quinta-feira, 26 de abril de 2018

Ataque dos incels raivosos




Parece que o sujeito que atropelou e matou 10 pessoas em Toronto, a maioria mulheres, não era muçulmano mas sim um armênio sexualmente frustrado que já tinha conversado com Elliot Rodgers, aquele outro maníaco que matou não lembro quantas mulheres na Mexifórnia.



Evidentemente há um problema hoje em dia com a psiquê masculina, mas não é exatamente o que as feministas pensam. Aliás, talvez seja exatamente o contrário. 

O feminismo moderno é, basicamente, um ataque aos homens "beta". Perceba que as feministas modernas protestam, contra o quê? Estupros violentos? Casos de exploração sexual como os de Rotterham?

Não. Protestam contra cantadas vulgares, contra assédio no trabalho, contra não poder usar roupas sexy sem sofrer olhares indesejados. Em resumo, protestam contra as estratégias sexuais inadequadas dos homens beta. 

Ao mesmo tempo, o feminismo moderno quer que as mulheres não deixem de ser consideradas atraentes por serem gordas (é "fat-shaming"), promíscuas ("slut-shaming") ou tatuadas até no ânus.

Basicamente, elas acham que merecem também um "alfa" só para elas, independente do seu valor. 

Mas não coloquemos toda ou nem mesmo a maior parte da culpa deste desastre nas feministas ou nas mulheres. Movimentos masculinistas como os PUA e MGTOW também têm tanta ou mais culpa, por criar uma atmosfera envenenada de ódio e misoginia, além de o fato de declararem que o objetivo de "sucesso" seja o de copular com o máximo possível de "vadias".

Também a mídia e principalmente a indústria pornográfica tem sua culpa ao criar em homens ideais totalmente desconectados da realidade.

Elliot Rodgers e Minassian tinham atração por mulheres extremamente bonitas, com as quais não tinham tenhuma chance. Ei, é natural, de certa forma. Biologicamente, o homem sente atração (ao menos inicialmente) principalmente visual, e não importa se você é gordo, feio, velho ou nerd, todos os homens sentirão mais atração basicamente pelo mesmo tipo de mulheres – jovens e bonitas. 

E no entanto é preciso ser realista e aceitar que eles não tinham chance com esse tipo de mulher e que talvez seja até melhor uma mulher menos bonita, mas com outras características de personalidade que sejam atraentes. A beleza passa (e, em especial nas mulheres, muito, muito rápido), outras qualidades ficam. 

Mais do que isso, existe um quê de "raposa e as uvas" nesta história. Muitas mulheres dão um trabalhão para conseguir, e, depois, o resultado nem sempre é o esperado. 

Digamos que uma mulher muito atraente é como uma Ferrari. A princípio parece algo excelente e causa inveja em todos, mas depois você descobre que dá um monte de trabalho, a manutenção é extremamente cara, vai estar cheio de ladrões querendo roubar ela de você, e, no mais, quando é que você vai realmente poder andar a 300 km/h ao invés de ficar preso no trânsito?

Fazendo as contas, a não ser que você seja um fodão de Hollywood cheio da grana, mais vale um bom e velho Volkswagen  e uma mulher mais mediana. 

No entanto, como eu já informei no artigo anterior, o celibatarismo involuntário parece estar aumentando. E isto ocorre tanto com os homens – em especial os "nerds" sem muita beleza ou habilidades sociais – como com as mulheres que passam do ponto e terminam adotando gatos em vez de ter crianças. 

O problema é que não sei se isso tem solução.

Na era patriarcal monogâmica, o que ocorria é que as mulheres não tinham independência financeira, então sujeitavam-se a casar com quem podia mantê-la, e quem decidia eram os pais. Muitas talvez não gostassem desse sistema, e tampouco era necessariamente ideal para alguns homens, mas garantia uma maior igualdade sexual entre os gêneros. 

Hoje parece que estamos voltando a uma era primitiva poligâmica, com 20% dos homens monopolizando 80% das mulheres, e o resto (tanto homens quanto mulheres) se ferrando.

Como se ainda não bastasse essa cruel mecânica, ainda existe a competição intra-tribal com os imigrantes e assemelhados. 

A propaganda de casais mistos, e em especial de homens negros com mulheres brancas, é uma constante na propaganda moderna. Baste procurar no Google Images por "white couple" e depois por "black couple", e ver a curiosa diferença. 

Nos filmes, na televisão, nos comerciais, a propaganda globalista ideaiiza esses casais mistos. 

A realidade, no entanto, é bem mais triste. No outro dia uma branca inglesa decidiu sair do seu país para ir morar (na Alemanha e depois na Itália) com um imigrante de Burkina-Faso que conheceu no Facebook. Vejam a cara do sujeito e digam se parece alguém de boa índole (da mulher, não há fotos disponíveis, mas suspeito que tenha alguns quilos a mais). Em resumo, ela apanhou e sofreu estupro coletivo por vários imigrantes e hoje está chorando no hospital. 

Enquanto o feminismo e o masculinismo continuarem sendo os únicos discursos, haverá mais casos como o dela – e mais ataques violentos de "incels" raivosos.

Tempos sombrios, definitivamente. 




Guerra dos sexos.


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