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03 dezembro 2024

Revolta de Princesa II - A Revanche


É difícil encontrar livros sobre História da Paraíba. Recentemente li um que não falava da Paraíba, mas da História do Brasil e no passo em que o historiador tratava do Governo Vargas e os episódios que lhe precederam, li a respeito da Revolta de Princesa. Bem, em resumo resumidíssimo, foi uma revolta em que lideranças do interior do Estado da Paraíba reclamavam de supostos abusos do Presidente do Estado, João Pessoa. A wikipedia.org poderá lhe dar mais detalhes sobre essa revolta. Lá, entre os nomes dos revoltosos, vi um sobrenome mui moderno, mui atual - Cunha Lima. Sim, havia um Cunha Lima lá, reclamando de João Pessoa, lutando pelos interesses dos coronéis do interior do Estado. Bom, embora Franklin Martins pense diferente, a Revolta de Princesa não ocorreu no ano de 1930, mas um ano antes, 1929. Já passamos dos 80 anos. O quê!? Sim, porque em fevereiro de 1930 eclodiu a face visível da Revolta. O embrião já havia sido gerado em 1929 - este ano memorável, da Crise Mundial da Bolsa de Nova Iorque. Em 06 de janeiro, Heinrich Himmler, ex criador de galinhas, foi nomeado Reichsführer SS em substituição a Ehhard Heiden, que fora demitido por Adolf Hitler porque (diziam) partes do seu uniforme foram fabricadas por um alfaiate judeu. Joe Pass, guitarrista de jazz, nasceu naquele janeiro, o pastor Martin Luther King Jr. também nasceu naquele janeiro, Leon Trotsky foi deportado pelo governo russo, naquele janeiro - imaginem ele e Stálin juntos no mesmo país. Não, senhor, o Trotsky tinha que exportar toda a sujeira da mente comunista para o México, bem pertinho dos Estados Unidos: acho que no fundo ele não foi expulso por Stálin, mas mandado como missionário desse evangelho da podridão. Bom, isso tudo em janeiro e há mais. 1929 foi um ano e tanto! Mas voltando à Princesa, a guerra destampou-se em 28 de fevereiro de 1930. Eu falava de um Cunha Lima? Isso mesmo! Contou-me uma velha, lá para as bandas de Campina Grande (uma cidade pertinho, mas não me lembro o nome), que uma profecia dizia que um Cunha Lima vingaria Princesa da derrota. Homem, será que Cássio Cunha Lima sabe disso? Não seria o caso de ele pensar que é esse messias? Per signum! Então, talvez seja por isso que Cássio está tão amoroso com a Polícia Militar. Se o TSE/STF der a ordem de retirada da cadeira do Governo, ele promoverá uma guerra de secessão. Paraíba livre. Vai ficar mais famoso do que o Barak Obama e a Carla Bruni (mulher de um político aí da Europa, que me falta o nome) juntos.
Paraíba independente. Já pensou? As crianças iriam gostar de ver os tanques do Exército desfilando pelo Estado, a lutar contra os PMs, destemidos, a atirarem nos milicos federais com suas MQ 762 M 968 (eu traduzo: Mosquetão, calibre 7.62, Modelo 1968). As crianças iriam gostar... E o Cássio também.

Bom, eu recomendaria o livro do Jornalista Tião Lucena. Queira ver a foto:


Se quiser ler o livro "1930: A HISTÓRIA DE UMA GUERRA", Tião é bonzinho e disponibilizou tudo "de grátis", no seu site. AQUI

O site de Tião:




O site de Tião Lucena está fora do ar. Não acho mais o livro. Enfim, já faz tempo que postei isto aqui (Foi em setembro de 2013. Hoje é 03/12/2024). Eu até relendo gostei do texto. Escrevi sozinho, sem copiar de ninguém, sem chatgpt. Um primor. Gostei. Vou voltar a escrever. 




28 novembro 2024

Spartacus vs Crassus - Uncut



1ª Temporada Completa 12.8 GB | 720p

2ª Temporada Completa 6.27 GB | 720p

3ª Temporada Completa 11.1 GB | 720p

4ª Temporada Completa 12.8 GB | 720p



31 outubro 2024

ISRAEL BOMBARDEIA TIRO E BAALBECK

 

FONTE



A intensidade dos ataques aéreos de Israel é testemunhada nas redes sociais dos residentes em Tiro e em outras localidades do Líbano onde Israel tem estado a bombardear posições do grupo terrorista Hezbollah, na sua maior parte inseridas dentro das populações e bairros civis.

Perto da cidade bíblica de Tiro, os aviões israelitas têm estado a atacar várias salas de comando e outras infraestruturas do Hezbollah. Segundo as IDF, algumas das salas de comando eram utilizadas pelo força de elite Radwan, pertencente ao Hezbollah. Como sempre tem feito, Israel avisou antecipadamente os residentes para evacuarem os locais a ser bombardeados posteriormente. 

1300 DRONES DISPARADOS CONTRA ISRAEL

Desde o início da guerra contra os terroristas do Hamas, do Hezbollah, extensível aos houthis, à Jihad Islâmica e outros párias, cerca de 1.300 drones já foram lançados contra o território israelita, em especial as regiões do Norte do país. Os drones têm sido disparados desde várias frentes, como o Líbano, Gaza, Iraque, Síria, Iémen e Irão. 

Segundo as IDF, 231 dos drones atingiram Israel, provocando danos e até mortes em alguns casos. Neste número contam-se também os drones que caíram em descampados. Segundo os militares, cerca de 80% dos drones foram interceptados. Israel tem-se esforçado por combater e destruir a capacidade do Hezbollah em lançar drones, tendo até já abatido alguns dos seus responsáveis. Até agora já foram atacados 54 locais de armazenamento de drones, 24 usados para armazenar mísseis de cruzeiro, 8 locais de produção de drones e mísseis, 5 deles subterrâneos, e 7 depósitos de armamento. 

7 MORTOS EM ISRAEL 

Hoje foi um dos dias mais trágicos para Israel, com 5 pessoas assassinadas através de um rocket disparado pelo Hezbollah contra Metula, na fronteira com o Líbano. 4 das vítimas mortais eram trabalhadores estrangeiros e um israelita de 47 anos, que deixa para trás 4 filhos. 

Dois outros israelitas sucumbiram também com um ataque de rockets contra a região de Haifa. Os dois morreram com o impacto de destroços dos rockets entretanto interceptados. 

ISRAEL BOMBARDEIA DEPÓSITOS DE ARMAMENTO NA SÍRIA

No início desta tarde os aviões israelitas atacaram vários armazéns de armas na Síria, próximos à fronteira com o Líbano. Vários centros de comando foram também atingidos. Estes depósitos de armamento eram utilizados para abastecer as forças do Hezbollah no Líbano. Israel tem tentado impedir que armas possam passar da Síria para o Líbano. 


03 outubro 2024

Ucrânia e Israel: não perguntem por quem eles lutam

 

Para enfrentar a Rússia e o Irã, não bastaria a lucidez geopolítica de Churchill: seria preciso também a coragem reformista de Thatcher para desatar os nós do declínio ocidental. Rui Ramos para o Observador:


A Rússia avançou novamente na Ucrânia, e o Irão atacou mais uma vez Israel. Qual foi, nos dois casos, a preocupação dos governos ocidentais? Esta: evitar uma “escalada”. Como? Limitando a capacidade da Ucrânia e de Israel responderem às agressões. À Ucrânia, americanos e europeus restringem o uso das armas, ou negam-lhas. A Israel, fazem o mesmo, e exigem-lhe um cessar-fogo. Como se o problema estivesse, não nas agressões a que a Ucrânia e Israel foram sujeitos, mas na possibilidade de se defenderem. Querem assim os governos ocidentais evitar a generalização da guerra? Mas perder ou não ganhar uma guerra localizada é a melhor maneira de ter uma guerra geral. O Ocidente está a cometer um grande erro, e vale a pena perceber como e porquê.

É fácil perdermo-nos em pormenores, e esquecer o essencial: a Putin não importam os falantes de russo no Donetsk nem ao Ayatollah Khamenei os árabes de Gaza. O que os assanha é a existência da Ucrânia e de Israel, que encaram como baluartes e símbolos da ordem ocidental. Destruir a Ucrânia e Israel é o primeiro passo com que Putin espera fundar o seu império neo-soviético, e o Ayatollah o seu império religioso. Por isso, qualquer cessar-fogo nunca será mais do que uma pausa para prepararem os próximos ataques.

O erro dos líderes ocidentais está em não reconhecerem que o Ocidente está sujeito às mesmas necessidades e contingências da Rússia e do Irão. Putin e o Ayatollah precisam de vencer estas guerras para levantarem os seus impérios. Mas o Ocidente também precisa de as vencer para manter os seus regimes. Não se trata de espalhar democracia pelo planeta, como há vinte anos. Trata-se de eliminar ameaças e dissuadir agressões. Se a Ucrânia e Israel desaparecessem, a guerra não acabaria: apenas se aproximaria mais do Ocidente, porque a seguir à Ucrânia, a ditadura neo-soviética russa interessar-se-ia pelos países bálticos, e o fundamentalismo islâmico já tem a Espanha e Portugal assinalados como as próximas terras do Islão a libertar do “colonialismo” ocidental. Tal como John Donne disse dos sinos, não perguntem por quem os ucranianos e os israelitas lutam: eles lutam por nós. Deixá-los sozinhos é pior do que uma cobardia: é uma estupidez.

Estes conflitos são insuportáveis? A vitória é a única maneira de os terminar. Não querem expandir a NATO? Derrotem Putin, de modo que os vizinhos europeus da Rússia não sintam precisar da garantia atlântica, como aconteceu à Finlândia. Querem um Estado árabe na Palestina? Derrotem o Irão e as suas milícias, de modo que esse Estado árabe não se reduza a uma simples base militar de ataque a Israel, como Gaza e o sul do Líbano.

Porque é que os líderes ocidentais, que durante anos apaziguaram Putin e o Ayatollah, resistem a ver as coisas como são? Porque se sentem à frente de regimes e sociedades vulneráveis. Para se agarrarem ao poder, fomentaram uma dependência do Estado que gerou desequilíbrios financeiros e bloqueios económicos. Para compensar o envelhecimento das populações, deixaram uma migração descontrolada destruir a coesão social. Agora, receiam a polarização política que deriva de tudo isso. Para enfrentar Putin e o Ayatollah, não bastaria a lucidez geopolítica de Churchill: seria preciso também a coragem reformista de Thatcher para desatar os nós do declínio ocidental. É obviamente mais cómodo deplorar a defesa de Israel como desumana, por causa dos mortos em Gaza, ou comparar no mapa a Rússia e a Ucrânia e concluir que a resistência ucraniana é fútil.

28 outubro 2023

Quando serão cumpridas as profecias dos capítulos 38 e 39 de Ezequiel?

 



Gostaríamos de começar afirmando que, já que Deus só nos deu algumas pistas escatológicas de Seus planos futuros em relação ao tempo da guerra de Gogue e Magogue, estamos usando as passagens que estão disponíveis, para apresentar nosso ponto de vista.

Como resultado, este estudo nunca deve ser um estudo que divide os irmãos, pois Deus é o único que conhece o resultado final dessa guerra e o momento em que todas essas coisas ocorrerão.

Introdução

Cerca de 2.600 anos atrás, Ezequiel revelou a profecia que o Senhor Deus lhe havia dado sobre o futuro da nação de Israel.

Registrado no livro de Ezequiel, capítulos 36 e 37, o profeta revelou que Deus cumpriria Sua promessa de reagrupar o povo judeu: “vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra” (Ezequiel 36:24). O Senhor tinha-os dispersado e agora os traria de volta à terra prometida a seus antepassados ​​Abraão, Isaac e Jacó (Gênesis 17:7; 1 Crônicas 16:17-18; Salmo 105:8-11).

Em Ezequiel 37, vemos as profecias dos ossos secos voltando à vida. Israel realmente se tornou uma nação novamente em 14 de maio de 1948, depois de quase 1900 anos desde que os romanos destruíram Jerusalém em 70 d.C. e espalharam o povo judeu por toda a terra.

Quando lemos os capítulos 38 e 39 de Ezequiel, a história mostra que a guerra de Gogue e Magogue é uma profecia ainda a ser cumprida. E, ao estudarmos, aprendemos que esta guerra ocorre com uma enorme federação de nações descendentes dos filhos de Noé, Jafé e Ham (Gênesis 10 2-7), invadindo Israel.

As nações são dos territórios da antiga Rôs, Magogue, Meseque, Tubal, Pérsia, Etiópia, Pute, Gômer e casa de Togarma. O líder deles é chamado de “Gogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal “ (Ezequiel 38:2-5); enquanto algumas traduções o traduzem como “Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal.”

O campo de batalha fica nos montes de Israel, que por muito tempo estavam desolados” (Ezequiel 38:8). O objetivo da invasão é “a fim de tomar o despojo, e de arrebatar a presa” e destruir o povo de Israel (Ezequiel 38:12, Ezequiel 38:16).

O resultado final dessa invasão irá chocar o mundo. As nações invasoras estão sendo manobradas por Deus, arrancadas de suas terras como “anzóis nos (seus) queixos” (Ezequiel 38:4), para que essas nações possam realizar o que Deus quer que elas façam e sentir Sua “indignação e furor” (Ezequiel 38:18).

Deus atrai essas nações específicas para os montes de Israel para “executar julgamento sobre ele (Gogue) com peste e derramamento de sangue. Farei cair chuva torrencial, grandes pedras de granizo, fogo e enxofre sobre ele, sobre as suas tropas e sobre os muitos povos que estiverem com ele” (Ezequiel 38:22).

O propósito de Deus é: “revelar Sua grandeza e Sua santidade, e ser conhecido por muitas nações. Então saberão que eu sou o Senhor” (Ezequiel 38:23).

Por meio dessa batalha, Deus se declara ao mundo que está pessoalmente defendendo Israel.

Quem é Gogue?

Ezequiel 38:2-3 dá o nome profético do líder dessa federação de nações: “Gogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal.” Ainda não se sabe se Gogue é um nome real como em 1 Crônicas 5:4 ou um título para uma posição suprema.

Quem são as nações envolvidas?

Ezequiel 38:1-6 fornece os nomes antigos dos territórios que envolvem as nações invasoras da guerra de Gogue e Magogue: Rôs, Magogue, Meseque, Tubal, Pérsia, Etiópia, Pute, Gômer e a casa de Togarma.

  • Rôs = Cabeça, Chefe, Topo e por causa do texto, líder no comando da Rússia (Você virá de seu lugar lá dos últimos confins do norte – Ezequiel 38:15)
  • Magog = Ásia Central e Rússia
  • Meshech = Turquia, antiga Muschki e Musku na Cilícia e Capadócia.
  • Tubal = Turquia, antiga cidade de Tubalu na Capadócia
  • Pérsia = Irã
  • Etiópia = Sudão, antiga Cush, sul do Egito
  • Pute = Somália
  • Gômer = Alguns acreditam que é a Alemanha, outros acreditam que faz parte do noroeste da Turquia. Somente a história dirá.
  • Casa de Togarma = Armênia, se encontra ao leste da Turquia

Como notamos, ausentes desta lista de nações do Oriente Médio estão os que cercam Israel hoje em dia, como a Síria, o Líbano, a Jordânia, o Egito, a Gaza, o Iraque e a Arábia Saudita.

Ezequiel 38:13 descreve essas nações como apenas observadoras, pois muitas delas são descritas como “Sabá e Dedã e os mercadores de Társis, e todos os seus governadores lhe dirão: ‘Você veio para levar o despojo? Você reuniu o seu bando para arrebatar a presa, para levar a prata e o ouro, para pegar o gado e os bens, para saquear grandes despojos?’”

Porque essas nações também não estão ativamente envolvidas na batalha de Gogue e Magogue não é revelado pelas Escrituras.

Quem é Rôs?

Ezequiel 39:1-2 afirma que Rôs é das partes mais remotas do norte“. Nenhuma outra nação existe mais remota que a Rússia moderna diretamente ao norte de Israel.

Quando essa guerra ocorrerá?

O momento está claramente descrito na conta de Ezequiel como eventos que devem acontecer para preparar o cenário para a guerra.

1) A primeira pista de tempo geral é o uso por Ezequiel dos termos “últimos tempos” (Ezequiel 38:8) e “últimos dias” (Ezequiel 38:16).

Conforme profetizado em Ezequiel, a guerra de Gogue e Magogue deve ocorrer no esquema profético do fim dos tempos, no que se refere à nação de Israel.

Precisamos entender que nunca na história do Oriente Médio as nações descritas na coalizão foram unidas em um ataque contra Israel.

E, em nenhum momento da história Israel nomeou um vale Hamom-Gogue (Ezequiel 39:11), nem uma cidade chamada Hamoná (Ezequiel 39:16), onde os judeus enterraram os invasores; o que deixa que isto acontecerá num momento futuro.

2) A segunda evidência é dada em Ezequiel 36 e 37, referindo-se à reunificação do povo judeu de volta à sua terra natal. “Eu os tirarei do meio das nações, eu os congregarei de todos os países e os trarei de volta para a sua própria terra” (Ezequiel 36:24).

Como já declaramos, Israel realmente se tornou uma nação novamente em 14 de maio de 1948, depois de quase 1900 anos desde que os romanos destruíram Jerusalém em 70 d.C. e espalharam o povo judeu pelo mundo.

3) Terceiro, vemos a abundância econômica que Israel agora possui com suas terras revitalizadas e os novos depósitos de gás descobertos. Israel também tem uma vasta quantidade de minerais que valem uma fortuna no Mar Morto. Portanto, a pergunta em Ezequiel 38:13: “Você veio para levar o despojo? Você reuniu o seu bando para arrebatar a presa, para levar a prata e o ouro, para pegar o gado e os bens, para saquear grandes despojos?” 

4) O quarto ponto pode ser visto de diferentes maneiras, onde Ezequiel 38:11-12 declara que: Você dirá: ‘Vou invadir a terra das aldeias sem muralhas. Atacarei um povo pacífico que vive em segurança, todos em cidades sem muralhas, sem ferrolhos nem portões, para levar o despojo, arrebatar a presa e levantar a mão contra as terras desertas que agora se acham habitadas e contra o povo que se congregou dentre as nações, o qual tem gado e bens e habita no meio da terra.’

Do ponto de vista judaico, é assim que poderia ser visto:

  • Vou invadir a terra das aldeias sem muralhas – esta é uma boa descrição dos atuais kibutzim.
  • Atacarei um povo pacífico que vive em segurança – em nenhum lugar do texto diz que Israel estará vivendo em paz. Pelo contrário, Israel está apenas vivendo em segurança, o que significa “protegido” (devido às suas grandes forças militares, força aérea, etc.), independentemente de estar em estado de guerra ou paz.

Deste ponto de vista, a invasão pode ocorrer a qualquer momento, inclusive algum tempo antes da tribulação.

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Depois de muita pesquisa bíblica e análise do que outros teólogos tinham a dizer, eis o que acreditamos:

A guerra de Gogue e Magogue acontecerá após o arrebatamento e pelo menos 3 anos e meio antes da tribulação.

O arrebatamento não inicia a tribulação, mas é o assinamento do tratado de paz entre o anticristo e Israel (Daniel 9:27) que começa a tribulação.

Colocando a guerra de Gogue e Magogue três anos e meio antes do início do período da tribulação, daria a Israel sete anos completos para queimar as armas da guerra antes de ser forçados a fugir para o deserto durante o meio da tribulação, também chamado de “A Grande Tribulação” (Mateus 24:15-16).

1) Com um mundo em caos de um arrebatamento pré-tribulação, este pode ser o momento em que a Rússia e sua coalizão muçulmana são atraídas para atacar Israel.

2) Depois que Gogue e suas tropas caem nas montanhas de Israel e são enterrados no vale de Hamom-Gogue; o mundo muçulmano estaria em ruínas e sua fé em Allah destruída por sua derrota. O mundo muçulmano não seria mais um impedimento para os judeus reconstruírem o templo que o anticristo profanará mais tarde (Daniel 9:27 e 2 Tessalonicenses 2:3-4).

3) Com o mundo em caos devido ao arrebatamento e o mundo islâmico em ruínas da guerra de Gogue e Magogue, o mundo restante estaria clamando por um salvador, alguém que traria alguma normalidade de volta ao mundo. O Anticristo estaria pronto para esse momento, fazendo um tratado de paz com Israel e conquistando facilmente as terras dos países muçulmanos do Oriente Médio, e o Império Romano poderia ser revivido mais uma vez.

4) Com a Igreja removida em um arrebatamento pré-tribulação, os que ficaram para trás se integrariam bem à religião apóstata mundial que o Falso Profeta promove (Apocalipse 13:11-15). As únicas religiões monoteístas que restaram para rejeitar o anticristo seriam o judaísmo e os novos crentes em Jesus que agora reconhecem a verdade do que a Bíblia vinha ensinando o tempo todo; e os quais o anticristo persegue tremendamente durante a segunda metade da tribulação.

5) Se a guerra de Gogue  e Magogue acontece mais perto do ponto médio da tribulação, levanta-se a questão de por que Deus resgataria Israel tão dramaticamente das nações de Gogue e Magogue para imediatamente entregar Israel à intensa perseguição pelo Anticristo.

6) A tremenda perseguição dos judeus durante a segunda metade da tribulação não lhes concederia a liberdade de enterrar os corpos dos invasores por sete meses (Ezequiel 39:12) ou criar uma nova cidade chamada Hamoná (Ezequiel 39:16), a menos que a guerra de Gogue e Magogue ocorrece mais cedo.

Outros Pontos de Vista

Alguns teólogos acreditam que a guerra de Gog-Magog e a batalha final do Armageddon são a mesma coisa.

E estas são suas razões:

A) Tanto a guerra de Gogue e Magogue (Ezequiel 38-39) quanto a batalha do Armagedom (Apocalipse 19:19) são descritas como ocorrendo nos “últimos tempos” (Ezequiel 38: 8) e nos “últimos dias” (Ezequiel 38:16).

B) Ezequiel 39:4, 17-20 e Apocalipse 19:17-18 descrevem invasores mortos sendo devorados por pássaros e animais selvagens.

No entanto, se olharmos mais de perto, há muitas diferenças entre esses dois eventos:

1) Os participantes nestas duas batalhas não coincidem.

A batalha entre Gogue e Magogue envolve nações específicas contra Israel (Ezequiel 38:1-6).

As referências ao Armagedom incluem as nações de toda a terra contra Israel (Zacarias 12:3; 14:2-4; Apocalipse 19:19-21).

2) Os locais descritos para as duas batalhas são diferentes.

Ezequiel 38:8 descreve a guerra de Gogue e Magogue ocorrendo nos “montes de Israel”.

O Armagedom ocorre em um vale; o vale de Jezreel, na planície de Megido (2 Crônicas 35:22; Zacarias 12:11).

Hoje, o vale de Jezreel é uma planície verde e fértil e, devido à sua localização no mesmo vale que Megido, Jezreel é considerado um local provável para a futura batalha do Armagedom (Apocalipse 16:16), e do fato que o vale de Megido também é chamado de vale de Jezreel.

3) O relato da derrota dos invasores tem semelhanças, mas não correspondem.

Os invasores de Gogue e Magogue são derrotados por Deus, que usa “torrentes de chuva, pedras de granizo e enxofre ardente” (Ezequiel 38:22). Bem como na luta: “Convocarei a espada contra Gogue em todos os meus montes, diz o SENHOR Deus; a espada de cada um se voltará contra o seu próximo” (Ezequiel 38:212).

As nações invasoras do Armagedom são derrotadas por Jesus, que usa “uma espada afiada” que sai da Sua boca, o que significa que meras palavras são ditas (Apocalipse 19:15).

4) Os líderes das invasões não são os mesmos.

Gogue é o príncipe e governante de Rôs, Meseque e Tubal (Ezequiel 38:3).

O líder invasor no Armagedom é a Besta ou o Anticristo que controla toda a Terra.

5) Os exércitos se vêem lutando contra dois oponentes diferentes.

Os invasores de Gogue e Magogue procuram conquistar um povo (Israel) pacífico e que de nada suspeita (Ezequiel 38:11).

Os invasores do Armagedom e os seus exércitos estão reunidos para guerrearem contra aquele (Jesus Cristo) que está montado no cavalo e contra o Seu exército (Apocalipse 19:19).

Pontos de vista finais

Embora existam semelhanças entre a guerra de Gogue e Magogue e a batalha de Armagedon do grande dia do Deus todo-poderoso (Apocalipse 16:14); suas diferenças superam suas similaridades.

Além disso, colocando a guerra de Gogue e Magogue no final da tribulação viola o primeiro pré-requisito de que Israel esteja vivendo em paz, uma condição que seria impossível sob a intensa perseguição do Anticristo e o subsequente voo de Israel ao deserto no início da grande tribulação que ocorre durante os últimos 3 anos e meio antes de Jesus voltar.

Portanto, colocando o tempo antes da tribulação, mas não no meio da tribulação, dá a Israel os sete meses para enterrar os mortos e os sete anos para queimar as armas.

CONCLUSÃO

Colocando o tempo da guerra de Gogue e Magogue antes do início dos sete anos de tribulação atende melhor a esses pré-requisitos e, em nossa opinião, faz o sentido mais lógico para nós.

É assim que vemos a linha do tempo mais provável:

  • O arrebatamento da igreja remove Aquele que detém o perverso. (O Espírito Santo de Deus é a única pessoa com poder sobrenatural para fazer isto – 2 Tessalonicenses 2:6-7).
  • A guerra de Gogue e Magogue destrói a influência russa e muçulmana no Oriente Médio.
  • O anticristo entra em cena, faz um pacto de paz com Israel para completar o Império Romano revivido.
  • Israel passa os primeiros 3 anos e meio da tribulação continuando a queimar as armas.
  • Jesus retorna no final dos sete anos de tribulação para derrotar Seus inimigos na batalha de Armagedom, resultando em Israel reconhecendo que Jesus é o Filho de Deus.
  • Jesus reúne pessoas de todo o mundo para o julgamento de ovelhas / cabras, o que resulta apenas em crentes entrando no reino milenar.

Somente o tempo dirá quando a guerra de Gogue e Magogue realmente ocorrerá. Mas acreditamos que os participadores já estão no lugar e a cena está quase pronta para esta guerra épica em um futuro não muito distante.

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09 outubro 2023

Não me venha com teorias: ataque do Hamas contra Israel é barbárie pura e simples

 


https://leiaisso.net/ 

PAULO POLZONOFF JR09 OUTUBRO 2023 3min de leitura


Pouco me interessam as mentiras que uns e outros canalhas contam a si mesmos para justificarem o sequestro e morte de crianças, jovens, adultos e idosos perpetrados por terroristas do Hamas no sábado (7). As análises históricas e políticas; as demonstrações de lealdade partidária e ideológica; a pura e simples demonstração da arrogância intelectual - tudo isso é lixo. É resto do qual se envergonharão aqueles que tiverem a sorte de, nos próximos anos, cultivar um mínimo de decência e honestidade.

O que me interessa é apenas e tão-somente o que meus olhos veem e meus ouvidos ouvem, por mais que eu não consiga compreender o idioma: as crianças de no máximo três anos presas em gaiolas (EM GAIOLAS!); o olhar do menininho israelense sequestrado e que agora é alvo dos palestininhos; a mulher morta no meio da estrada, um buracão de bala assim ó na lateral do corpo; os muitos corpos espalhados pela rua; os avôs e avós massacrados na calçada; os jovens desesperados tentando fugir do fuzilamento na rave; e, por fim, a menina alemã na caçamba da pick-up, os membros quebrados em ângulos impossíveis, seminua, humilhada depois de morta, como se fosse um saco de lixo ou nem isso.

E, agora, essa imagem que acabei de ver e que não queria ter visto. Mas vi e agora vou descrever, mesmo sabendo que minha descrição jamais conseguirá expressar todo o horror que vi naqueles poucos segundos. No chão da casa, pai, mãe, filho e filha são subjugados pelos terroristas palestinos do Hamas. No olhar das crianças, o medo infantil de um bicho-papão real. Na expressão da mãe, um instinto animalesco de proteção: ela fará qualquer coisa para proteger os filhos. Nos gestos do pai, que tem as mãos ensanguentadas, supostamente de um terceiro filho morto, o desespero de quem se sabe à mercê de psicopatas determinados a exterminá-los.

Caim

Se você vê uma imagem dessas e não se coloca no lugar do outro – que tipo de ser humano você é? Sério. Imagine a história que há por trás da família. Todas as muitas preocupações e momentos de felicidade e aspirações, umas mais e outras menos elevadas. Veja a menina e o menino, todo o potencial que há neles e que está prestes a virar passado. E, se sobreviverem, em que tipo de adultos se transformarão? Quantas noites passarão acordados, se lembrando desse dia, um acontecimento a ser sussurrado nas festas de família ou afogados em toneladas de ansiolíticos ou antidepressivos – na melhor das hipóteses.

Entendo pouco de geopolítica. Ouço Hamas e me lembro de homus. Li mais Isaac Bashevis Singer do que Isaiah Berlin. Mais poesia do que tratados. Aliás, essas teorias políticas todas me entediam profundamente e me parecem diabolicamente inúteis, um obstáculo para a caridade, quando vejo a confusão nos olhos das crianças enjauladas ou o pavor na forma como o menino se encolhe e tenta se proteger dos insultos. Nem mesmo na expressão apalermada dos frequentadores da rave pela paz e que foram dizimados pelos terroristas há espaço para as relativizações ou as sutilezas ou os vejabens de quem acredita observar o mundo de uma torre, quando na verdade está apenas rastejando entre outros que foram tomados pelo espírito de Caim – para usar a imagem forte e precisa mencionada por Jordan Peterson.

Caim que não é apenas símbolo da inveja materialista de quem cobiça a prosperidade alheia; ele é também símbolo de toda uma visão de mundo baseada na ideia de autossuficiência, de merecimento, de ingratidão e principalmente de egoísmo. Caim que, se achando digno das recompensas divinas, matou o que restava de divino em si ao assassinar o irmão. Caim que certamente erra por este mundo inventando para si justificativas que explicariam sua violência e sua condição de “injustiçado”. Caim que neste exato momento está soltando uma nota de apoio ao Hamas ou dizendo que veja bem, os israelenses não são santos e as pessoas mortas eram fascistas e os palestinos não-sei-o-quê, não-sei-o-que-lá.


27 junho 2023

Como será o dia em que Putin desligar os cabos da internet mundial?



 FONTE


MOISÉS NAÍM 25 JUNHO 2023 4min de leitura


É fácil imaginar a internet como um fenômeno etéreo, imaterial. Nestes tempos é normal, por exemplo, conectar-se à rede sem necessidade de cabos, guardar dados na “nuvem” e supor que a informação flui sem “sujar-se” no mundo tátil.

Pena que essas suposições sejam errôneas. A rede da qual dependemos é alarmantemente física e eminentemente vulnerável. Segundo o marechal Edward Stringer, ex-diretor de operações do Ministério de Defesa britânico, 95% do tráfego internacional de dados passa por um pequeno número de cabos submarinos. Estamos falando de meros 200 cabos, cada um da grossura aproximada à de uma mangueira de jardim e capaz de transferir cerca de 200 terabytes por segundo.

Por essa rede física trafegam US$ 10 trilhões em transações financeiras a cada dia. Como explica Stringer, nos últimos 20 anos, a Rússia investiu fortemente em sistemas capazes de atacar essa rede de cabos submarinos. O Kremlin conta hoje com uma frota de sofisticados submergíveis não tripulados projetados especificamente para esses fins. E a China também.

De fato, não se trata de uma ameaça teórica. Em outubro de 2022, o cabo submarino que conecta as Ilhas Shetland com o restante do mundo foi cortado em dois pontos. Poucos dias antes, havia sido detectada presença nessa região de um barco russo de “investigação científica”.

Não é possível vincular a presença do barco com o corte do cabo. De fato, na maioria das vezes os cortes se devem a acidentes com embarcações pesqueiras ou a eventos sísmicos no leito marinho. Mesmo assim, essa coincidência preocupou muito as agências de segurança das potências ocidentais, que perceberam o o incidente como uma advertência enviada pelo Kremlin.

Outro evento relevante nesse sentido foi a decisão tomada em fevereiro de 2023 pelas duas maiores empresas de telecomunicações chinesas, que decidiram se retirar do consórcio internacional encarregado de desenvolver uma rede de 19,2 mil quilômetros de cabos submarinos que conectam o sudoeste da Ásia e a Europa Ocidental.

Os impactos de um ataque coordenado contra os principais cabos submarinos em nível global seriam incalculáveis. Um ataque simultâneo paralisaria o comércio global, os mercados financeiros, o trabalho remoto e as indústrias de tecnologia e comunicação, provocando uma recessão mundial.

Mas o problema não seria meramente financeiro: as cadeias de fornecimento do século 21 dependem da transferência constante de dados para coordenar a entrega de bens e produtos. A interrupção deste fluxo poderia causar um efeito dominó de atrasos e cancelamentos que restringiria a integração econômica, política e até cultural de diferentes zonas geográficas.

Ainda mais, a crise financeira e econômica que um ataque desse tipo precipitaria nem sequer seria o maior dos problemas. “Desconectar” os cabos de potências rivais desembocaria numa crise inadministrável, especialmente se for possível atribuir a responsabilidade a algum ator estatal específico, o que poderia provocar conflitos e reconfigurar alianças. Os países que dependem em grande medida da infraestrutura digital seriam os mais afetados, e aqueles com capacidades autônomas de comunicação e tecnologia poderiam obter vantagens estratégicas.

Desafortunadamente, tais cenários não podem ser ignorados, porque no alto-mar reina a anarquia. Os tratados internacionais existentes sobre direito de navegação não cobrem satisfatoriamente o caso dos cabos submarinos. Trata-se de um exemplo emblemático de uma realidade global que, apesar de ser de grande interesse público, não está adequadamente protegida nem física nem legalmente.

    Até agora, as potências marítimas se abstiveram de atacar em grande escala as infraestruturas submarinas. Obviamente, atacar os cabos e conexões submarinas do rival provocaria custosas retaliações. Mas o equilíbrio atual é instável e inerentemente suscetível a perturbações que podem desestabilizar o sistema mundial da noite para o dia.

    Quando imaginamos que eventos seriam capazes de suscitar uma escalada entre o Ocidente e seus rivais, nós tendemos a nos esquecer dessa realidade. As sociedades contemporâneas não podem funcionar sem a transmissão de dados facilitada pela internet que, por sua vez, não pode funcionar sem infraestruturas muito difíceis de defender.

    A sensação de invulnerabilidade do Ocidente é ilusória, e seus rivais entenderam bem que certas infraestruturas — começando pelos cabos submarinos — são seu calcanhar de Aquiles. Essa realidade sublinha a necessidade de manter relações minimamente funcionais na arena internacional.

    A interdependência entre os países não é apenas um conceito usado por diplomatas. É uma realidade que define o mundo de hoje. Este é um mundo no qual os problemas, riscos e ameaças se fazem cada vez mais internacionais, enquanto as respostas dos governos seguem sendo predominantemente nacionais. Há problemas que nenhum país consegue resolver atuando sozinho. A necessidade de coordenar respostas e responder coletivamente com eficácia às ameaças é um objetivo para o qual o mundo não está preparado. 


    26 abril 2023

    Vinícius de Moraes - A rosa de Hiroxima



    A rosa de Hiroxima
    (Vinícius de Moraes)


    Pensem nas crianças
    Mudas telepáticas
    Pensem nas meninas
    Cegas inexatas
    Pensem nas mulheres
    Rotas alteradas
    Pensem nas feridas
    Como rosas cálidas
    Mas oh não se esqueçam
    Da rosa da rosa
    Da rosa de Hiroshima
    A rosa hereditária
    A rosa radioativa
    Estúpida e inválida
    A rosa com cirrose
    A anti-rosa atômica
    Sem cor sem perfume
    Sem rosa sem nada



    01 junho 2022

    1932 – São Paulo Em Armas – João Paulo Martino

     





    Descrição do livro


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    Após mais de 80 anos da chamada Revolução Constitucionalista, hoje quase ninguém sabe o que aconteceu em São Paulo naquele inverno de 1932. A população paulista vê em suas cidades ruas e avenidas que remetem aos episódios de 1932. Que cidade paulista não possui uma rua 23 de maio ou uma avenida 9 de julho? Há alguns anos, o dia 9 de julho voltou a ser feriado em São Paulo. O que teria acontecido de tão importante em nosso Estado naquele período?Pretendemos aqui neste livro apresentar a Revolução Constitucionalista, evidenciando suas causas, bem como o desdobrar dos seus acontecimentos. As diferentes visões sobre o movimento também serão abordadas.

    FONTE


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