terça-feira, 21 de março de 2017

Mais Perto - Cantor Cristão - 283



Mais perto
("Cantor Cristão", n° 283) 
("Hinário para o Culto Cristão", n ° 399)
Tradução: João Gomes da Rocha


Mais perto quero estar, meu Deus de Ti, 
Inda que seja a dor, que me una a Ti. 
Sempre hei de suplicar, mais perto quero estar, 
Mais perto quero estar, meu Deus de Ti! 

Andando triste aqui, na solidão, 
Paz e descanso a mim, Teus braços são. 
Sempre hei de suplicar, mais perto quero estar, 
Mais perto quero estar, meu Deus de Ti! 

Minha alma cantará, a Ti Senhor, 
Cheia de gratidão, por Teu amor. 
Sempre hei de suplicar, mais perto quero estar, 
Mais perto quero estar, meu Deus de Ti! 

E quando a morte enfim, me vier chamar, 
Com serafins nos céus, irei morar. 
Então me alegrarei, perto de Ti meu Rei, 
Perto de Ti meu Rei, Meu Deus de Ti! 



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Nearer, my God, to Thee 
("The Baptist Hymnal", n° 458)
Autor: Sarah Fuller Flower Adams e Lowell Mason

  1. Nearer, my God, to Thee, nearer to Thee!
    E’en though it be a cross that raiseth me,
    Still all my song shall be, nearer, my God, to Thee.
    Refrain:
    Nearer, my God, to Thee, nearer to Thee!
    Though like the wanderer, the sun gone down,
    Darkness be over me, my rest a stone;
    Yet in my dreams I’d be nearer, my God, to Thee.
    There let the way appear, steps unto Heav’n;
    All that Thou sendest me, in mercy giv’n;
    Angels to beckon me nearer, my God, to Thee.
    Then, with my waking thoughts bright with Thy praise,
    Out of my stony griefs Bethel I’ll raise;
    So by my woes to be nearer, my God, to Thee.
    Or, if on joyful wing cleaving the sky,
    Sun, moon, and stars forgot, upward I’ll fly,
    Still all my song shall be, nearer, my God, to Thee.
    There in my Father’s home, safe and at rest,
    There in my Savior’s love, perfectly blest;
    Age after age to be nearer, my God, to Thee.



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MON DIEU PLUS PRÈS DE TOI - CD #0271

Ch. Châtelanat / L. Mason

Références : Psaume 73 : 28



Paroles :


Mon Dieu, plus près de toi,
Plus près de toi !
C’est le mot de ma foi;
Plus près de toi !
Dans le jour où l’épreuve
Déborde comme un fleuve,
Garde-moi près de toi.
Plus près de toi.

Plus près de toi, Seigneur,
Plus près de toi !
Tiens-moi dans ma douleur
Tout près de toi !
Alors que la souffrance
Fais son oeuvre en silence,
Toujours plus près de toi,
Seigneur tiens-moi !

Plus près de toi, toujours
Plus près de toi !
Donne-moi ton secours,
Soutiens ma foi !
Que Satan se déchaîne,
Ton amour me ramène
Toujours plus près de toi,
Plus près de toi.

Mon Dieu, plus près de toi,
Dans le désert
J’ai vu, plus près de toi,
Ton ciel ouvert.
Pèlerin, bon courage!
Ton chant brave l’orage.
Mon Dieu, plus près de toi,
Plus près de toi.





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O hino circunstancial 



O luxuoso transatlântico inglês "Titanic", em sua viagem inaugural, de Southampton (Inglaterra) para New York (Estados Unidos da América), ao colidir com um iceberg, no início da madrugada do domingo, 14 de abril de 1912, sofreu um dos piores desastres marítimos da história, quando morreram 1.500 e sobreviveram 700 pessoas. 


O navio era considerado pelos seus construtores como "insubmergível". Um inspetor do governo britânico, depois de rigorosa vistoria, afirmou: "Nem Deus conseguirá afundar este navio". Mas o navio afundou em menos de três horas (ver: revista "VEJA", 14 jan 98, pp.74-79). 

A história do naufrágio tem muitas versões; também a do uso do hino "Nearer, my God, to Thee" ("The Baptist Hymnal", n° 458), de Sarah Fuller Flower Adams e Lowell Mason, traduzido por João Gomes da Rocha ("Cantor Cristão", n° 283, e "Hinário para o Culto Cristão", n ° 399), com o título "Mais perto quero estar". 

Segundo uma versão, a letra do hino foi cantada pelos passageiros, e a melodia "Bethany" executada pela banda do navio; essa versão provavelmente está baseada na música circunstancial dos filmes "Titanic" (1953), "A Night to Remember" (1958), "S.O.S. Titanic" (1979) e "Raise the Titanic!" (1980). 

Mas foi contestada por espectadores ingleses desses filmes, que argumentaram não estar, a melodia "Bethany", associada na Inglaterra à letra de Sarah Adams; a letra teria sido cantada com outra melodia. 

Agora, com o filme "Titanic" (1997), surge uma terceira versão: a letra não foi cantada; apenas três violinistas tocaram a melodia "Bethany". Talvez porque, na opinião de James Cameron, diretor do filme, já não se cantam hinos tradicionais. 

O hino profético 

Salomão Luiz Ginsburg em sua autobiografia fez questão de relatar um importante episódio de sua vida. 

Em 08 de abril de 1902, em Maceió (AL), traduziu o hino "Uma barca naufragando, quem lhe valerá?" ("Cantor Cristão", n° 325); dez anos depois, exatamente, passou por impressionante e extraordinária experiência. 

Em 1912, chegando a Londres, procedente de Lisboa, logo reservou passagem para Nova Iorque. Algumas viagens foram suprimidas, restando a Ginsburg optar: viajar no "Majestic", no dia 02 de abril, ou no "Titanic", escalado para o dia 10 desse mês. 

Conta Ginsburg que o desejo de embarcar no "Titanic" era grande, mas resolveu antecipar sua ida para Nova Iorque. Viajando num navio bem modesto, Ginsburg chegou a Nova Iorque naquele domingo trágico; tivesse demorado em Lisboa uma semana, teria sido forçado a viajar no "Titanic" (ver: O JORNAL BATISTA, 14 jun 92, p.2).

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