sexta-feira, 10 de junho de 2016

Arrependimento (Repentance)

c. 1669 
óleo sobre tela, 262 x 205 cm


Os conselhos de João calaram poderosamente no ânimo forte e resoluto do sertanejo, cuja confiança no compadre era ilimitada.
(Adolfo Caminha in “A Normalista”)

Arrepender-se é do homem.  É comum ouvirmos artistas de TV, no apagar-das-luzes da vida, dizendo: “Eu não me arrependo de nada que fiz até a data de hoje.” Ó, amigos, estão errados!
É mister arrepender-se. Voltar atrás. Reconhecer seu erro, seu pecado, sua falha moral... Reconhecer. Para a salvação, há um caminho, o iter salvationis, que é:
1.      Reconhecimento do erro, do pecado, através do conhecimento dele;
2.      Confissão desse pecado a Deus;
3.      Pedido de perdão a Deus, feito em nome de Jesus (que é o garante);
4.      Aceitação do perdão.
É verdade que quem anda olhando para o retrovisor não avança, acaba dando com os burros n’água. Mas não esqueça: há pontos soltos, há pedido de perdão a alguém a quem você magoou, primeiramente a Deus, e você NECESSITA de reconciliação.
Portanto, não tenha medo de dizer peccavi (pequei), siga em frente e confesse, a plenos pulmões: “Fui perdoado (que significa “tive minhas dívidas pagas, apagadas) pelo Senhor Jesus Cristo. Estou livre.”

A vós, estando mortos pelos vossos delitos e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, tendo-nos perdoado todos os nossos delitos;
tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o inteiramente, cravando-o na cruz;
e tendo despojado os principados e potestades, os exibiu abertamente, triunfando deles na mesma cruz.

Vamos, confesse. Está arrependido? Ainda há uma esperança. Que tal tirar esse fardo pesado das suas costas?

Por que insiste em dizer que estou falando de religião. Filho meu, ouça o meu conselho e viverá.





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