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03 março 2025

Livro: Comunicação em Prosa Moderna




Neste livro, Othon Moacyr Garcia apresenta ao leitor as sutilezas da moderna terminologia semântica e discute problemas lingüísticos e lógicos com os quais se defrontam todos aqueles que se dedicam à escrita, profissionalmente ou não. Com sua vasta experiência, o autor ensina o leitor não somente a escrever com clareza e objetividade mas, sobretudo, a pensar de forma coerente, aguçando seu senso crítico. As 80 páginas de exercícios permitirão ao leitor testar seus conhecimentos e aprimorar seu estilo.







FONTE: Lê Livros



21 agosto 2024

Livro: A Psicanálise dos Contos de Fadas

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Descrição do livro

A Psicanálise dos Contos de Fadas – Em A psicanálise dos contos de fadas, Bruno Bettelheim faz uma radiografia das mais famosas histórias para crianças, arrancando-lhes seu verdadeiro significado. O autor mostra as razões, as motivações psicológicas, os significados emocionais, a função de divertimento, a linguagem simbólica do inconsciente que estão subjacentes nos contos infantis.

Fonte: Lê Livros

A Ilha do Tesouro – Robert Louis Stevenson



Descrição do livro

A Ilha do Tesouro – Stevenson concebeu A ilha do tesouro para o divertimento de seu enteado, Lloyd Osbourne, que tinha doze anos em 1881. Escrevendo a seu amigo W. H. Henley a respeito do novo livro, ele declarou que “se isto não encantar os garotos, ora, então eles mudaram muito desde que eu era criança”. Uma história de piratas, com um mapa, um tesouro, um motim e um cozinheiro de bordo com uma perna só, A ilha do tesouro permanece uma das histórias de aventuras mais amadas da literatura.
Robert Louis Stevenson (1850-1894) é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial. Inexcedível no gênero de romances de aventuras, é autor deste A ilha do tesouro (1883), sua primeira obra de ficção extensa. O reconhecimento que recebeu após a publicação deste livro cresceu com o lançamento de O estranho caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde (O médico e o monstro), de 1886.



10 abril 2024

A Morte de Ivan Ilitch – Leon Tolstoi


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Descrição do livro

Esta obra mostra a história de um burocrata medíocre, Ivan Ilitch, um juiz respeitado que depois de conseguir uma oferta para ser juiz em uma outra cidade, compra um apartamento lá, para ele, sua mulher, sua filha e seu filho morarem. Ao ir para o apartamento, antes de todos, para decorá-lo, ele cai e se machuca na região do rim, dando início à uma doença.



23 janeiro 2024

A Ilustre Casa de Ramires – Eça de Queirós


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Descrição do livro



Já desde séculos se perdera a memória do lugar que ocupava aquela torre nas complicadas fortificações da Honra e Senhorio de Santa Ireneia. Não era decerto (segundo padre Soeiro) a nobre torre albarrã, nem a de alcáçova, onde se guardava o tesouro, o cartório, os sacos tão preciosos das especiarias do Oriente — e talvez, obscura e sem nome, apenas defendesse algum ângulo de muralha, para os lados em que o castelo enfrontava com as terras semeadas e os olmedos da Ribeira. Mas, sobrevivente às outras mais altivas, compreendida nas construções do paço formoso que se erguera de entre o sombrio castelo afonsino, e que dominava Santa Ireneia durante a dinastia de Avis, ligada ainda por claras arcarias dum terraço ao palácio de gosto italiano, em que Vicente Ramires converteu o paço manuelino depois da sua campanha de Castela; isolada no pomar, mas sobranceando o casarão que lentamente se edificara depois do incêndio do palácio em tempo de el-rei D. José, e a derradeira certamente onde retiniram armas e circularam os homens do terço dos Ramires — ela ligava as idades e como que mantinha, nas suas pedras eternas, a unidade da longa linhagem. Por isso o povo lhe chamara vagamente a «Torre de D. Ramires».” Título: A Ilustre Casa de Ramires.


FONTE: Lê Livros



27 janeiro 2023

Good Omens (Belas Maldições) – Neil Gaiman & Terry Pratchett







Conforme as Profecias de Agnes Nutter, o mundo vai acabar num sábado. No próximo sábado, e antes do jantar. O que é um grande problema para Crowley, o demônio mais acessível do Inferno e ex-serpente, e sua contraparte e velho amigo Aziraphale, anjo genuíno e dono de livraria em Londres. Eles gostam daqui de baixo (ou, no caso de Crowley, daqui de cima). Portanto, eles precisam encontrar e matar o Anticristo, a mais poderosa criatura do planeta. O problema é que o Anticristo é um garoto de 11 anos e, ao contrário de tudo o que você já tenha visto em algum filme, é um menino que adora seu cachorro, se importa com o meio ambiente e é o filho que qualquer pai gostaria de ter. Além, claro, de ser indestrutível. E, como se ainda não fosse o bastante, eles ainda têm de lidar com o domingo…






FONTE: Lê Livros e Internet


12 fevereiro 2019

Coletivo de leão e de rato



Professor Moreno: Olá! Tenho curiosidade em saber o coletivo de leões (o animal, rei da floresta). Pesquisei algumas gramáticas e não encontrei o coletivo específico para eles. Vi que matilha pode ser usado para animais ferozes e cambada para gatos (leão = felino), mas não sei se são os indicados para leões.
Tânia G. - Crato (CE)


Minha cara Tânia: os coletivos específicos são tão poucos que há muito se deixou de levar tão a sério o estudo desta espécie de substantivo. As cabras têm um coletivo determinado (fato), e assim também os camelos (cáfila); os porcos não deixam por menos (vara), e os peixes vivem em cardumes. E a tartaruga? A cotia? O jacaré? O tatu? A lesma? O tamanduá? O bicho-preguiça? O canguru?

Esses não têm coletivos específicos, principalmente por não terem o costume de aparecer em grandes grupos. Se fizermos questão de empregar um coletivo para estes animais, devemos usar os chamados coletivos genéricos (que, na verdade, terminam sendo usados para tudo, até mesmo para o porco, o camelo e a cabra, que tinham os seus coletivos específicos): bando, grupo, manada, rebanho, etc. É o caso dos leões; basta escolher um desses genéricos que não esteja diretamente relacionado com alguma espécie (cardume de leão não dá, nem vara; cáfila muito menos, é óbvio).

Há poucos dias, minha cara Tânia, outra leitora escreveu perguntando o coletivo de rato: “Seria ninhada (por causa da criação), ou bando, ou nenhum deles?”. Ninhada serve tanto para os ratinhos quanto para os filhotes de qualquer ave ou mamífero (de pinto, de cachorro, de gato, de leitão, etc.) nascidos de uma só vez; com certeza nossa leitora teve a atenção atraída pela expressão ninho de rato, usada para cabelo emaranhado, cama com as cobertas desfeitas ou gaveta desorganizada. O equívoco é normal; nossa memória vocabular vive nos pregando peças desse tipo.

Nesse caso – da mesma forma que com os leões –, voltamos aos coletivos genéricos. Como grupo e manada (é ruim!) de ratos não dá, usamos bando ou coisa semelhante. Esses coletivos estão ficando tão polivalentes que encontrei uma definição de cambada que poderia figurar naquela famosa enciclopédia chinesa citada por J.L. Borges: “cambada – coletivo de caranguejos, chaves reunidas, gente ordinária, malfeitores, objetos enfiados em cordão, peixes, vadios e vagabundos”.

Não podemos esquecer que o Português usa, para expressar a ideia coletiva, sufixos extremamente produtivos, o que, aliás, explica por que temos tão poucos coletivos específicos: -ada, -eiro, -ria, -edo: boiada, formigueiro, cavalaria, pulguedo, etc. Para rato, o Houaiss e o Aurélio registram ratada e rataria. Para leão, certamente o Português poderá produzir algo como leãozada, se for necessário – o que nunca é impossível: no momento em que se começou a chamar de perua aquele tipo de mulher espalhafatosa e cheia de joias, ao lado de bando de peruas, passei a ouvir também formações derivadas como

“Naquele bar tem uma peruada (ou peruagem, ou peruama) infernal”.

19 fevereiro 2018

Manual de Direito Administrativo (2016) – Volume Único


Conforme:
– EC nº 88/2015
– Novo CPC
– Lei nº 13.243/2016
– Lei nº 13.172/2015
– Lei nº 13.135/2015
– Lei nº 13.146/2015
– Lei nº 13.173/2015
– Lei nº 13.097/2015
– Lei nº 13.190/2015
– Medidas Provisórias nºs 703 e 678/2015
INFO
Disciplinas: Direito Administrativo
Ano de lançamento: 2016
Editora: Juspodivm
Número de páginas: 1.040
Edição: 4ª
Idioma: Português
Formato: PDF
Tamanho: 10.5 MB


25 maio 2017

Platão – Coleção os Pensadores - Volume 1

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Descrição do livro

Os diálogos O Banquete, Fédon, Sofista e Político — escolhidos para integrar o volume 1.
Συμπόσιον (O Banquete) - HTML - PDF
Φαίδων (Fédon) - HTML - PDF
Σоφιστήѕ (Sofista) - HTML - PDF - a partir da pág. 110
Поλιτικόѕ (Político) - HTML - PDF - a partir da pág. 362



FONTE: Lê Livros

30 março 2017

A Guerra do Paraguai – Luiz Octavio de Lima



Descrição do livro

Maior confronto armado da história da América do Sul, a Guerra do Paraguai é uma página desbotada na memória do povo brasileiro. Passados quase 150 anos das últimas batalhas deste conflito sangrento que envolveu Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, o tema se apequenou nos livros didáticos e se restringiu às discussões acadêmicas. Neste livro, fruto de pesquisas históricas rigorosas, mas escrito com o ritmo de uma grande reportagem, o leitor poderá se transportar para o palco dos acontecimentos e acompanhar de perto a grande e trágica aventura que deixou marcas profundas no continente sul-americano. Por uma narrativa repleta de lances surpreendentes, desfilam não apenas os governantes e líderes militares dos países diretamente envolvidos no conflito, que em momentos alternados viveram papéis de heróis e vilões, como ganham luzes as ações e os dramas de figuras menos conhecidas, mas igualmente fascinantes: a ardilosa amante do líder paraguaio Solano López; religiosos implacáveis; combatentes submetidos a dores e privações; mulheres e crianças testadas no limite da bravura; e escravos que viram na guerra o caminho para a liberdade. O livro também se ocupa de discutir (e algumas vezes desfazer) os mitos criados ao sabor dos ventos ideológicos que sopraram sobre o continente em diferentes períodos desde então.


30 janeiro 2017

Comida e Sociedade – Henrique Carneiro & Café Filosófico: Gula entre vícios e virtudes

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Descrição do livro


Comida e Sociedade – uma história da alimentação abrange mais que uma história dos alimentos, de sua produção, distribuição, preparo e consumo. O que se come é tão importante quanto quando se come, onde se come e com quem se come. Além de questões políticas ou macroeconômicas, a alimentação revela a estrutura da vida cotidiana em um de seus núcleos mais íntimos e compartilhados. Necessidade e prazer, a alimentação reveste-se de significados múltiplos, constitui identidades regionais, nacionais, étnicas e religiosas.

FONTE: Lê Livros



14 dezembro 2016

As Primeiras Civilizações – Jaime Pinsky

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Descrição do livro

No livro está narrado o processo civilizatório que conduz os ancestrais à conquista da fala, da agricultura, da escrita, à criação das cidades e dos impérios, à construção de templos e palácios, ao controle sobre os rios, à criação da civilização. Pitecantropídeos e Homo sapiens, coletores e agricultores, sociedades tribais e grandes impérios, egípcios, mesopotâmicos e hebreus são retratados nas páginas desta obra.

FONTE: Lê Livros


15 setembro 2016

O Poder do Hábito – Charles Duhigg

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Descrição do livro


Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela – ou seja, seus hábitos – foram modificados de maneira fundamental para que todas essas mudanças ocorressem. Há duas décadas pesquisando ao lado de psicólogos, sociólogos e publicitários, cientistas do cérebro começaram finalmente a entender como os hábitos funcionam – e, mais importante, como podem ser transformados. Embora isoladamente pareçam ter pouca importância, com o tempo, têm um enorme impacto na saúde, na produtividade, na estabilidade financeira e na felicidade. Com base na leitura de centenas de artigos acadêmicos, entrevistas com mais de trezentos cientistas e executivos, além de pesquisas realizadas em dezenas de empresas, o repórter investigativo do New York Times Charles Duhigg elabora, em O poder do hábito, um argumento animador: a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar bem os filhos, se tornar uma pessoa mais produtiva, criar empresas revolucionárias e ter sucesso é entender como os hábitos funcionam. Transformá-los pode gerar bilhões e significar a diferença entre fracasso e sucesso, vida e morte. Duhigg conclui por que algumas pessoas e empresas têm tanta dificuldade em mudar, enquanto outras o fazem da noite para o dia. Descobre, por exemplo, como hábitos corretos foram cruciais para o sucesso do nadador Michael Phelps, do diretor executivo da Starbucks, Howard Schultz, e do herói dos direitos civis, Martin Luther King, Jr.: “Eles tiveram êxito transformando hábitos. Todos começam com um padrão psicológico. Primeiro, há uma sugestão, ou gatilho, que diz ao seu cérebro para entrar em modo automático e desdobrar um comportamento. Depois, há a rotina, que é o comportamento em si. Para alterar um hábito, é preciso modificar os padrões que moldam cada aspecto de nossas vidas. Entendendo isso, você ganha a liberdade – e a responsabilidade – para começar a trabalhar e refazê-los”, diz o autor. Um dos exemplos citados pelo autor diz respeito a ele próprio. Duhigg explica como conseguiu parar de consumir cookies no meio do dia de trabalho ao compreender o hábito que o levava diariamente a uma cafeteria para comê-los, mesmo sem fome – as visitas diárias ao lugar ocorriam por necessidade de socialização. “Refiz o hábito e, agora, pelas 15h30, levanto da minha mesa e procuro alguém para conversar por 10 minutos. E não como um cookie há seis meses”, conta ele. A prática é um dos segredos para a mudança: “Tarefas que parecem incrivelmente complexas no início, como aprender a tocar violão e falar uma língua estrangeira, podem se tornar muito mais fáceis depois de executadas inúmeras vezes. Maus hábitos, como fumar e beber demais, são superados quando aprendemos novas rotinas e a praticamos incessantemente.” Há ainda, segundo Duhigg, os chamados “hábitos mestres”, capazes de desencadear uma série de reações no modo da pessoa organizar sua própria vida. Um bom exemplo de um hábito mestre é o exercício físico. “Quando as pessoas começam a se exercitar regularmente, começam a mudar outros comportamentos que não estão relacionados à atividade física. Passam a comer melhor e a levantar da cama mais cedo. Fumam menos e se tornam mais pacientes. (…) Não está completamente claro porque isso ocorre, mas está provado que exercício é um hábito mestre, que propaga mudanças em todos os aspectos da vida.”

FONTE: Lê Livros


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