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06 setembro 2017

Ganhar o mundo e perder a alma



"De que vale ganhar o mundo, e perder a alma?" perguntou Jesus a seus discípulos. É o que deveriam perguntar-se muitos no tal primeiro mundo. De que vale o crescimento econômico, a tecnologia, o conforto, a segurança, se perde-se o principal, a identidade, a cultura, a transcendência, os valores?

Recentemente, uma jovem canadense teve um neném e se arrependeu. Enrolou o próprio bebê num saco plástico para sufocá-lo, depois colocou num saco de lixo e pediu ao parceiro (que aparentemente não sabia que ela estava grávida, nem o conteúdo do saco) que o jogasse no lixão. O bebê já morto foi encontrado, a mulher foi presa, o parceiro se suicidou. 

Por este crime, a jovem pegou adivinhem quanto?


O Canadá é um país adiantado e progressista, e quando a mãe mata o próprio bebê em condições mentais alteradas, isto pode ser considerado "infanticídio", que tem pena menor do que assassinato, com no máximo 5 anos de prisão.

Até que faz sentido. É uma espécie de aborto tardio. Se matar bebês de até seis meses no útero é permitido, por que não matá-los aos nove meses e pouco? 

(O Canadá é o mesmo país que já liberou sexo com animais se não incluir penetração - sexo oral com cachorros, por exemplo, em teoria é permitido.)

Isto mostra mais uma vez que o problema do Ocidente é espiritual mais do que material. Um paraíso materialista mas vazio. Por que tantos imigrantes querem ir para EUA, Europa, Austrália? Não é pela cultura, eles estão defecando e andando para isso, às vezes até literalmente. Eles querem meramente conforto material.

E o que quer a elite? Também, nada mais do que aumentar os lucros, reduzindo os pagamentos aos trabalhadores, além de dividir a população para poder reinar.

O problema maior da imigração não é o crime, não é o terrorismo, não é nem mesmo a maior competição por empregos e a consequente desigualdade social. O problema maior é a perda da identidade, dos laços de comunidade, bem como dos valores morais que só existem em um contexto religioso compartilhado por todos (muitas religiões diferentes também não dão certo, pois ninguém se entende, e há muitos conflitos).

O paraíso tecnológico que os globalistas prevém é um mundo asséptico, robotizado, militarizado, utilitarista. A liberdade sexual será total. Aborto e até infanticídio serão possíveis. Sexo com animais e até crianças será permitido. Velhinhos serão eutanizados quando chegar a sua hora, para não dar despesas aos cofres públicos. Trabalhadores terão chips cerebrais que lerão o conteúdo de suas mentes. Um povo sem cultura, sem identidade étnica, sem religião, sem valores e sem História, no qual todos serão apenas escravos do Estado e dos próprios instintos!

Mas de que valerá tudo isso?

Por que uma mãe mata um bebê? Por que tantas mulheres abortam, e por que tantas mais desejam esse "direito"? Simples, para evitar responsabilidades indesejadas. Para que uma noite de putaria não se transforme em uma responsabilidade de vinte anos.

A solução patriarcal para isto era restringir o sexo apenas dentro do casamento, de forma que os filhos surgissem apenas em um ambiente ideal. Certo que ainda aconteciam abortos ou bastardos cá e lá, mas em menor número, e mães solteiras eram mal vistas. Isto podia ser ruim individualmente, não há dúvidas, mas socialmente tendia-se a uma sociedade mais serena.  

Talvez o que estejamos observando hoje seja a falência final dos ideais iluministas.

Na carta de independência americana, influenciada pelo iluminismo, fala-se no direito de cada um à "busca da felicidade". Mas talvez o problema seja justamente essa "busca da felicidade" individual. Não sei como era a vida na Idade Média, mas duvido que a busca da felicidade individual fosse o objetivo maior.

A verdade é que a busca dessa tal felicidade muitas vezes termina em fracasso e desilusão. Sim, todos ou quase todos caímos nesta armadilha, mas devemos aceitar que somos quase sempre vítimas de nossas próprias ilusões. Uma mãe que se sacrifica pelo próprio filho é mais ou menos feliz do que aquela que o aborta para seguir a sua carreira de modelo e atriz? Não sei, mas a primeira opção parece mais moralmente correta do que a segunda, independentemente do seu resultado final em termos de "felicidade", algo meio difícil de medir.

Talvez apenas tenhamos ido demais para o outro lado. Antes tínhamos uma sociedade mais focada no bem comum do que na liberdade individual, em especial das mulheres. Hoje é o oposto, a liberdade individual é levada ao extremo, chegando até a exemplos grotescos de pessoas que operam e mutilam o próprio corpo para "trocar de sexo" ou transformar-se em Kens, em Barbies ou até em dragões e lagartos.

O ideal seria um meio-termo entre aspirações individuais e ordem social, em resumo, uma busca do bom senso. Mas quando é que a humanidade conseguiu isso?


FONTE: Blog do Mr X



11 setembro 2015

Fugitivos ou invasores?



Por HEITOR DE PAOLA

“No Ocidente, a burrice tem um passado glorioso e um futuro promissor”.
(Parafraseando Roberto Campos). 


Muammar Qaddafi há três décadas dizia a um repórter que os muçulmanos iriam dominar a Europa novamente, porém, sem levantar uma arma. O repórter lhe perguntou como isso seria possível, tendo recebido como resposta o seguinte: "enviando muçulmanos para lá e aproveitando-se de suas leis. "

E eu complemento: e de suas fraquezas lacrimejantes. Bastou a foto de um menininho morto jogado numa praia turca para desencadear um frêmito de solidariedade num Ocidente que cada dia que passa assassina milhões de crianças nos ventres maternos, ou até quando já estão fora dele. Solidariedade falsa, portanto.

Qaddafi sabia disto, o “califa” al-Baghdadi sabe também, assim como Assad e os aiatolás. Eles matam centenas de milhares de cristãos, fazem reféns e os decapitam à vontade, e cadê a solidariedade ocidental? Nem o Papa, o chefe espiritual dos decapitados, condena com a mesma veemência com que defende que o Islam é uma “religião da paz”.

Ninguém se pergunta por que os países ricos do Golfo, transbordantes de petróleo e moedas fortes, não se mostram solidários e aceitam os refugiados, teoricamente seus irmãos na “religião da paz”? Só os diabólicos infiéis, permanentes candidatos à submissão ou morte, devem se mostrar amorosos? Por que o “campeão do Cristianismo” Vladimir Putin, com população decrescente e espaço interminável, não se oferece para abriga-los?

Serão tão perseguidos e esfaimados assim que portando smartphones e outras bugigangas eletrônicas, podem recusar comida só porque vem embalada pela Cruz Vermelha, esta Cruz que eles dizem odiar, mas à qual realmente temem por serem seus principais traidores? São como diz o velho ditado popular: “fogem, como o diabo foge da Cruz”.

Depois da burrice ocidental, sob o comando consciente de Barack Hussein e seus asseclas, ter desencadeado e se regozijado com a abertura da Caixa de Pandora apelidada de “primavera árabe” – um verdadeiro inferno! – agora este mesmo inferno bate às portas da Europa numa invasão incruenta como planejara Qaddafi. Os europeus, inicialmente reconhecendo o perigo, tomavam medidas, mas se debulharam em lágrimas pela foto de Alan Kurdi. Esta foto em si mesma já seria um “case” – como se diz modernamente – para uma tese de doutorado sobre o uso do jornalismo desinformativo.

Quem foi responsável pela morte de Alan Kurdi?

Arthur Weinreb num instigante artigo investigativo (Who is really responsible for the death of 3-year-old Alan Kurdi) conclui: o único responsável por sua morte foi seu pai, Abdullah Kurdi.


“A família Kurdi vivia há três anos da Turquia e, embora não seja o lugar ideal para curdos, estavam a salvo. Tinham uma casa e recebiam dinheiro de seus parentes no Canadá. Não estavam fugindo de nenhuma perseguição, eram migrantes econômicos esperando uma vida melhor na Europa Ocidental e na esperança de algum dia alcançarem o Canadá. É compreensível, mas um verdadeiro refugiado, sem mencionar um homem de verdade, empreenderia a perigosa jornada sozinho deixando sua família, incluindo duas crianças pequenas, a salvo na Turquia onde não sofria ameaça nem pressão alguma.

Existem informações que Abdullah só queria chegar à Alemanha para desfrutar de um tratamento dentário particularmente caro e indisponível na Turquia. 

Não importam suas razões, ele nunca deveria ter pago a um contrabandista para levar sua família à Grécia num barco inadequado”. 

O que fazer?

Como estas hordas já batem às portas da América e do Brasil, creio que as fronteiras devam ser fechadas – se ainda sobram FFAA no Brasil para isto, depois da devastação tucano-petista de seus meio bélicos. Na Europa, estava com razão o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán antes das reações lacrimejantes: podem passar, se quiserem ir para a Alemanha e França, países que ainda não purgaram – se é que um dia o farão – suas culpas pelo Holocausto. Que passem também para a tolerantíssima Escandinávia – tolerantes até verem suas famílias reais orando em mesquitas, e suas mulheres de burka. Putin, coronel da mais sangrenta divisão do KGB, também teria contas a prestar pelo Gulag, mas comunistas não reconhecem culpas, pois tudo fizeram pelo bem da humanidade, e não aceitarão reparar erros que não acreditam ter cometido.

O ISIS tem proclamado que está inundando o Ocidente com seus combatentes. Seria rematada tolice não acreditar, já que a maioria dos invasores é constituída de homens jovens e fortes.

Às favas as lágrimas de crocodilo do Ocidente!






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