quarta-feira, 4 de maio de 2016

O futuro do branco é o exílio?

ORIGINALMENTE PUBLICADO EM 4 DE DEZEMBRO DE 2015.


Mais um dia, mais um tiroteio muçulmano, agora na Califórnia. Até ia comentar, mas comentar o quê, exceto perguntar quem teve a genial idéia de levar esses pakis para lá? Então falemos de outro assunto. 

Um jornalista inglês acha que os atentados de Paris foram uma armação. Bem, nem sei, acho que não, mas pode até ser. Mas pra quê fraudar atentado quando é mais barato e simples fazer acontecer um real? Basta trazer um zilhão de muçulmanos, armá-los, e está feito o carreto. 

Mas não foi isso o que achei interessante, se não o fato de que ele atualmente mora no Camboja. Por que raios ele decidiu morar lá?

Entre outras razões, ele alega que viver nas grandes cidades do Ocidente é muito caro, complicado e, a despeito dos líderes que repetem aquele discursinho de "eles nos odeiam por nossa liberdade", no fundo você não tem liberdade nenhuma. Enquanto que no Terceiro Mundo, tem um pouco mais de calor humano e, a despeito (ou até por causa) da desorganização e corrupção geral, ninguém controla nada e você acaba sendo mais livre para fazer o que melhor entender. 

Não acredita? Pois pense:

Na Alemanha, você pode ser preso por fazer "homeschooling" com seus filhos ou por negar o Holocausto (*)

(*) É engraçado que pode-se falar que os atentados de Paris foram uma armação, pode-se negar até o 9/11 (e eu, que já fui da linha do Pentágono nesse aspecto, hoje vejo que tem muita coisa não explicada, como por exemplo a implosão do prédio 7, ou como meros aviões conseguiram botar abaixo verticalmente dois edifícios - fosse uma das torres, até daria pra acreditar, mas as duas?), mas, não dá pra negar o Holocausto. Por quê? Acho isto estúpido. Não tenho dúvidas que algum tipo de matança de judeus aconteceu, a literatura nazista deixa isso bem claro, e se foram 6 milhões ou 1 milhão, não importa tanto. Mas por quê impedir alguém de negar? Imaginem se existisse uma proibição de negar as invasões de Gengis Khan, ou qualquer evento histórico que fosse? Isso é coisa de ditadura mesmo, como os turcos que proíbem menção ao Holocausto Armênio, ou os Soviéticos que proibiam discussão de Holodomor. Porém, nesses casos, a proibição era negar que aconteceu, não que não aconteceu. Enfim, é a vida! 

Na Inglaterra, você pode ser preso por "racismo" e "islamofobia" se simplesmente manifestar sua opinião em um tuíte, e tiver 15 anos.

Na França, sua vida é constantemente monitorada, e ai de quem falar mal dos gays

Nos EUA e Canadá, você não pode sequer criar uma associação de "Estudantes Brancos" na sua universidade, e pode perder o emprego por qualquer frasesinha não politicamente correta. Não pode sequer dar aulas de yoga, pois é "genocídio cultural". 

Isso sem falar no custo de vida astronômico das maiores cidades ocidentais, nas dificuldades em arranjar um bom emprego, na competição cada vez mais darwiniana entre as pessoas, no comercialismo e materialismo mais crasso que chega a seu auge nas Black Fridays, e ainda por cima pela desgraça de ter que aturar como ícones culturais aberrações como as Kardashian ou então ser obrigado a celebrar malucos que acreditam ser meninas transexuais de 6 anos

É meus caros, a vida no tal Primeiro Mundo não é mais lá tão essas coisas. Não estamos mais nos anos 50 ou 60; a coisa degringolou geral. 

Só não é pior porque a vida no Terceiro Mundo também está piorando, e pelos mesmos motivos, pois tendem a copiar, como "Macaquinhos", tudo que há de ruim nos países desenvolvidos.

Porém, nesses países mais pobres ainda tem algumas liberdades que, mesmo que mais por desleixo que design, não mais parecem existir no mundo ocidental. 

E é por isso que alguns brancos estão mesmo indo morar em países de Terceiro Mundo como Costa Rica e Equador, Singapura e Tailândia, em países do leste europeu ou do sul da Europa, pelos mesmos motivos: um pouco mais de calor humano, e uma certa desorganização. É verdade, a maioria deles são jovens estudantes, velhos aposentados ou então gays ou solteiros, devido à natural dificuldade maior para famílias e mulheres, porém, também existe um número crescente de casais ou famílias passando a morar fora. Quem sabe um dia isso não vira uma mania? 

Uma amiga branquela que mora em Paris (e que não é a Confetti) também decidiu que vai voltar para o Brasil. Disse que quer cansou do exterior e quer "alegria, miscigenação, sol e praia". Decidiu isso bem antes dos atentados. Ela é uma liberal esquerdista a favor dos refugiados, mas pergunto-me se, no fundo no fundo, a arabização e africanização da França não terá realmente nada a ver com a sua decisão? 

Quanto a mim, bem, não iria para o Camboja, mas uma vida simples e pacata em uma cidadezinha minúscula de algum país pobre sul-europeu não parece mais tão ruim assim. 

Penso até que o Brasil pudesse controlar o crime, poderia se tornar um paraíso para exilados brancos da Europa e EUA. O país não é de todo ruim, tem até uma certa infra-estrutura, o problema são seus políticos mesmo, e suas massas violentas descontroladas. 

De qualquer forma, está difícil encontrar qualquer lugar do mundo que esteja bem neste momento: tudo parece estar ruim demais. 

O futuro do branco seria o exílio? Sim, pode ser, mas exílio para onde? Outros planetas?

Se alguém encontrar algum lugar calmo e sossegado, e de preferência com praia, sombra e água fresca, me avise. Vou para lá já!



FONTE: Blog do Mr X


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