quarta-feira, 11 de maio de 2016

O que o Brasil rejeitou, os EUA aceitaram e ganharam.


O que o Brasil rejeitou, os EUA aceitaram e ganharam. A região mais próspera do Brasil no século XVII era o Nordeste sob o governo holandês. Os holandeses, que eram evangélicos, haviam trazido consigo comerciantes e banqueiros judeus. Quando os holandeses, que eram considerados “hereges” pelos portugueses católicos do Brasil, foram expulsos, os judeus tiveram como escolha: 1) Converter-se ao catolicismo; 2) Permanecer para sofrer tortura e morte da Inquisição católica; ou 3) Acompanhar os holandeses. Eles prefeririam a opção 3. Os judeus se mudaram para a colônia holandesa de Nova Amsterdã, atual Nova Iorque, fundando o primeiro sistema bancário de Nova Iorque. O primeiro cemitério e sinagoga de Nova Iorque trazem nomes portugueses, de sua origem no Nordeste do Brasil. Resultado: O Nordeste, depois da expulsão dos “hereges” holandeses evangélicos e dos judeus, se tornou o exemplo mais nítido da decadência no Brasil. Nova Iorque, com sua fundação de evangélicos e banqueiros judeus, se tornou potência econômica absoluta. O que o Brasil rejeitou, os EUA aceitaram e ganharam.

Infelizmente, os livros de história do Brasil, especialmente os mais antigos, sempre retrataram os holandeses e seus aliados judeus como “hereges” e outros adjetivos piores. Eles foram historicamente difamados por terem trazido o maior progresso que o Nordeste e o Brasil viram no século XVII. Os livros didáticos do Brasil precisam corrigir esse grave erro histórico.

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