quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Joaquim Barbosa (Judiciário) e o não cumprimento a Dilma Rousseff (Executivo)



Será que Joaquim Barbosa "voou"? Será que ele, por acaso, um tanto nervoso por apertar a mão do Papa, não se esqueceu do demais? Ou, de repente, por ser bastante católico, após apertar a mão do Papa não quis "contaminá-la" apertando a mão de outra pessoa, mesmo que fosse a própria Presidente da República?

O fato é que repercutiu mal e este vídeo (logo abaixo) no momento em que o assisto já está com 2.951.413 visualizações. Crise de relacionamento entre autoridades máximas não é raro, muitas vezes os Presidentes da Câmara e/ou Senado já reclamaram, publicamente, de posições de presidentes da República, principalmente nos Governos Lula-Dilma, em que estes abarrotam a pauta do Legislativo com suas Medidas Provisórias, impedindo aquele Poder de trabalhar, produzir, legislar.

O Judiciário, em especial, dos Tribunais Superiores (STF, STJ, TSE, TST, STM), reclamam de pressão do Poder Executivo, considerando que grande parte (senão a maioria) dos recursos chegados lá oriunda de pessoas e instituições que se sentem prejudicados contra atos do Governo, tendo o Presidente da República não poucas vezes enviado Ministros de Estado para parlamentarem com essas autoridades, em particular, num privilégio não dado às outras partes. O Judiciário quer julgar livremente, sem pressões, sabe que as terá, mas ai daquele que o fizer.

O Ministro Joaquim Barbosa tem uma história exemplar (veja AQUI), mas não me parece um mal-educado, senão um contestador, um irrequieto contestador.













Vamos esperar os respingos da atitude do vídeo, se é que já não enxugaram.




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