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09 março 2025

Filme: Era Uma Vez No México (Dual Áudio)




Mariachi (Antonio Banderas) é um justiceiro que está em busca do líder de um cartel, que tem elaborado um plano para derrubar o atual Presidente do México (Pedro Armendáriz Jr.). Porém ele precisa também se preocupar com Sands (Johnny Depp), um agente da CIA corrupto que o contratou para realizar o serviço.

Áudio: Português/Inglês
Tamanho: 1.69 GB
Formato: MKV
Qualidade: BDRip
Qualidade do Áudio: 10
Qualidade do Vídeo: 10
Ano de Lançamento: 2003
Gênero: Ação/Suspense
Duração: 102 Minutos

:: DUAL ÁUDIO / DUBLADO ::

BluRay 1080p (MKV) | 3.5 GB




13 janeiro 2025

Musashi - 3 Volumes - Eiji Yoshikawa




DOWNLOAD - LIVRO 1


DOWNLOAD - LIVRO 2


DOWNLOAD - LIVRO 3



(A Terra, A Água, O Fogo, O Vento, O Céu, As Duas Forças, A Harmonia Final)


Descrição do livro

Este romance épico baseado diretamente na história japonesa narra um período da vida do mais famoso samurai do Japão, que viveu presumivelmente entre 1584 e 1645. O início é antológico, com Musashi recuperando os sentidos em meio a pilhas de cadáveres do lado dos vencidos na famosa batalha de Sekigahara. Perambula a seguir em meio a um Japão em crise onde samurais condenados ao desemprego e à miséria por senhores feudais derrotados semeiam a vilania ditando a lei do mais forte. Musashi será mais um dentre estes inúmeros pequenos tiranos, derrotando impiedosamente quem encontra pela frente até que um monge armado apenas de sua malícia e alguns preceitos filosóficos zen-budistas consegue capturá-lo e pô-lo rudemente à prova. Musashi consegue fugir graças a uma jovem admiradora, para ser novamente capturado, e agora fica três anos confinado numa masmorra onde uma longa penitência toda feita de leituras e reflexões o fará ver um novo sentido para a vida assim como novos usos para sua força e habilidade descomunais. Os caminhos rumo à plenitude do ser jamais são fáceis, e em seus anos de peregrinação em busca da perfeição tanto espiritual quanto guerreira enfrentará os mais diversos adversários, tendo inclusive que sair-se várias vezes de situações desesperadoras. É numa dessas situações que, totalmente acuado, usará pela primeira vez, em meio ao calor da luta e quase inconscientemente de início, a surpreendente técnica das duas espadas, o estilo Niten ichi, que o tornaria famoso pelo resto dos tempos.


Musashi Miyamoto (1584-1645) é uma figura lendária no Japão, conhecido como um dos maiores espadachins e estrategistas da história. Sua vida inspirou diversos livros, filmes e obras de ficção, sendo a mais famosa a série de romances "Musashi", escrita por Eiji Yoshikawa.

Resumo da História de Musashi:

Musashi nasceu no final do período Sengoku, uma era de constantes guerras e disputas entre samurais no Japão. Ele começou a lutar ainda jovem e, ao longo de sua vida, participou de mais de 60 duelos, vencendo todos e se tornando um espadachim invencível.

Principais Eventos da Vida de Musashi:

  1. Infância e Primeiros Duelos:

    • Musashi nasceu em uma família de samurais, mas foi criado pelo tio após a morte de seu pai. Seu primeiro duelo ocorreu quando tinha cerca de 13 anos, quando venceu um samurai adulto.
  2. Viagens e Busca por Maestria:

    • Musashi viajou pelo Japão em uma jornada conhecida como "Musha Shugyō", uma peregrinação dos guerreiros em busca de aperfeiçoamento pessoal e técnico. Ele lutava contra adversários de várias escolas de esgrima para aprimorar suas habilidades.
  3. O Duelo com Sasaki Kojirō:

    • Um dos momentos mais famosos de sua vida foi o duelo contra Sasaki Kojirō, outro grande espadachim da época, em 1612. Musashi venceu Kojirō usando uma espada de madeira, uma das lutas mais icônicas da história japonesa.
  4. Criação do Estilo de Espada Dupla:

    • Musashi desenvolveu o estilo de espada dupla chamado "Niten Ichi-ryū", onde usava duas espadas simultaneamente em combate, uma inovação no campo das artes marciais.
  5. Últimos Anos e Escrita do Livro dos Cinco Anéis:

    • Nos últimos anos de sua vida, Musashi se retirou dos combates e se dedicou à escrita e à reflexão. Em 1645, pouco antes de sua morte, ele escreveu o "Livro dos Cinco Anéis" (Go Rin no Sho), um tratado sobre estratégia militar, combate e a filosofia da guerra.

Legado:

Musashi se tornou uma lenda não apenas por suas habilidades com a espada, mas também por sua sabedoria filosófica. Sua vida e ensinamentos continuam a ser influentes, não só no Japão, mas no mundo todo, especialmente no campo das artes marciais e da estratégia.

O romance "Musashi" de Eiji Yoshikawa mistura fatos históricos e ficção, apresentando sua jornada de crescimento pessoal, espiritual e como guerreiro, até se tornar um ícone da cultura japonesa.


Mangá de Vagabond completo em pdf para baixar.


21 agosto 2024

Dissidentes do Islã, os melhores aliados do Ocidente

ESCRITO POR GIULIO MEOTTI | 11 JULHO 2016 

Ayaan Hirsi Ali, autora que teve de fugir da Holanda para os EUA.

O Islã, alerta o autor de best-sellers argelino Boualem Sansal, irá dividir a sociedade européia. Em uma entrevista concedida à mídia alemã, esse corajoso escritor árabe pintou um quadro da Europa subjugada pelo Islã radical. De acordo com Sansal, os ataques terroristas em Paris e Bruxelas estão direcionados ao modo de viver ocidental: "vocês não conseguem nem derrotar os fracos estados árabes, então eles trouxeram os quintas colunas para que o Ocidente se autodestrua. Se tiverem sucesso a sociedade cairá".

O Sr. Sansal, que vem sendo ameaçado de morte, pertence a um crescente contingente de dissidentes muçulmanos. Eles compõem o melhor movimento de libertação para milhões de muçulmanos que aspiram praticar sua fé pacificamente, sem terem que se submeter aos ditames de fundamentalistas e fanáticos. Esses muçulmanos dissidentes aspiram alcançar a liberdade de consciência, coexistência entre religiões, pluralismo na esfera política, direito de criticar o Islã e respeito à vigência do estado de direito. Para o mundo islâmico a mensagem dos muçulmanos dissidentes pode ser devastadora. É por isso que os islamistas estão à caça deles.

São sempre indivíduos que fazem a diferença, como por exemplo: Lech Walesa, que fez toda a diferença. A União Soviética foi derrotada por três pessoas apenas: Ronald Reagan, o Papa João Paulo II  e os dissidentes. Quando o professor Robert Havemann faleceu na Alemanha Oriental, poucos ficaram sabendo. Este corajoso crítico do regime estava confinado em prisão domiciliar em Grünheide, sob os cuidados da Stasi. Mas o velho professor jamais se deixou intimidar. Ele continuou lutando pelos seus ideais.

O herói do anticomunismo tchecoslovaco, Jan Patočka, morreu sob pesado interrogatório policial. Patočka pagou com a vida o preço do silenciamento. Suas palestras brilhantes foram reduzidas a um seminário clandestino. A despeito de ser impedido de publicar, ele continuou trabalhando clandestinamente em um minúsculo apartamento.

Caçado pela KGB, Alexander Solzhenitsyn escreveu os capítulos do Arquipélago de Gulag entregando-os a amigos de confiança, de modo que nenhum deles tinha posse do manuscrito completo. Em 1973 havia apenas três cópias da obra. Quando a polícia política soviética extorquiu a datilógrafa Elizaveta Voronyanskya, para que ela delatasse um dos esconderijos, acreditando que a obra-prima estava perdida para sempre, ela se enforcou.

Hoje uma nova Cortina de Ferro está sendo construída pelo Islã contra o resto do mundo e os novos heróis são os dissidentes, os apóstatas, os heréticos, os rebeldes e os descrentes. Não é mera coincidência que a primeira vítima de uma fatwa tenha sido o escritor indiano/britânico Salman Rushdie, de família muçulmana.

Pascal Bruckner chamou-os de "os livres pensadores do mundo muçulmano". Nós devemos apoiá-los  a todos os dissidentes. Porque se de um lado os inimigos da liberdade vêm de sociedades livres, aqueles que se ajoelham diante dos agentes de Alá, por outro alguns dos mais corajosos defensores da liberdade vêm dos regimes islâmicos. A Europa deveria dar apoio financeiro, moral e político a esses amigos da civilização ocidental, enquanto a nossa desonrosa elite, educada e intelectual, está ocupada difamando-os.

Por exemplo, o autor argelino Kamel Daoud, que chamou a Arábia Saudita de "ISIS que deu certo", recentemente causou uma confusão, sendo acusado de "islamofobia", por ter dirigido sua fúria contra um povo ingênuo, que ele diz ignora o abismo que separa o mundo muçulmano da Europa.

Outro exemplo, o jurista Afshin Ellian, exilado iraniano, atualmente na Holanda, trabalha na Universidade de Utrecht, e depois do assassinato de Theo Van Gogh, é protegido por guarda-costas. Após o massacre de Charlie Hebdo, enquanto a mídia europeia se empenhava em culpar os cartunistas "idiotas", Ellian promovia um apelo: "não deixem que os terroristas determinem os limites da liberdade de expressão".

Outra dissidente e autora corajosa, Ayaan Hirsi Ali teve que fugir da Holanda para os EUA, onde ela rapidamente se tornou uma das intelectuais mais proeminentes.

O prefeito marroquino de Roterdã Ahmed Aboutaleb, também vive sob proteção da polícia. Recentemente ele sugeriu aos seus 'companheiros' muçulmanos que protestavam contra as liberdades que encontraram no Ocidente que "fizessem as malas e se f...". Um cristão, heroico defensor dessas liberdades na Holanda, Geert Wilders, está sendo julgado sob a acusação de "discriminação". "Estou na prisão", disse ele, referindo-se aos locais seguros que ele tem que se esconder, "e eles passeiam por aí livremente".

Muitos desses dissidentes são mulheres. Shukria Barakzai, política e jornalista afegã, declarou guerra aos fundamentalistas islâmicos depois que polícia religiosa do Talibã a espancou por ela ter ousado sair sozinha sem uma escolta masculina. Um homem bomba detonou os explosivos amarrados ao seu corpo perto do carro dela, matando três pessoas. Kadra Yusuf, uma jornalista somali, se infiltrou em mesquitas de Oslo para criticar energicamente os imãs, principalmente no tocante à mutilação genital feminina, que sequer é exigida no Alcorão ou nos hádices (relatos sobre a vida de Maomé). No Paquistão, Sherry Rehman pediu "uma reforma nas leis paquistanesas que tratam da blasfêmia". Ela arrisca sua própria vida todos os dias. Ela é considerada pelos islamistas "adequada para ser morta" por ser mulher, muçulmana e ativista secular. A autora e psiquiatra síria/americana, Wafa Sultan, também foi considerada "descrente" merecendo morrer.

Recentemente o jornal Le Figaro publicou uma longa lista de personalidades muçulmano/francesas ameaçadas de "execução". "Colocadas sob permanente proteção policial, consideradas traidoras por fundamentalistas muçulmanos, vivem um inferno. Aos olhos dos islamistas, a liberdade dessas pessoas é um ato de traição à ummah (comunidade)". Elas são escritoras e jornalistas da cultura árabe/muçulmana que criticam a ameaça islamista e a violência inerente do Alcorão. Elas estão sozinhas contra o islamismo que usa o terrorismo concreto das Kalashnikovs e também contra o terrorismo intelectual que as submete à intimidação da mídia. Vistas como "traidoras" em suas comunidade, elas são acusadas pelas elites do Ocidente de "estigmatização".

A jornalista francesa Zineb El Rhazoui tem mais guarda-costas do que muitos ministros do governo de Manuel Valls e, por medida de segurança, vem mudando de casa com frequência nos últimos meses em Paris. Para esta jovem estudiosa, natural de Casablanca, que trabalha na revista semanal francesa Charlie Hebdo,caminhar pelas ruas de Paris se tornou algo inimaginável. Em 7 de janeiro de 2015 uma fatwa foi emitida que diz: "matem Zineb El Rhazoui para vingar o profeta".

Ameaças contra outra dissidente Nadia Remadna, não vêm de Raqqa na Síria, mas de sua própria cidade: Sevran, em Seine-Saint-Denis. Elas refletem a crescente influência dos islamistas nos territórios perdidos da República Francesa. Por qual "crime" ela foi considerada culpada? Ela criou a "Brigada das Mães" para combater a influência islamista sobre jovens muçulmanos.

O professor de filosofia, Sofiane Zitouni, teve que pedir demissão do emprego em uma escola muçulmana/francesa por conta do "islamismo insidioso".

O jornalista e ensaísta francês/argelino Mohamed Sifaoui, autor de diversas investigações sobre círculos islamistas, é vítima de dupla ameaça. Ele é alvo primordial tanto de fundamentalistas quanto dos "tolerantes" grandes inquisidores. Sentenciado a dois anos de prisão pelo regime argelino por ofensas à imprensa", depois assediado por islamistas, Sifaoui pediu asilo político na França em 1999, jamais voltando a por os pés na Argélia. Desde então Sifaoui tem visto sua foto e nome juntamente com as palavras "le mourtad", o apóstata em websites islamistas, o que quer dizer que ele está marcado para morrer. A proteção policial francesa em torno dele tem sido total desde 2006, quando ele defendeu a liberdade de expressão da revista satírica francesa Charlie Hebdo.

Cerca de quinze testemunhas prestaram depoimento a favor da revista Charlie Hebdo. Entre elas se encontrava o falecido ensaísta muçulmano/tunisiano Abdelwahab Meddeb, que teve a coragem de desafiar todo o establishment muçulmano/francês que tentou calar a revista Charlie Hebdo. Meddeb queria mostrar que "não se tratava de ninguém contra o Islã e sim o Islã evoluído contra o Islã atrasado."

Também na França, Hassen Chalghoumi, o corajoso imã de Drancy, prega usando um colete a prova de bala. Quando ele sai na rua cinco policiais o acompanham armados com armas semiautomáticas. Isso não está situado fora da Linha Verde de Bagdá, está sim no centro de Paris. Chalghoumi apoiou a proibição do uso das burcas; fez uma visita sem precedentes ao memorial do Holocausto em Jerusalém; prestou homenagem às vítimas da redação da revista Charlie Hebdo se posicionou a favor de um diálogo com os judeus franceses.

Naser Khader, muçulmano liberal com cidadania dinamarquesa, que defendeu "uma reforma muçulmana", autor do livro "Honra e Vergonha", está sendo ameaçado de morte por grupos islâmicos.

Na Itália, o escritor Magdi Cristiano Allam, natural do Egito, vive sob proteção de guarda-costas por ter criticado o Islã político. O editor adjunto do principal jornal da Itália, Corriere della Sera, Sr. Allam, publicou um livro cujo título apenas já seria o suficiente para por sua vida em perigo: "Viva Israele."

Ibn Warraq vive atrás de um pseudônimo desde que escreveu o influente livro "Porque Eu Não Sou Muçulmano".

O blogueiro palestino Walid Husayin também é uma raridade. Na prisão por ter "satirizado o Alcorão, ele publicou recentemente um livro na França sobre sua experiência nos territórios palestinos, onde seu "ateísmo" quase lhe custou a vida.

Na Tunísia há um punhado de produtores de cinema e intelectuais que lutam pela liberdade de expressão, especialmente depois que o líder secular da oposição Chokri Belaid, foi assassinado. Também Nadia El Fani, diretora de "Ni Allah ni maître" ("Nem Alá Nem Mestre"), e Nabil Karoui, diretor da TV Nessma, estão ameaçados de morte e sendo processados, acusados de "blasfêmia". A "Primavera Árabe" na Tunísia não se transformou em um inverno islamista, como em outros lugares, isso graças principalmente a esses dissidentes.

Esses heróis sabem o que aconteceu com seus antecessores em "a guerra contra os intelectuais árabes". Escritores como Tahar Djaout foram mortos em 1993 pelos islamistas na Argélia, bem como o jornalista Farag Foda, famoso pelas fortes sátiras sobre o fundamentalismo islâmico. Antes de seu assassinato, Foda foi acusado de "blasfêmia" pela grande mesquita de al-Azhar. Uma dozena de blogueiros bengaleses também foram assassinados a sangue frio pelos islamistas pelo "crime" de "secularismo".

No ano passado o Presidente do Egito Abdel Fattah al- Sisi defendeu a reforma do Islã e a maneira como é ensinado, o clérigo do Islã sunita Sheikh Ahmed al Tayeb, chefe da Universidade al-Azhar do Cairo, centro do Islã sunita, se pronunciou da mesma maneira. E ele disse isso nada menos do que em Meca. Os conservadores do Egito fizeram de tudo para abafar o caso – pelo menos por enquanto.

Há contudo cada vez mais dissidentes se manifestando com sucesso, liderando com coragem e visão de futuro. Nos EUA M. Zuhdi Jasser, autor de "A Battle for the Soul of Islam" (Uma Batalha Pela Alma do Islã) e médico, criou o American Islamic Forum for Democracy. No ano passado mais de duas dezenas de personalidades muçulmanas promoveram um apelo "para abraçar uma interpretação pluralista do Islã, rejeitar todas as formas de opressão e abusos cometidos em nome da religião".

No Canadá Raheel e Sohail Raza fundaram "Muslims Facing Tomorrow", onde se encontra o Professor Adjunto de Ciência Política da Universidade de Western Ontario, Salim Mansur que diz o que pensa.

No Reino Unido Maajid Nawaz dirige a influente Quilliam Foundation e Shiraz Maher, que deixou a organização islamista, Hizb-ut-Tahrir, agora trabalha como Senior Fellow no International Center for the Study of Radicalization no King's College em Londres.

Estes são apenas alguns dos poucos heróis de hoje. Outros tiveram que ser deixados de fora; há muitos nomes para serem incluídos.

A orgulhosa e dolorosa resistência desses "rebeldes de Alá" é um dos mais belos testamentos dos nossos tempos. Esses "rebeldes de Alá" também são a única e real esperança de reforma para o mundo islâmico -- e de preservar a liberdade para todos nós.


Publicado no site do The Gatestone Institute.



Giulio Meotti, editor cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.


Tradução: Joseph Skilnik



18 maio 2024

Frailty (A Mão de Deus) - 2001


O FBI está à procura de um perigoso serial killer, que se autoproclama como "Mão de Deus". Até que surge Adam Meeks (Matthew McConaughey), um misterioso homem que afirma conhecer a identidade do assassino e deseja falar com o agente que lidera as investigações. De início, o agente não se mostra impressionado com a afirmação de Adam, mas fica curioso com a história e pede maiores explicações sobre ela. Adam conta que o assassino é seu irmão, passando a narrar através de uma série de flashbacks como eles cresceram sob o comando de um pai que acreditava que o irmão estava imbuído de uma missão divina, que consistia em destruir demônios que habitavam corpos humanos.

Direção
Elenco
Gênero
Suspense
Nacionalidade
Itália, Alemanha, EUA
IMDB

10 maio 2024

O Livro Negro do Comunismo – Stephane Courtois e outros



Descrição do livro

Ao contrário da repressão episódica e acidental das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico, fazendo parte da rotina de governo. O mais completo estudo existente do comunismo, sob o prisma de suas atrocidades, está em O Livro Negro do Comunismo. Esta espécie de enciclopédia do comunismo revela, em oitenta anos de regime comunistas, um saldo de quase 100 milhões de mortos, com a esmagadora maioria de vítimas nos dois gigantes do marxismo-leninismo – a União Soviética e a China.

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FONTE: Mises Brasil e Instituto Rothbard

06 maio 2024

O Irã do Terror

 



SERÁ
que a esquerda do Brasil compactua com o assassinato de centenas de mulheres naquele país por não se vestirem de acordo com suas normas religiosas? Artigo do professor Denis Rosenfield, publicado pelo Estadão:


Preliminarmente, convém assentar o óbvio, embora ele pareça tão pouco evidente nos dias de hoje. O ataque do Irã a Israel foi um fiasco! Mais de 350 drones e mísseis, balísticos e de cruzeiro, carregando 60 toneladas de explosivos, foram lançados sem que nenhum deles tenha alcançado o seu objetivo. O resultado, pífio, foi uma criança beduína, de 7 anos, agora numa UTI em estado crítico. Danos menores foram infringidos a uma base área. A defesa israelense, com ajuda de EUA, Grã-Bretanha, França e Jordânia, foi sem igual, inaugurando uma Guerra nas Estrelas não ficcional, mas real.

O suposto poderio militar iraniano, com drones sendo inclusive vendidos para a Rússia, como se fosse um produto próprio de alta tecnologia, assim como seus mísseis, revelou-se ineficaz e tecnologicamente defasado. O Irã tem demonstrado competência em financiar e instrumentalizar o terror pelo Oriente Médio e no mundo (convém lembrar suas operações na Argentina), mas a sua falta de operacionalidade numa guerra de alta tecnologia foi flagrante. O ataque foi maciço e seu resultado, insignificante, tendo produzido como efeito colateral uma aliança estratégica inaudita entre os países envolvidos, defensores da democracia, com apoio explícito da Jordânia, temerosa de ser a próxima vítima dos aiatolás, e velado da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes.

Contudo, com o intuito de encobrir o seu estrondoso fracasso, o Irã passou a divulgar a estranha versão de que sua “resposta” foi calculada e limitada, como se essa avalanche de drones e mísseis fosse uma mera brincadeira inofensiva. Só os cegos pelo antiocidentalismo ou ideologicamente blindados podem se curvar diante de uma tal apresentação. Curiosamente, o fracasso seria uma vitória. Não há lógica que resista! Nessa narrativa bizarra, o seu objetivo seria apenas alvos militares, quando seus projéteis eram visíveis, online, nos céus de Jerusalém, inclusive sobre o Domo da Rocha. Seria, então, Israel que estaria defendendo um lugar sagrado dos muçulmanos, enquanto o Irã o estaria ameaçando?

A versão apresentada da “resposta” é também hilária, pois seria a reação a um suposto ataque israelense a um anexo da embaixada iraniana na Síria, cuja função seria abrigar a Guarda Revolucionária nesse país. Ora, o que faziam esses “guardiões da Revolução”, senão abastecer e orientar os seus satélites em sua luta pela aniquilação do Estado de Israel? Em todo caso, o país a protestar seria a Síria, que teria tido a sua soberania violada. Quando muito, abstraindo-se do caráter militar dessa sede diplomática, Israel teria violado uma convenção internacional, e não o solo iraniano. A dita resposta é totalmente arbitrária e desproporcional, procurando tão somente intensificar o seu combate de extermínio dos judeus do Oriente Médio, os cristãos sendo os próximos.

Convém atentar para o fato de que o Irã é uma potência regional, com projetos hegemônicos de ocupação de toda essa região. Seus tentáculos são vários, apresentando-se propriamente como um Estado colonizador. Graças ao acordo nuclear no governo Obama, viu-se liberado para atuar regionalmente, com os seus ativos financeiros sendo desbloqueados e por meio do aumento de seu comércio internacional. O tão alardeado acordo foi uma carta branca para sua atividade regional, usando e abusando do terror. Hoje, o regime dos aiatolás apoia e financia o Hezbollah, no Líbano, tendo criado um Estado dentro do Estado; controla territorialmente por meio de suas milícias uma parte do Iraque; é propriamente uma força de ocupação na Síria, território de atuação privilegiada da “Guarda Revolucionária”; financia e fornece equipamentos militares para o Hamas e a Jihad Islâmica em Gaza; e procura introduzir-se na Cisjordânia e na Jordânia, além de armar e controlar a milícia Houthis, no Iêmen. O Irã tem como objetivo dominar todo o Oriente Médio, sendo o seu apoio ao terror em Gaza apenas um instrumento de sua estratégia global. Os palestinos são os seus peões.

A diplomacia lulopetista, porém, continua arraigada em seu antiocidentalismo, como se o Brasil – pasmem – não fosse um país ocidental. Em mais uma amostra de sua abjeção, o Itamaraty divulgou uma nota não condenando o ataque iraniano! Deve ser ele uma vítima, que deveria ser desculpada de tudo o que faz! Não houve até agora nenhuma retificação oficial. O máximo que o chanceler conseguiu fazer, acuado pela pergunta de um jornalista, foi dar uma resposta risível, segundo a qual no momento da redação da nota não tinha as informações disponíveis. Só ele, porque todo o mundo ocidental e democrático já tinha condenado o ataque iraniano. Em nosso continente, a Argentina foi inequívoca em sua condenação. Nem o fuso horário serve como desculpa.

Ademais, será que a esquerda brasileira compactua, em sua luta contra os valores ocidentais, com o assassinato de centenas de mulheres no Irã por não se vestirem adequadamente segundo suas normas religiosas? E a perseguição e a morte de homossexuais?

24 abril 2024

Duologia Kill Bill




Kill Bill: Volume 1 - 2003



No dia de seu casamento, a Noiva (Uma Thurman), uma perigosa assassina profissional, é espancada pelos membros do grupo de extermínio de que fazia parte. Bill, o chefe do grupo, atira em sua cabeça, o que a coloca em coma por quatro anos. Ao despertar, ela tem único desejo: vingança.



Kill Bill: Volume 2 - 2004



Após ser traída por Bill (David Carradine) e seu antigo grupo, uma mulher (Uma Thurman) fica à beira da morte por 4 anos. Após despertar do coma ela parte em busca de vingança, indo atrás de cada um dos seus antigos companheiros para matá-los.










































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