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20 junho 2024

𝗗𝗶𝗲𝗱 𝗦𝘂𝗱𝗱𝗲𝗻𝗹𝘆 (2022)

 




BITCHUTE

MEGA



Died Suddenly é um filme de 2022 sobre a vacina contra a Covid-19 produzido pelo teórico da conspiração de extrema direita Stew Peters. Ele promove a teoria infundada de que as vacinas contra a Covid-19 estão fazendo com que indivíduos saudáveis ​​desenvolvam coágulos sanguíneos mortais, sugerindo que isso é prova de que as "elites globais" estão usando as vacinas contra a Covid-19 para despovoar o planeta como parte de uma conspiração mais ampla para estabelecer um regime global totalitário.


08 outubro 2022

Começam a chegar as novas vacinas (09/06/1981)

Imagem meramente ilustrativa


 Folha de S. Paulo, terça-feira, 9 de junho de 1981, página 15.


Dez milhões de doses vieram da Bélgica


Rio (Sucursal) – Chegaram ontem à Fundação Osvaldo Cruz, no Rio, os primeiros 10 milhões de doses de vacinas contra poliomielite compradas de um laboratório particular da Bélgica, em substituição à encomenda de 70 milhões de doses que seriam fornecidas pela Iugoslávia, que apresentaram contaminação.

As vacinas belgas, produzidas pelo laboratório Rit (Shith e Kline), serão submetidas a testes de controle de qualidade no Rio, que morarão três semanas, sendo depois enviadas a Brasília, para distribuição nacional. A primeira dose da campanha de vacinação Sabin será aplicada em agosto, e a segunda, em outubro, com um atraso de dois meses, devido ao problema encontrado nas vacinas iugoslavas.

Da Bélgica ainda virão outros 60 milhões de doses necessárias ao cumprimento do programa, que prevê a aplicação de 25 milhões de doses em agosto e quantia igual em outubro, reservando-se 20 milhões de doses para reforço e atendimento de possíveis aumentos na demanda. 

O chefe do Departamento de Virologia da Fiocruz, Herman Schatzwayr, explicou que os testes de controle de qualidade compreendem várias análises, incluindo a aplicação da vacina em macacos.

Os primeiros 10 milhões de doses, segundo ele, custarão 16 milhões de dólares, mas o Brasil não chegou a ter prejuízo com o laboratório Torlak, da Iugoslávia, porque não pagou nada. "O pagamento é feito mediante a entrega da encomenda e como nós a recusamos por causa da contaminação, a compra não chegou a se efetivar".

"Esta foi a primeira vez que ocorreu contaminação de vacina antipólio comprada no Exterior", disse ele, "e nós só não encomendamos nova partida ao laboratório iugoslavo porque este não teria tempo para nos atender até agosto. Para o próximo ano, pode ser que as vacinas sejam fornecidas pela Torlak. Para isso, basta que vença a concorrência que o Brasil vai abrir, como já aconteceu este ano".

Segundo Herman Schatzwayr, que esteve na Iugoslávia para comunicar oficialmente a decisão brasileira, as vacinas foram contaminadas pelo fungo "Penicilium SP", não prejudicial ao homem.




03 junho 2021

A classe jornalística não respeita nem a vacina dos velhinhos

 

Na Bahia, a "'catchigoria" quer tomar (via Sindicato dos Jornalistas) o lugar dos velhinhos. Bruna Frascolla para a Gazeta do Povovia OTambosi.





A Bahia é um bom posto de observação para umas coisas, e um péssimo posto para outras. Para detectar mudança de governo, por exemplo, é péssima, já que a Bahia republicana não toma a iniciativa de fazer oposição ao status quo. Por outro lado, como a elite baiana não é muito dada aos maneirismos finos do Sudeste (vejam que paulista não tem seca, tem crise hídrica), amiúde temos caras-de-pau mostrando às escâncaras o que no Sudeste se disfarça.

De quanto tempo um estrangeiro precisaria para entender que o PSOL de Freixo é um partido de sindicalistas do funcionalismo público? No entanto, se visse o PSOL em campanha pelo governo da Bahia, sacaria num minuto. Afinal, que candidato a governador faz campanha falando da “URV dos técnicos” das universidades estaduais?

Agora é a vez de os jornalistas baianos jogarem luz sobre as reais intenções da categoria: os bonitos ganharam o direito de furar a fila da vacina caso tenham mais de 40 anos, e agora ameaçam uma greve de jornalismo por quererem estender a todos os jornalistas o direito de furar a fila da vacina.

Primeiro uma tal Comissão Intergestores Bipartites resolveu no dia 18 de maio que os “profissionais da comunicação” sadios com pelo menos 40 anos estariam dentro do grupo que poderia furar a fila da vacina. Muita cara de pau? Piora: no mesmo dia, o bravo Sindicato dos Jornalistas Baianos anunciou que iria lutar (sic) para poder vacinar todo jornalista.

No dia seguinte, o Ministério Público da Bahia, que em geral está ocupado em tirar o bifinho das crianças ou perseguir o Compadre Washington, desta vez fez algo de útil à sociedade e recomendou que a tal da CIB parasse de incluir meio mundo na categoria de fura-filas de vacina. O Ministério Público da Bahia fez essa recomendação em conjunto com o Federal.

Também no dia 19, o presidente da vetusta Associação Bahiana de Imprensa declarou que “não se trata de um privilégio corporativo, e sim desse reconhecimento de que a população precisa, para vencer a Covid-19, de informação de qualidade".

Para descer a ladeira rumo ao sindicalismo mais caricato, há a agora a greve no feriadão. Em protesto contra a recomendação do MP, no dia 2 de junho foi convocada uma greve de jornalistas.

Nem um pio da FACOM

Será que alguém reclamou? Nenhum luminar da FACOM deu um pio. A FACOM, também conhecida como Faconha, é a Faculdade de Comunicação da UFBa, que tem uma significativa presença no jornalismo baiano e um pouco no nacional. Se Wilson Gomes se manifestou, terá sido oralmente, porque nos buscadores não aparece nada. Que eu saiba, único jornalista da imprensa baiana a se manifestar contra esse absurdo foi James Martins, um jornalista atípico porque tem erudição e não tem diploma. Em texto intitulado “Vacina pouca, minha prioridade primeiro”, escreveu: “Pelo viés da essencialidade e da exposição, [os trabalhadores de supermercados] estão muito mais expostos que eu e a maioria dos meus colegas. Aqui na Bahia, a primeira vítima da doença foi uma empregada doméstica. Elas já estão na lista de prioridades? E os porteiros? [...] Vamos pensar juntos. Seria impossível ou inviável que algumas categorias sofressem uma triagem interna? Por exemplo, um jornalista que cobre hospitais, cemitérios, vai pra rua, etc. seria priorizado em relação a mim, que me exponho bem menos. Assim como sei de profissionais da saúde que não exercem e que já tomaram suas doses. Alunos de medicina na casa dos 20 anos, que só têm aulas online, e que também já estão vacinados. E por aí vai.”

Como uma andorinha não faz verão, podemos olhar para o grosso do jornalismo baiano e dizer que quem cala consente.

O que vai na cabeça desse povo?

Sendo eu jovem, magra e sadia, resolvi que não quero me vacinar tão cedo, porque a covid não é nenhuma aids em matéria de letalidade: é gripezinha para uns, causa mortis para outros. Tudo leva a crer que para mim seja gripezinha. Por outro lado, se as vacinas tiverem um efeito negativo no longo prazo, só descobriremos no longo prazo. Se eu tivesse motivos para achar que a covid é causa mortis para mim, estaria afobada atrás de Astra-Zeneca ou Pfizer também. Penso que jovens saudáveis devem raciocinar no longo prazo, e que velhos ou doentes devem raciocinar no curto prazo. No longo prazo, não parece uma boa ideia tomar esta vacina.

Usando os números na base do Our World in Data, foram foram documentados no Brasil desde o começo da pandemia 16,52 milhões de casos e 461.057 mil mortes de covid. Fazendo uma continha de dividir, temos que quase 0,03% dos infectados morreram. Vale frisar que esse número de infectados inclui velhinhos. Quais as chances de um jovem sadio — aqueles por quem luta o bravo sindicato — contrair covid e morrer?

A minha aposta é que eles nunca se fizeram essa pergunta. Sentem-se parte de um clã iluminado que tem como missão espalhar a Verdade dos Profetas da Divulgação (pseudo) Científica. Essa verdade simplória, talhada para intelectos rudimentares, consiste em: vai todo mundo morrer, a menos que tome “a” vacina – qualquer vacina, pois quem alega que uma vacina feita às pressas pode ser ineficaz ou prejudicial é um obscurantista antivacina. São simplórios, burros, tapados. Estão dispostos a tratar com xingamentos e slogans quem hesita, quem duvida, quem pensa.


O valor da vida humana

Agora, uma vez que eles acreditam mesmo que vai todo mundo morrer caso não tome vacina, é forçoso concluir que não estão nem aí para a vida humana. Afinal, a gente com idade ou comorbidade que deixou de tomar a vacina fica condenada à morte. Vacina para a gente bonita das redações; ao povo, brioches.

Depois, haja materiazinha furreca sobre “genocídio” para aliviar a consciência. Furam fila de vacina e não vivem sem serviçais, mas o “genocida” é o presidente. Compram drogas na mão de facção, mas o “genocídio da juventude negra” vai na conta da polícia. Não respeitam ninguém, e pisam no pescoço do povo por qualquer ninharia. Que não queiram ser respeitados, portanto.




21 março 2014

Os senões da vacina contra o HPV


A partir de março, a vacina contra o HPV entra oficialmente no calendário nacional de imunizações e passa a ser ofertada às meninas de 11 a 13 anos. Até o momento, parece ser uma unanimidade os benefícios da vacina que se destina a prevenir o vírus HPV, ligado à quase totalidade do câncer do colo de útero. Não é bem assim. Embora não haja grandes estudos demonstrando a falta de segurança da vacina, existem relatos pelo mundo de doenças graves atribuídas a ela como a síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de convulsões e desmaios. Isso levou o governo do Japão a não mais recomendar a vacina. No último congresso de prevenção quaternária, em novembro último, o médico de família e comunidade Rodrigo Lima fez uma apresentação sobre os senões da vacina contra o HPV. Desde então, o assunto tem repercutido nas redes sociais e em grupos de discussão sobre saúde da família.



Lima não é nenhum daqueles radicais dos movimentos antivacinas. Fui atrás de cada um dos argumentos que ele utilizou na apresentação e todos me pareceram bem embasados. A seguir, trechos de um texto que Rodrigo Lima escreveu esclarecendo dúvidas que surgiram sobre o assunto:


“Quando a gente pensa na possibilidade de tomar uma vacina para evitar uma doença, eu considero que devemos fazer algumas perguntas: (1) Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção da doença? O que a vacina traz de novo? (2) A vacina realmente funciona? (3) Ela é segura? (4) Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina? Então, vou tentar organizar uma resposta para as questões.

“1. Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção do câncer de colo uterino? Temos sim. E quase todo mundo conhece: é o famoso papanicolau, ou citopatológico cérvico-uterino (popularmente conhecido como “preventivo de câncer de colo”). É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por quê? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações nas células que ainda não são cânceres).


“O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV. Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que não exclui a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que essa vacina traz de novo?


“2. A vacina realmente funciona? Depende. Para quê? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas. O primeiro problema está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetração para que a passagem do vírus aconteça [portanto, não caia na conversa de que camisinha garante o “sexo seguro”]. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico nesse tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino). Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.


“Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por esse motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.


“E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.


“Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase 100%. Ou seja, se a pessoa não é mais virgem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.


“Nem vou discutir os efeitos da vacina na mortalidade, porque nem deu tempo ainda de estudarem isso direito. Como eu falei, o câncer de colo uterino é de evolução muito lenta, e acaba só sendo perigoso para mulheres que não fazem o papanicolau na periodicidade recomendada. Mas aí algumas pessoas argumentam: “Poxa, ok, mas se ela evitar a infecção já faz algum benefício, né? Afinal de contas, mal não vai fazer.” Será? Vamos adiante.


“3. Ela é segura? Há alguma controvérsia. Apontando a segurança da vacina nós temos os estudos feitos pelos fabricantes e as recomendações do CDC (órgão do governo dos EUA). No entanto, temos alguns casos de doenças mais graves, ao ponto de existirem processos correndo na França movidos por vítimas da vacina, e casos semelhantes levaram o governo do Japão a não mais recomendar a vacina. Doenças como síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de sintomas como convulsões e desmaios têm sido associados à vacina, mas essa relação ainda não foi demonstrada em grandes estudos.


“Então vamos supor que isso aconteça em uma menina a cada 30 mil que sejam vacinadas (a proporção é baseada nas notificações de efeitos adversos do CDC, chamada de VAERS, e está disponível na internet). Será que compensa o risco, mesmo que seja baixo, de ter uma doença grave, se a vacinação não é melhor do que a estratégia que temos hoje para controlar o câncer de colo uterino (o papanicolau)?


“4. Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina? Pra mim não compensa. Só de imaginar uma filha minha com paralisias causadas por uma vacina dessas, eu descarto a ideia rapidinho. Pretendo promover uma educação sexual boa para minhas filhas, para que saibam que precisam se proteger usando preservativo (até porque outros problemas como gravidez indesejada, HIV, hepatite B, entre outros, estão batendo na porta o tempo todo). E acima de tudo, demonstrar sempre a importância de fazer o papanicolau na periodicidade recomendada. Se conseguir, duvido que elas sofram desse mal. E sem essa vacina cara e suspeita. Minhas pacientes e suas famílias receberão a mesma recomendação.”


É isso. A intenção de publicar o texto do Rodrigo não é alarmar a população nem iniciar um movimento contra a vacina que em breve estará na rede pública. É claro que antes de tomar a decisão de incorporar a imunização ao calendário, o Governo Federal se municiou de informações confiáveis sobre a segurança da vacina. Mas, como tudo na vida, não existe unanimidade. E eu acho importante que os pais tenham informações plurais sobre o assunto.


(Cláudia Collucci, Folha.com)


Nota 1: Gostei dos esclarecimentos e da franqueza do Rodrigo Lima. Apenas discordo da postura dele no item 4. Se o HPV (e outras DSTs) é transmitido mesmo sem penetração, é um risco muito grande confiar na camisinha. Prefiro ensinar e incentivar minhas filhas a se preservarem para o casamento (na esperança de que o futuro marido delas tenha feito a mesma coisa). No contexto monogâmico matrimonial heterossexual é que está o verdadeiro sexo seguro criado por Deus (limpo e isento de riscos de infecção, sem contar os problemas emocionais). Mas, como diz Lima, “abstinência não costuma ser uma prática muito popular”, ainda mais quando o governo e a mídia promovem campanhas de vacinação (em que estão envolvidos milhões de reais...), por um lado, e a depravação e a promiscuidade, por outro, numa atitude contraditória e hipócrita. Se se seguissem as receitas bíblicas do verdadeiro sexo seguro, não estaríamos colhendo os frutos amargos da promiscuidade. [MB]

Nota 2: Na área da saúde, sempre é bom ter uma segunda opinião, e esta me foi enviada pelo amigo médico Dr. Eduardo Vieira: "Acho que esse texto tem maior potencial de desinformação que de informação. O HPV é uma realidade, sua distribuição é ubíqua e infelizmente pode ser letal. Se fingirmos que por não 'sermos' do mundo não há necessidade de vacinar nossas juvenis, é por esquecer que estamos nele e todos podem ser-lhe suscetíveis, principalmente as mulheres." E me fez pensar por outro ângulo: a menina se preservou virgem até o casamento, mas se casou com um rapaz que, na adolescência/juventude, foi promíscuo e depois se converteu e buscou a pureza que deve caracterizar a vida de um cristão. Digamos que ele tenha o HPV e não saiba. Ela poderá correr riscos. Assim, a decisão de vacinar ou não deve ser ponderada pelos pais da menina, levando em conta todos os fatores. [MB]

Fonte: Criacionismo
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