Monticello, juntamente um outro convidado, o pastor batista Andrew Tribble.
Depois de questionar o Pastor Tribble sobre como um governo da igreja batista funcionava, Jefferson comentou: "(Essa) era a única forma de democracia pura que existe no mundo… Seria o melhor plano de governo para as colônias americanas".
Durante a Revolução, os pastores anglicanos haviam se aliado ao rei George III, que era o chefe da Igreja Anglicana. Como resultado, os paroquianos patrióticos começaram a sair das igrejas estatais e a entrar nas igrejas "dissidentes".
Embora Jefferson tivesse sido batizado, casado e sepultado pela Igreja Anglicana, conforme registrado em sua Bíblia de família, ele começou uma espécie de igreja dissidente em 1777, chamada de Igreja Reformada Calvinista.
Jefferson redigiu os estatutos da Igreja, que se reunia no Palácio de Justiça do condado de Albemarle. Sua idéia era para que fosse uma igreja "voluntária", sustentada apenas pelas doações voluntárias daqueles que participavam dela, em contraste com o modelo anglicano que contava com o apoio de impostos do governo.
O livro de notas de Jefferson mostra que ele contribuiu para o seu pastor evangélico, o Rev. Charles Clay, bem como para os missionários e outras igrejas: "Eu subscrevi com a construção de uma igreja episcopal, 200 dólares, uma presbiteriana, 60 dólares, e uma batista, 25 dólares".
Depois da Revolução, a Câmara Legislativa da Virginia reescreveu as suas leis para eliminar as referências ao Rei. As Igrejas "dissidentes" pressionaram Jefferson para "desestabilizar" a Igreja Anglicana.
Jefferson respondeu escrevendo a sua Lei para o Estabelecimento da Liberdade Religiosa. Em 1779, o coronel John Harvie, que também era membro da Igreja Reformada Calvinista de Jefferson, apresentou o projeto de lei na Assembléia da Virginia.
Depois que três dos filhos de Jefferson morreram, sua esposa faleceu em 1782. Após o seu funeral, Jefferson sofreu de depressão e se retirou da política. Em sua dor, ele queimou todas as cartas que ele teve com sua esposa e se isolou em seu quarto por três semanas, apenas se aventurando a andar a cavalo pelas colinas de sua propriedade.
A filha de Jefferson, Martha "Patsy" Jefferson, descreveu como ele chorava por horas: "Nesses passeios melancólicos eu era sua companheira constante ... uma testemunha solitária para as muitas explosões de violenta tristeza ... a violência de sua emoção ... até hoje eu não posso descrever de mim mesma".
Tentando ajudar, o Congresso pediu para Jefferson, em 1784, ir para a França como embaixador. A França estava passando por um período de "infidelidade francesa", antes de sua sangrenta Revolução Francesa e Reino de Terror.
Ao voltar para a América, Jefferson se inclinou em direção de liberalismo "deísta-cristão", embora mais tarde na vida ele fosse descrito simplesmente como um "anglicano liberal".
A Lei de Jefferson, que ele anotou em sua lápide como "Estatuto da Virgínia para a Liberdade Religiosa", passou na Assembléia da Virginia, em 16 de janeiro de 1786: "O Deus Todo-Poderoso criou a mente livre. ... Todas as tentativas de influenciá-la por punições temporais ... são um afastamento do plano do Santo Autor da religião que, sendo Senhor tanto de corpo como da mente, ainda assim escolheu não propagá-lo pela coerção de ambos, como estava em seu poder Todo-Poderoso para o fazer. ... Seja decretado ... que nenhum homem deve ... sofrer por conta de suas opiniões religiosas".
O desestabelecimento da Igreja Anglicana da Virginia nunca teria sido aprovado se não fosse pelo bispo metodista Francis Asbury, separando o movimento metodista popular para longe da Igreja Anglicana em sua própria denominação em 1785.
Havia líderes notáveis que resistiram ao "desestabelecimento" da Igreja Anglicana, ou como agora era chamada, a Igreja Episcopal, pessoas tais como o Governador Patrick Henry. Esse movimento foi mais tarde chamado de "anti-desestabelecimentismo".
A Virginia construiu a sua primeira sinagoga judaica em 1789 e a sua primeira Igreja Católica em 1795.
John Leland, em seguida, ajudou a iniciarem várias igrejas batistas em Connecticut, que era um estado que tinha um estabelecimento da Igreja Congregacional desde a sua fundação em 1639 até 1818.
Os batistas em Connecticut formaram a Associação Batista de Danbury e enviaram uma carta ao presidente Jefferson, em 7 de outubro de 1801: "Senhor ... Nossos sentimentos são uniformemente no lado da liberdade religiosa — que a religião é para todo o tempo e coloca um assunto entre Deus e os indivíduos — que nenhum homem deve sofrer em nome, pessoa ou efeitos por conta de suas opiniões religiosas — que o poder legítimo do governo civil não vai além de punir o homem que faz o mal ao próximo: Mas senhor ... nossa carta antiga (em Connecticut ), juntamente com as leis feitas com isso ... são coincidentes; que ... quaisquer privilégios religiosos que desfrutamos (como batistas) ... nós apreciamos como favores concedidos, e não como direitos inalienáveis.
A carta continua: "Senhor, nós estamos cientes de que o presidente dos Estados Unidos não é o legislador nacional e também cientes de que o governo nacional não pode destruir a legislação de cada Estado; mas nossas esperanças são grandes de que os sentimentos de nosso amado Presidente, os quais já tiveram um efeito genial, como as vigas radiantes do Sol, vão brilhar e prevalecer por todos esses Estados e todo o mundo até que a Hierarquia e Tirania sejam destruídas da Terra".
"Senhor", continua a carta, "nós temos razão para acreditar que o Deus da América elevou-o para ocupar a direção do Estado. ... Que Deus o fortaleça para a árdua tarefa que a Providência e a voz do povo vos têm chamado ... e que o Senhor vos conserve a salvo de todo o mal e traga-lhe, enfim, o seu reino celestial por meio de Jesus Cristo, nosso Mediador Glorioso".
Em 1 de janeiro de 1802, Jefferson respondeu com a sua famosa carta, concordando com os batistas de Danbury: "Senhores ... Acreditando como vocês que a religião é um assunto que é da competência exclusiva entre o homem e o seu Deus, que ele não deve dar contas a ninguém pela sua fé ou pelo seu culto, que os poderes legislativos do governo atingem apenas as ações, e não opiniões, eu contemplo com reverência solene que o agir de todo o povo americano que declararam que a sua legislatura ‘não deve fazer nenhuma lei considerando o estabelecimento de uma religião, ou proibindo o seu livre  exercício’, construindo um muro de separação entre a Igreja e o Estado".
Jefferson terminou: "Aderindo a esta expressão da vontade suprema da nação em nome dos direitos da consciência, vou ver com satisfação sincera o progresso desses sentimentos que tendem a restaurar o homem a todos os seus direitos naturais, convencido de que ele não tem nenhuma direito natural em oposição aos seus deveres sociais. Retribuo suas orações amáveis para a proteção e bênção do Pai e Criador do homem comum".
Os batistas estavam familiarizados com a metáfora de Jefferson, "muro de separação", como o fundador batista de Rhode Island, Roger Williams, a usou em seu sangrento Princípio de Perseguição por Causa de Consciência, de 1644: "Os judeus sob o Velho Testamento ... e ... os cristãos sob o Novo Testamento ... foram ambos separados do mundo; e que, quando eles abriram uma lacuna na barreira, ou no muro de separação, entre o jardim da Igreja e o deserto do mundo, Deus já derrubou a parede em si ... e que, portanto, se ele alguma vez vai se agradar a restaurar o Seu jardim e paraíso novamente, ele deverá ser, necessariamente, murado peculiarmente para Si do mundo".
Jefferson via o "muro", como a limitação do governo federal de "inter-intromissão" no governo da igreja, como explicou em sua carta a Samuel Miller, de 23 de janeiro de 1808: "Eu considero o governo dos Estados Unidos como interditado (proibido) pela Constituição de inter-intromissão com instituições religiosas, suas doutrinas, a sua disciplina, ou seus exercícios. Isto resulta não só da prestação de que nenhuma lei deve ser feita respeitando o estabelecimento ou o livre exercício da religião, mas de que também reserva para os estados os poderes não delegados aos Estados Unidos (décima emenda)".
Jefferson continuou: "Certamente, nenhum poder de decretar qualquer culto religioso, ou de assumir a autoridade na disciplina religiosa, foi delegado ao governo (federal) geral. ... Toda sociedade religiosa tem o direito de decidir por si os horários para esses cultos e os objetos adequados para eles, de acordo com os seus próprios dogmas particulares".
O governo federal não se limitou, porém, de espalhar a religião em territórios ocidentais, como em 26 de abril de 1802, o governo de Jefferson estendeu a lei do Congresso de 1787, onde as terras eram designados: "Para uso exclusivo dos índios cristãos e dos missionários da Irmandade da Morávia por civilizarem os índios e promoverem o cristianismo".
E, novamente, em 3 de dezembro de 1803, durante a administração de Jefferson, o Congresso ratificou um tratado com os índios Kaskaskia: "Considerando que a maior parte da referida tribo foi batizada e recebida na Igreja Católica ... os Estados Unidos vão dar anualmente, por sete anos, cem dólares para o apoio de um padre dessa religião, que vai se envolver em realizar para a referida tribo os deveres do seu cargo, e também para instruir a muitos de seus filhos quanto for possível ... e os Estados Unidos vão dar ainda mais a soma de três centenas de dólares, para ajudar a tribo na construção de uma igreja".
Quando a esposa de John Adams ", Abigail, morreu, Thomas Jefferson escreveu-lhe, em 13 de novembro de 1818: "O tempo não está muito distante, em que veremos depositados na mesma mortalha, nossas tristezas e corpos que sofrem, e ascenderemos na sua essência para uma reunião em êxtase com os amigos que temos amado e perdido, e a quem ainda devemos amar e nunca perder de novo. Deus abençoe a você e o apoie sob a sua pesada aflição".
Doze anos antes de sua morte, Jefferson compartilhou as suas visões pessoais para Miles King, em 26 de setembro de 1814: "Nós temos ouvido dizer que não há um quaker, ou um batista, um presbiteriano ou um episcopal, um católico ou protestante no céu; que ao entrar naquele portão, deixamos esses crachás de cisma para trás. ... Vamos ser felizes na esperança de que por estes caminhos diferentes vamos todos nos encontrar no final. E que eu e você possamos nos encontrar e nos abraçarmos, é a minha oração sincera".
Ao longo do tempo, as brilhantes mentes jurídicas usaram as palavras de Jefferson para proibir as crenças de Jefferson.
Jefferson escreveu na Declaração: "Todos os homens são dotados por seu Criador", mas em 2005, o juiz distrital John E. Jones, em Kitzmiller versus Dover Area School District, determinou que os alunos não podem ser ensinados que há um Criador: "Para preservar a separação entre a Igreja e o Estado".
Grupos usam a frase de Jefferson "separação entre a Igreja e o Estado" para remover o reconhecimento nacional de Deus, apesar da advertência de Jefferson contra essa mesma coisa, como está inscrito no Memorial de Jefferson, em Washington, DC: "Deus que nos deu a vida, nos deu liberdade. Podem as liberdades de uma nação estar seguras quando nós removemos a convicção de que essas liberdades são um presente de Deus?"
Tradução: Dionei Vieira 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...